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Caso Neylton: Defesa tentará se valer da dúvida para inocentar réus

Por Claudia Cardozo / Felipe Campos

Caso Neylton: Defesa tentará se valer da dúvida para inocentar réus
Foto: Correio24horas
O advogado Vivaldo Amaral, que defende o réu Jair Barbosa da Conceição, e o causídico Paulo Vilaboim, que representa o outro acusado, Josemar dos Santos, informaram ao Bahia Notícias que vão se valer da dúvida que ronda o caso do assassinato do servidor da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Neylton Souto da Silveira, para inocentar seus clientes, no julgamento iniciado na manhã desta quinta-feira (17). O crime, que aconteceu em 2010, possui a suspeita de que ambos, que chegaram a ser presos, agiram a mando da ex-subsecretária Aglaé Amaral Sousa e da consultora Tânia Maria Pimentel Pedroso. “Se o próprio juiz descartou que a Tânia e a Aglaé seriam as autoras do crime, por que então eles seriam os autores? Quais seriam os interesses de matar no local de trabalho? Se há duvida, não pode haver condenação. É preciso ter provas. Se Tânia e Aglaé foram retiradas, não há porque a condenação recair sobre os dois, e se recaiu sobre os dois, foi por falta de investigação”, apontou Vilaboim. Em um primeiro momento, Josemar chegou a admitir o crime encomendado. Em seguida, ele mudou a versão e alegou inocência. Já a defesa de Jair deverá insistir na inocência do réu. “A defesa não vai adotar nenhuma estratégia a não ser falar a verdade, porque isso facilita todo o julgamento. Vai falar o que aconteceu [com Jair] nos dias que antecederam o crime, o que aconteceu com Jair antes de ele chegar no serviço e o que aconteceu com ele no serviço. O caso veio para júri popular porque há duvidas se eles foram os mandantes ou só executores. Se a dúvida permanecer, isso se torna um fator favorável para os réus que podem ser absolvidos”, projetou.