

A presidente da Associação dos Procuradores do Estado da Bahia (APEB), Cleia Costa, ingressou na procuradoria aos 23 anos, sendo uma das mais novas na época. Ela foi a entrevistada da Coluna Justiça do BN e explicou sobre a atuação da entidade e sua história no Estado. Ela falou sobre os desafios que tem pela frente nos próximos dois anos com o comando da APEB. “A integração da classe e ampliação desse caráter associativo com as outras associações. A segunda trata-se da definição remuneratória, seja quanto ao aspecto da implantação do subsídio ou não. Essa é uma demanda muito forte”. E por fim, Cleia deixou claro qual o papel de um procurador. "Costumamos dizer ao gestor que não estamos contra ele, mesmo quando não aceitamos sua proposta administrativa. Estamos a favor da sociedade." Confira a íntegra da entrevista aqui na Coluna Justiça.
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Um tribunal argentino confirmou a condenação de 12 anos de prisão para, um professor de ensino médio, que oferecia dinheiro e melhores notas a seus alunos em troca de sexo.
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desembargador precisar reaprender o que é ÉTICA. Acorda BRASIL.
14/05/2012 - 14:04
Salatiel Ramos
14/05/2012 - 10:37
josé peixoto
16/05/2012 - 15:20
14/05/2012 - 17:18
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Segunda, 23 de Janeiro de 2012 - 10:04

O novo Código de Processo Civil poderá ser votado pela Câmara dos Deputados até o início de março. Até o fim de fevereiro, o presidente da comissão especial que analisa o código, deputado Fábio Trad (PMDB-MS), quer concluir a votação do relatório final do deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA). Em entrevista para a Agência Brasil, Trad afirmou que o Brasil precisa de um novo código. “O atual, de 1973, é de antes da internet e, portanto, de antes da comunicação digital”, afirmou. O Senado, no fim de 2010, aprovou o novo texto, que pretende modernizar e agilizar o código, diminuindo os recursos. Na Câmara, a proposição recebeu 900 emendas e centenas de contribuições feitas pela internet por cidadãos em geral. Algumas foram incorporadas pelos cinco sub-relatores da comissão. Todas as emendas apresentadas precisarão ser votadas para concluir o texto final.
Pontos Polêmicos: Para o presidente da comissão, existem três pontos polêmicos no novo texto, e que receberam mais emendas. O primeiro é referente ao Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR). A medida foi criada pelo texto original do Senado para pacificar a legislação em casos onde juízes de diferentes pontos do país podem sentenciar um caso de forma contraditória. A emenda permite que o Tribunal de Justiça de um estado, ao ser provocado pelos juízes de primeira instância, possa baixar uma resolução para que uma tese aplicada em um caso se estenda ao outros processos parecidos àquele. Dessa forma, poderá se economizar tempo e recursos do Judiciário para julgar processos iguais individualmente. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou o Supremo Tribunal Federal (STF) também poderão baixar uma IRDR que valerá em todo o país.
O segundo ponto de controvérsia é a que trata de demandas corporativas. Trad exemplifica a polêmica do ponto com o pedido dos advogados para que todo o Judiciário fique parado por 30 dias para que eles possam tirar férias. Outro caso é dos advogados públicos que querem ter direito a um percentual sobre as causas que ganharem para a União a título de honorários. O último ponto é o que trata dos recursos de apelação. No novo texto, a sentença começa a ter efeito imediatamente. Somente o relator da segunda instância pode determinar a suspensão dos efeitos da primeira decisão ao ser provocado.
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07/05/2012 13:52
Após dois anos de adesão ao programa fiscal titulado Refis da Crise, como já era previsto, uma quantidade expressiva de empresas vem sendo, atualmente, excluída do programa de parcelamento. Conforme a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), dos quase 250 mil contribuintes que realizaram a consolidação ao Refis, mais de 130 mil tiveram seus parcelamentos cancelados por erros e quase duas mil empresas questionam, por meio judicial, suas exclusões do programa.