Segunda, 16 de Janeiro de 2017 - 11:00

José Maria Dutra

por Rebeca Menezes | Fotos: Tiago Dias

José Maria Dutra
A Ouvidoria Geral do Estado conta com um sistema de 187 pontos, espalhados em diversos órgãos da administração e em vários municípios baianos. Mesmo assim, a busca por informações e o registro de reclamações ainda são consideravelmente baixos. Com uma população de mais de 14 milhões de habitantes, foram registradas apenas 128 mil manifestações em 2016, a maioria relacionada a informações sobre serviços. Em entrevista ao Bahia Notícias, o ouvidor José Maria Dutra explica os planos do órgão para ampliar o atendimento em 2017, incluindo postos localizados em bairros de Salvador e em grandes cidades do estado. Entre as estratégias já executadas nos últimos anos, está a expansão dos canais de atendimento: além do 0800 e do site, a população também pode baixar o aplicativo ou enviar perguntas e reclamações pelo Whatsapp.

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Segunda, 09 de Janeiro de 2017 - 11:00

Manoel Vitório

por Fernando Duarte / Guilherme Ferreira

Manoel Vitório
O governo federal exige que as administrações estaduais ofereçam contrapartidas para renegociar as dívidas com a União. Entre as compensações está a adoção de medidas para o controle dos gastos públicos. Mas o governo baiano quer fugir da estratégia de congelamento por 20 anos que será colocada em prática no Palácio do Planalto. Em entrevista ao Bahia Notícias, o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, revelou que o governador Rui Costa procura unir outros governadores da região Nordeste para apresentar um modelo que contenha as despesas, mas também permita investimentos. "Nós achamos que, mais que uma agenda para frear o gasto público, nós precisamos de uma agenda que freie o gasto público e vise o desenvolvimento, que possa contribuir para o crescimento", explicou. A segunda contrapartida que o governo federal demanda está ligada à previdência social. Vitório reconhece que este "sem dúvida nenhuma, é o maior problema no estado hoje" e critica administrações anteriores por isso. "A legislação, que é federal, também era também muito frouxa, muito frágil, sempre dando muito benefício, sabendo que a bomba só ia estourar 20 anos depois. E os 20 anos aconteceram, nós estamos vivendo eles", analisa.

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Segunda, 02 de Janeiro de 2017 - 11:00

Gicele Alakija

por Estela Marques | Fotos: Paulo Victor Nadal

Gicele Alakija
Depois de 36 anos sendo regidos pelo Sol, a partir de 2017 estaremos sob o comando de Saturno, o planeta que promete trazer todos os nossos karmas e nos fazer arcar com a responsabilidade dos nossos atos. É tempo de colheita, tanto para o bem quanto para o mal. "Pode ser muito difícil para algumas pessoas e para algumas situações, mas Saturno é aquele que não alisa, ele obriga a lidar com a realidade. Significa que nós vamos continuar a lidar com uma realidade, que pode ser muito dura para algumas pessoas, cidades ou países e pode ser mais promissora para outras. Mas de qualquer maneira, o que você tem como karma no sentido de consequência daquilo que você plantou, você pode colher nesse ano", explica a astróloga Gicele Alakija. A "tradutora" do que o céu estabelece como tendência para nossas vidas é a primeira entrevistada do ano no Bahia Notícias. Nativos de Áries, Libra, Sagitário e Capricórnio devem ficar atentos neste novo ano, que terá o planeta Júpiter no signo da balança. Você pode entender o que isso significa conferindo a entrevista completa. Gicele Alakija estuda astrologia desde 1983, é formada em Psicologia (Ufba), mestre em Psicologia (USP), professora de Astrologia Kármica, astróloga com aperfeiçoamento no Instituto Delphos de Ensino (SP), terapeuta regressiva pelo Roger Woolger Institute (EEUU) e já atuou como assistente de Dr. Woolger na formação de terapeutas em Deep Memory Process (DMP), na Bahia (2006-2011).

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Segunda, 26 de Dezembro de 2016 - 11:00

Rui Costa

por Rebeca Menezes

Rui Costa
Rui Costa não costuma esconder suas opiniões sobre o contexto político. Contudo, o governador da Bahia prefere não esquecer o seu lado humano. Em entrevista ao Bahia Notícias, Rui fala sobre a relação com os filhos e com a mulher, Aline Peixoto, e relembra como sua mãe era completamente contra sua trajetória política. Ao fazer um balanço da primeira metade de seu mandato, ele define qual foi o momento mais complicado dos últimos dois anos, tanto política quanto pessoalmente. Rui responde ainda sobre as críticas que recebeu por problemas na articulação com a base e explica a dificuldade de projetar reajuste para os servidores estaduais em 2017.

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Segunda, 19 de Dezembro de 2016 - 11:00

Sandro Régis

por Luana Ribeiro | Foto: Renata Farias

Sandro Régis
Após dois anos como líder da minoria na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o deputado estadual Sandro Régis (DEM), deixa a função no próximo ano. A saída de cena está baseada na “convicção” na renovação, mas também é estratégica. “Continuarei com as mesmas convicções, defendendo minhas condições dentro da bancada, sendo um deputado dentro da bancada que vai ajudar cada vez mais a fortalecê-la, ajudar o próximo líder, e também cuidar da minha base eleitoral, que é muito importante”, afirma. Falando em mudança, a oposição também colocou as barbas de molho no que diz respeito à eleição do novo presidente da Casa: não tem candidatura própria e vai observar diversos aspectos, com “prudência”, para decidir o voto. “Porque não é um candidato da oposição, não é um candidato que representa o nosso projeto para 2018. Então é um jogo de xadrez, para no momento certo a oposição dar o xeque-mate”, afirma.

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Segunda, 12 de Dezembro de 2016 - 11:00

José Antônio Rodrigues Alves

por Renata Farias

José Antônio Rodrigues Alves
Apesar de diálogos frequentes com o Ministério da Saúde para ampliação de recursos e pagamento de valores devidos, o secretário municipal da Saúde de Salvador, José Antônio Rodrigues Alves, enxerga a atual situação financeira do órgão como uma prévia de uma possível aprovação da PEC 241, que limita o aumento dos gastos públicos nas próximas duas décadas. “Há dois anos os municípios vêm trabalhando com apenas dez meses de recursos federais”, afirmou em entrevista ao Bahia Notícias. “Acho que, para o ano de 2017, o impacto não será tão significativo, porque já está estabelecida uma correção dos gastos de 2016. Essa é importância de, até o final deste ano, adicionarmos recursos ao nosso teto. Eu acho que, para os anos de 2018 em diante, nós temos que trabalhar a nível de flexibilização e discutir com o Ministério do Planejamento e Ministério da Saúde, porque eu não tenho dúvida que, aí sim, vamos ter problemas graves e, a longo prazo, um déficit significativo dos recursos federais no financiamento da assistência”. Parte do secretariado do prefeito ACM Neto desde o início de seu mandato, em 2013, Rodrigues Alves avaliou sua gestão de forma muito positiva, com importantes avanços no serviço de saúde da capital baiana. No entanto, um dos grandes déficits apontados pelo secretário em toda a Bahia ainda é a falta de profissionais qualificados, mesmo com evoluções significativas nos últimos anos, como o programa federal Mais Médicos. “Nós não temos o número de especialistas ideal para nossos serviços, existe um problema sério de falta de profissionais médicos. Isso ainda é um grande desafio e vai continuar durante alguns anos para a Bahia como um todo”, pontuou. O gestor ainda esclareceu questões referentes à construção do Hospital Municipal de Salvador, implantação do prontuário eletrônico, exigida pelo Ministério da Saúde, e às ações para combate da epidemia de dengue, zika e chikungunya na capital. Leia a entrevista completa!

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Segunda, 05 de Dezembro de 2016 - 12:00

Érico Mendonça

por Estela Marques / Rebeca Menezes | Fotos: Fernando Duarte / Bahia Notícias

Érico Mendonça
A prefeitura de Salvador espera receber ao menos 2,1 milhões de pessoas durante o verão da capital baiana. O secretário municipal de Cultura e Turismo, Érico Mendonça, explica que o setor hoteleiro já registra 15% a mais de reservas o que o mesmo período do ano passado. “No ano passado tivemos uma ocupação de cerca de 85%. A gente estima que neste ano, tenhamos 90%, 95% de ocupação nos principais hotéis”, contou. Para Mendonça, grande parte deste resultado é fruto do trabalho da gestão municipal, a partir da ampliação e divulgação do calendário de eventos, não só nas outras regiões do país, mas também no exterior. “A nossa intenção é cada vez mais atrair o turista estrangeiro exatamente porque é um turista que fica mais tempo no país, gasta mais dinheiro do que o brasileiro, mas também é um custo maior para você atrair”, avaliou. Em entrevista ao Bahia Notícias, o secretário também fala sobre as estratégias para o Carnaval, o trabalho feito com o trade turístico e a expectativa de transformar a Baía de Todos os Santos em um novo ponto turístico de Salvador.

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Segunda, 28 de Novembro de 2016 - 11:00

Zé Neto

por Rebeca Menezes / Guilherme Ferreira | Fotos: Tiago Dias/ Bahia Notícias

Zé Neto
Líder da bancada do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Zé Neto (PT) assegura não ter problemas com o presidente da Casa, Marcelo Nilo. Ao comentar sua relação com os demais parlamentares, ele ressaltou que sempre busca um clima harmônico, que inclusive facilita a tramitação de projetos enviados pelo governador Rui Costa. "Quem está no dia a dia, sabe que se eu estiver em conflito com a presidência da Casa eu vou ter menos resultado", afirmou em entrevista ao Bahia Notícias. "Se eu evitar conflito e estiver sempre dialogando com ele pra mim é melhor e eu vou continuar fazendo isso", completou. Ao tratar da próxima eleição para presidência da AL-BA, no entanto, Zé Neto opta pelo distanciamento. Ele prefere não comentar uma eventual nova candidatura de Nilo e nem citar outros possíveis concorrentes. "Se tem uma coisa que eu aprendi na Assembleia é que não vale a pena dar opinião em situações que não vão criar resultado algum", resumiu. O futuro do parlamentar como líder do governo também é incerto. Zé Neto se coloca como um "soldado do projeto" e alega que ainda vai se encontrar com Rui Costa para discutir o assunto. "Onde for melhor eu estar, eu estarei", avaliou.

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Segunda, 21 de Novembro de 2016 - 11:00

Lúcio Vieira Lima

por Fernando Duarte / Rebeca Menezes

Lúcio Vieira Lima
O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) prevê muitos desafios a serem trabalhados na Comissão de Reforma Política da Câmara. O grupo, presidido pelo peemedebista baiano, terá que encontrar alternativas para o financiamento das campanhas e a forma de eleição dos parlamentares, mas a falta de ideias convergentes pode atrapalhar o avanço da discussão. “O principal desafio é aprovar a reforma política. [...] Essa eleição deixa claro que está totalmente esgotado. E isso é um consenso. Todo mundo sabe que precisa de modificações. O consenso sobre o esgotamento já há. O difícil é chegar ao consenso de quais mudanças”, avaliou. Em entrevista ao Bahia Notícias, Lúcio alerta sobre casos em que negociações se tornam “negociatas” e diz que a quantidade de partidos políticos gera distorções nas gestões do país. “Os partidos políticos menores são contra uma eventual cláusula de barreira. Por outro lado, tem a queixa da sociedade de que tem muito partido político e isso atrapalha. A queixa dos ocupantes de cargo do Executivo é no sentido de que isso implica no tal fisiologismo em nome da governabilidade. Porque você não tem ninguém que chegue ao poder, quer seja presidente ou governador, que tenha um partido que se apresente como maioria para aprovar as medidas necessárias”, explica. Além da quantidade de legendas, a possibilidade de reeleição também é um ponto polêmico e, para o deputado, cria condições para barganhas daqueles que esperam cargos e favores em troca de apoio na eleição. “Todo mundo sabe que a reeleição hoje que faz mal ao país, faz mal à democracia, porque quando a pessoa se elege, já começa a pensar na sua reeleição. [...] Ou seja, não quer tomar medidas impopulares visando a reeleição. Você fica eternamente negociando com os partidos políticos e mantém sempre aquela história do fisiologismo. Se chama governo de coalizão, mas na verdade é o governo da cooptação. Dar isso ou aquilo para esse ou aquele partido com o objetivo de ter o seu apoio para a sua reeleição”, critica.

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Segunda, 14 de Novembro de 2016 - 11:00

Dernival Oliveira

por Luana Ribeiro / Estela Marques | Fotos: Jamile Amine / Bahia Notícias

Dernival Oliveira
A Bahia é o quinto maior estado com produção de pescado, mas existe potencial para ultrapassar outras unidades da federação, como São Paulo, Santa Catarina e Espírito Santo. Isso porque temos 14 grandes barragens que ainda não estão sendo exploradas como poderiam. Quem fala isso é Dernival Oliveira, presidente da Bahia Pesca. A única empresa do país dedicada apenas à prática tem projetos que estimulam esse vetor de crescimento da atividade pesqueira na Bahia. Veja abaixo a entrevista completa para conhecer as intenções do governo do estado com pescadores e marisqueiras.

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