Sexta, 17 de Fevereiro de 2017 - 11:00

10 passos para sobrevivência das empresas do varejo

por Angelo Chaves

10 passos para sobrevivência das empresas do varejo
O momento econômico atual faz com que as empresas se reinventem, olhem para seus processos internos e para sua estrutura organizacional procurando entender como estão tributariamente, quais suas margens, exigindo que comecem a gerir a empresa por meio de um orçamento com objetivos e metas definidas diante da realidade do caixa. Ou seja, é na crise que as organizações se preocupam em identificar como preservar uma rentabilidade, sobretudo como otimizar sua operação para sobreviver ao período.

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Sexta, 10 de Fevereiro de 2017 - 12:00

Opções para a crise

por Francisco Viana

Opções para a crise
Claro, existem, mas é preciso ousar. É só se debruçar sobre o tabuleiro que se pode constatar as várias linhas de alternativas estratégicas. Novas eleições? Um governo de coalisão nacional? Mais investimentos por parte do Estado, em infra-estrutura sobretudo? O que não podemos é ficar de braços cruzados enquanto o desânimo e a desesperança minam o que um país pode ter de mais valioso, o ânimo para agir, a esperança de que a vida pode ser construtiva e o progresso econômico e cultural possível.

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Terça, 07 de Fevereiro de 2017 - 16:00

A taxa de lixo e os grandes geradores de resíduos sólidos em Salvador

por Oscar Mendonça

A taxa de lixo e os grandes geradores de resíduos sólidos em Salvador
O Código Tributário Municipal de Salvador-BA, em seu art. 160, § 4º, define quem são os grandes geradores de resíduos sólidos: “os proprietários, possuidores ou titulares de estabelecimentos públicos, institucionais, de prestação de serviços, comerciais e industriais, entre outros, exceto residenciais, geradores de resíduos sólidos em volume superior a 300 (trezentos) litros diários” e estabelece no §6º do mesmo artigo que esses geradores ficam dispensados do pagamento da taxa de lixo. Prevê ainda o “caput” deste artigo que o Poder Executivo poderá, em relação a esses grandes geradores, estabelecer um regramento específico, em especial quanto à obrigatoriedade de coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos gerados. Claro está, portanto, que a referida lei municipal instituiu uma isenção da taxa de lixo para os denominados grandes geradores.

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Terça, 31 de Janeiro de 2017 - 11:00

Odebrecht, ocaso de um ícone mundial

por Francisco Viana

Odebrecht, ocaso de um ícone mundial
Não tem mais solução. A Odebrecht pode mudar de nome, reduzir os negócios em até 60 por cento ou mais, e disseminar a ideia de que errou ao subornar políticos, mas mantém a excelência técnica, que de nada irá adiantar. A corporação, de 72 anos, ao ser envolvida à fundo nas denúncias da Operação Lava Jato assinou a sentença de morte da sua marca e, com ele, qualquer possibilidade de recuperar sua reputação.

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Sexta, 27 de Janeiro de 2017 - 16:00

O que vou fazer em Brasília

por Robinson Almeida

O que vou fazer em Brasília
Primeiramente, Fora Temer! Isso mesmo. A prioridade de minha atuação parlamentar como deputado federal é a defesa da Bahia e do povo brasileiro. Vou me somar à luta da sociedade pelo reestabelecimento da democracia no nosso país, como condição necessária para a retomada do desenvolvimento. Só um governo eleito pelo voto popular terá legitimidade para resolver a crise política, econômica e institucional que o golpe do impeachment mergulhou o Brasil.

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Segunda, 23 de Janeiro de 2017 - 16:00

A 'nova' taxa de lixo dos 'grandes geradores'

por Marcelo N. Nogueira Reis

A 'nova' taxa de lixo dos 'grandes geradores'
O legislador nacional, visando o controle do tratamento e destinação dos resíduos sólidos no País, aprovou, em 2010, a Lei nº 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos de forma a estreitar os laços entre os entes federativos para que, juntos, pudessem resolver os problemas ambientais e sociais advindos da grande produção de resíduos sólidos.

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Sexta, 13 de Janeiro de 2017 - 18:00

O ressurgimento do Dnocs

por Heraldo Rocha

O ressurgimento do Dnocs
O Brasil atravessa hoje um dos seus mais graves e prolongados períodos de seca da história. Já são cinco anos de período prolongado de estiagem e as perspectivas são de que se prolongue por, pelo menos, mais um ano. E, como tudo no Brasil é criado a partir das necessidades momentâneas prementes, há, por outro lado, o abandono e descaso federais com as estruturas montadas para dar suporte às carências do povo brasileiro. Foi assim com a criação do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), a mais antiga instituição federal com atuação no Nordeste.

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Terça, 10 de Janeiro de 2017 - 16:00

'Mim' libera ou não libera?

por Luiz Vasconcelos

'Mim' libera ou não libera?
Na última quinta-feira o Bahia Notícias publicou uma matéria informando que MC Beijinho, através das gravadoras Universal Music e Sony Music, teria notificado extrajudicialmente o cantor e compositor baiano Filipe Escandurras, sob a alegação de que o mesmo estaria interpretando a música e reproduzindo a música “Mim Libera Nega” em diversas mídias com o intuito de se auto promover. Mas será mesmo que o Filipe Escandurras estaria querendo se auto promover, reproduzindo uma música sem a autorização do compositor? Para entendermos melhor esta situação, faz-se necessário lembrarmos dos fatos ocorridos no final do ano passado.

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Terça, 03 de Janeiro de 2017 - 17:00

Réveillon de Salvador: uma sugestão

por Welber Santos

Réveillon de Salvador: uma sugestão
Sem entrar nos méritos de qualidade musical nem tampouco do montante investido na festa, creio que o evento precisa ganhar outros contornos em sua estrutura. Réveillon de Salvador tem o “status” de referência nacional, festa popular e vitrine, principalmente para os artistas, assim como é o nosso carnaval. Acontece que a prefeitura municipal, que capitaneia o evento, poderia aproveitar a oportunidade e estabelecer o mesmo como o palco de difusão dos artistas locais.

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Sexta, 30 de Dezembro de 2016 - 16:00

Feira de Santana, cidade solar

por Eduardo Athayde

Feira de Santana, cidade solar
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, estima que apenas sistemas solares instalados nos telhados das residências brasileiras poderiam gerar o equivalente a 165 gigawatts de energia (no trimestre encerrado em setembro, o consumo nacional de eletricidade alcançou 112.8 gigawatts/h). Eficiência energética limpa, de baixo carbono, foi um dos focos do Acordo de Paris, já globalmente em vigor.

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