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Entrevistas

‘A Lei Maria da Penha é muito mais do que a parte criminal’, diz promotora do Gedem

No mês de março, o Bahia Notícias enfoca em uma série de entrevistas com algumas das diversas faces femininas do Judiciário baiano. A entrevistada da vez é a Márcia Teixeira, coordenadora do Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher (Gedem), órgão ligado ao Ministério Público da Bahia, além de também ser promotora de Justiça titular da 12ª Promotoria de Justiça da Cidadania do Ministério Público da Bahia. Márcia comenta sobre os avanços e dificuldades que as políticas de proteção para a mulher têm tido na Bahia e no Brasil desde a implantação da lei Maria da Penha, em 2006. “A discussão dá um salto com a lei Maria da Penha. Ela é muito mais que a parte criminal, é uma proposta de reflexão de todas as políticas em relação a mulher”. Leia a entrevista completa na coluna Justiça.

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Domingo, 22 de Julho de 2012 - 09:40

Oficial de justiça recebe salário líquido de R$ 37 mil no TJ-BA

 Oficial de justiça recebe salário líquido de R$ 37 mil no TJ-BA
Entre os servidores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) há quem ganhe salário líquido de R$ 37.146,14. É o caso de uma oficial de justiça, que consta na lista nominal com os salários de servidores e magistrados que compõem o quadro da instituição divulgada nesta sexta-feira (20), em cumprimento da determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ainda segundo o documento disponível no site do TJ-BA, os vencimentos de um motorista podem chegar a R$ 13 mil. Já o salário de um engenheiro se aproxima dos R$ 28 mil. No caso dos profissionais que possuem ensino superior, o valor é reduzido em R$ 6 mil para adequar o salário ao subteto do Estado. De acordo com o sistema, o salário mais baixo é dos auxiliares judiciários em início de carreira, que recebem R$ 622. Confira a lista na íntegra.

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Artigos

Rodrigo Karpat
Morador inadimplente e o direito de voto nas assembleias

O Código Civil (CC) determina que é direito dos moradores de condomínios “votar nas deliberações da assembleia e delas participar, estando quite”. Em outras palavras, a assembleia é o local exclusivo dos condôminos, e a participação depende de que o morador esteja quite com a cota mensal do condomínio. Por participação, entende-se que é aquele que interage na reunião, assim como quem simplesmente está no recinto, escutando as discussões e tomando nota. É bastante comum ver os moradores inadimplentes participando das reuniões, porém, sem que o seu voto sobre determinado assunto seja computado. E, quando se trata de vagas de garagem, a prática tem sido dividir o sorteio dos locais entre os moradores em dois blocos, deixando os inadimplentes ao final, em total segregação e infração ao seu direito de propriedade.

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