

A presidente da Associação dos Procuradores do Estado da Bahia (APEB), Cleia Costa, ingressou na procuradoria aos 23 anos, sendo uma das mais novas na época. Ela foi a entrevistada da Coluna Justiça do BN e explicou sobre a atuação da entidade e sua história no Estado. Ela falou sobre os desafios que tem pela frente nos próximos dois anos com o comando da APEB. “A integração da classe e ampliação desse caráter associativo com as outras associações. A segunda trata-se da definição remuneratória, seja quanto ao aspecto da implantação do subsídio ou não. Essa é uma demanda muito forte”. E por fim, Cleia deixou claro qual o papel de um procurador. "Costumamos dizer ao gestor que não estamos contra ele, mesmo quando não aceitamos sua proposta administrativa. Estamos a favor da sociedade." Confira a íntegra da entrevista aqui na Coluna Justiça.
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Um tribunal argentino confirmou a condenação de 12 anos de prisão para, um professor de ensino médio, que oferecia dinheiro e melhores notas a seus alunos em troca de sexo.
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desembargador precisar reaprender o que é ÉTICA. Acorda BRASIL.
14/05/2012 - 14:04
Salatiel Ramos
14/05/2012 - 10:37
josé peixoto
16/05/2012 - 15:20
14/05/2012 - 17:18
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Sábado, 02 de Abril de 2011 - 11:39
por Victor Carvalho
Uma escola foi condenada a pagar o valor de R$ 35 mil em danos morais a uma aluna que foi vítima de bullying. O caso dela não é muito diferente da rotina comum dos colégios ao longo do Brasil e do mundo: a garota foi espetada na cabeça por um lápis, arrastada, vítima de arranhões, socos, chutes, gritos no ouvido e palavrões pelos colegas de sala. A decisão foi da 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
A Corte entendeu que houve a configuração do dano moral e que a escola detém responsabilidade sobre tanto, já que, na ausência dos pais, a instituição deveria manter a integridade física e psíquica de seus alunos. A aluna tinha apenas 7 anos de idade quando sofreu o bullying, adquirindo fobia de ir ao colégio, insônia, terror noturno e sintomas psicossomáticos, tal qual dores no abdômen e enxaquecas. Em resultado disso, a criança teve de tomar antidepressivos.
Foi comprovado no processo, por meio documental, que as reclamações quanto a esse tipo de prática na escola eram recorrentes, tanto dos pais da garota quanto de outros alunos. De acordo com a instituição de ensino, ele teria tomado todas as medidas pedagógicas merecidas pelo caso, contudo entendeu que não era conveniente afastar os alunos agressores. A escola, de acordo com os autos do processo, teria apenas chamado os pais para conversar e dado acompanhamento psicológico. Informações do TJ-RJ.
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07/05/2012 13:52
Após dois anos de adesão ao programa fiscal titulado Refis da Crise, como já era previsto, uma quantidade expressiva de empresas vem sendo, atualmente, excluída do programa de parcelamento. Conforme a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), dos quase 250 mil contribuintes que realizaram a consolidação ao Refis, mais de 130 mil tiveram seus parcelamentos cancelados por erros e quase duas mil empresas questionam, por meio judicial, suas exclusões do programa.