Sexo no casamento traz mais felicidade do que para os solteiros, revela pesquisa

A rede social adulta Sexlog realizou uma pesquisa com seus usuários e revelou que as pessoas comprometidas estão mais felizes do que aquelas que estão sozinhas. De acordo com os dados, 22% dos casais deram nota dez para a vida sexual.


De acordo com o IG, a pesquisa indicou ainda que 75% dos parceiros garantem que têm melhorado a perfomance na cama após o casamento. As regiões com maior índice de aprovação da vida sexual conjugal é no Rio Grande do Sul (83%), seguido do Amazonas (81%).


Os casais demonstraram estar bastante otimistas e dedicados em não deixar as relações sexuais caírem na rotina. Dos entrevistados, 97% acreditam que é possível apimentar a relação mesmo depois de anos de casados.

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Disfunção erétil: Estudo indica que azeite é mais eficaz que viagra

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Atenas, na Grécia, sugeriu que os homens que consomem mais azeite tem um desempenho sexual melhor que os demais. Segundo o estudo, já foi comprovado que o azeite melhora a condição dos vasos sanguíneos e, consequentemente, a potência do homem. "O azeite e dieta mediterrânea já vêm sendo estudados há algum tempo, e o que se sabe é que o conjunto exercícios mais esta dieta melhora a saúde masculina e a disfunção erétil", diz o urologista da UNIFESP, Alex Meller.


No entanto, Meller afirma que não é possível comparar o azeite com o viagra, pois o medicamento é um tratamento pontual, já a dieta é algo que tem um efeito em longo prazo. De acordo com o IG, para o estudo fazer sentido, o especialista fala que é preciso apostar em uma mudança na alimentação e no estilo de vida, e o azeite está entre os alimentos que ajuda nesse processo.

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Quinta, 20 de Setembro de 2018 - 21:10

Estudo revela nova forma de estimular orgasmo feminino

Estudo revela nova forma de estimular orgasmo feminino

Pesquisadores da Universidade de Michigan nos Estados Unidos revelaram que tratamentos de neuromodulação para disfunção da bexiga também influenciam positivamente as funções sexuais das mulheres.

 

De acordo com o site Womens Health Brasil, a estimulação acontece em um ponto próximo ao nervo tibial, encontrado no tornozelo. Apesar de os pesquiadores ainda não saberem ao certo como e porque isso acontece, eles acreditam que exista uma interação entre os nervos de ambas as áreas.


O estudo foi realizado inicialmente em ratos, com estímulos nos nervos do tornozelo e das regiões genitais. Após 15 a 30 minutos, houve um aumento significativo no fluxo sanguíneo vaginal, aumentando a sensibilidade da região.


Com isso, os pesquisadores também realizaram a terapia com nove mulheres que se submeteram a 12 sessões de meia hora de estímulo. O resultado foi que oito delas relataram uma excitação mais intensa, melhora na lubrificação vaginal ou capacidade de atingir novamente o orgasmo.

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Orgasmômetro: Pesquisadores criam escala para medir orgasmo feminino

Um estudo publicado na revista Plos One mostra uma pesquisa sobre a intensidade do orgasmo para entender os fatores que os influenciam. Com isso, pesquisadores italianos criaram uma escala que pudesse medir se o orgasmo foi suave ou intenso.


O orgasmômetro tem o objetivo de mostrar se a disfunção sexual feminina era acompanhada de um orgasmo menos intenso. A pesquisa foi realizada com 526 mulheres, de 19 a 35 anos, que responderam uma série de perguntas voltadas ao sexo, como por exemplo, se sofriam algum tipo de disfunção.


As mulheres responderam sobre a intensidade do orgasmo que estavam acostumadas a experimentar, com base no orgasmômetro. A intensidade poderia variar de zero (para as que tem um orgasmo parado), até dez (para as que tem orgasmo intenso).


De acordo com o IG, o resultado da pesquisa mostrou que mulheres com disfunção tem orgasmos menos intensos. Outro dado encontrado foi que a frequência de masturbação está relacionada a intensidade do orgasmo, assim como a lubrificação e a satisfação com a atividade sexual.

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Mulher morre de overdose após fazer sexo oral em médico que a tratava

Uma mulher, de 38 anos, morreu de overdose ao fazer sexo oral no médico Andreas David Niederbichler, de 42. De acordo com o site “Bild”, a denúncia foi feita pelo pai da vítima. O pai afirma que a filha, a cabeleireira Yvonne M, não sabia que o médico colocou cocaína no pênis. O médico tratava a cabelereira de tendinite e acabaram tendo um caso.

 

O médico a operou por duas vezes e prometeu para a família que iria curá-la da doença. O pai ainda disse que se ela tivesse morrido em um acidente, poderia lidar com a situação, mas não consegue por conta das circunstâncias da morte. Andreas trabalhava como cirurgião de mãos em uma clínica de Halberstadt, na Alemanha. Ele foi preso. De acordo com investigação, o médico já tinha posto cocaína no pênis durante sexo com outras duas mulheres. Nenhuma delas morreu.

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Dia do Sexo: Pesquisa revela que 47% dos jovens não costumam usar preservativos no sexo

Uma pesquisa realizada pelo DKT International revelou que 47% dos jovens, entre 14 e 24 anos, afirmaram que não costumam utilizar preservativos nas relações sexuais.


O estudo apontou ainda que 74,8% dos participantes nunca fizeram teste de HIV e 21,6% dizem acreditar que existe cura para a AIDS.


"Queremos que os jovens tenham ciência da importância do cuidado pessoal e da sáude sexual, além de quebrar o tabu de que comprar camisinha é coisa de homem e tornar a compra do preservativo uma coisa natural também para as mulheres", afirmou o gerente de marketing da DKT International, Francisco Angelo.


De acordo com o Observatório, a estudo entrevistou mais de 1.500 pessoas em todo o Brasil.

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Dia do Sexo: 92% dos brasileiros consideram música essencial durante o sexo

Uma pesquisa realizada pela plataforma de streaming Deezer apontou que 92% dos brasileiros acreditam que a música pode melhorar a performance na "hora H". O estudo foi feito através de uma consulta online com dois mil brasileiros entre 2016 e 2017. 


Segundo o relatório, 52% preferem ouvir canções, 37% preferem beber vinho e mais 37% apreciam uma lingerie especial no corpo do parceiro. Outros fatores também foram considerados: 36% gostam de diminuir as luzes do ambiente, 13% bebem um drinque e 8% comem chocolate. 


De acordo com os participantes da pesquisa, 48% acreditam que ouvir música sempre turbina a relação, enquanto 37,65% disseram que "sim, às vezes" e outros 6,04% responderam "sim, mas ainda não pensei sobre isso". 


Entre os gêneros mais populares para a trilha sonora estão o pop (35%) e o rock (23%). Além disso, 63% consideram a música obrigatória na relação sexual, 30% afirmaram que ficam mais excitados e 27% acreditam que as músicas apenas tornam o sexo melhor. 

Segundo informações da Revista Galileu, a pesquisa também foi aplicada em outros países. O Brasil ficou em primeiro lugar (86%), seguido dos Estados Unidos (73%) e a Alemanha com (64%).

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Pesquisa revela que WiFi é mais importante e indispensável do que sexo
Uma pesquisa realizada pela empresa iPass revelou que ter uma conexão WiFi constante ao longo do dia é mais importante e indispensável do que o sexo. Segundo o TecMundo, a entrevista foi realizada com 1,7 mil pessoas nos Estados Unidos e na Europa.

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Mulher que tentava engravidar há 4 anos descobre que ainda é virgem

Após quatro anos de tentativas, um casal de chineses descobriu que a mulher não conseguia engravidar por ainda ser virgem. O casal procurou um obstetra na cidade de Bijjie, na China, que revelou, após exame físico, que os mesmos só faziam sexo anal.

 

De acordo com a Revista Crescer, a esposa relatou ao médico que achava a experiência dolorosa, mas "silenciosamente disse a si mesma que tinha que suportar isso para poder um dia abraçar seu filho". O obstetra entregou ao casal um manual de educação sexual para que soubessem que, para ter filhos, é preciso recorrer a outro tipo de sexo.

 

Alguns meses depois, o casal presenteou o obstetra com 100 ovos e uma galinha viva como agradecimento por finalmente ter conseguido engravidar. O médico disse ainda que, embora seja raro, muitas pessoas não sabem como fazer sexo para ter filhos.

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Cidade de Guadalajara, no México, aprova sexo em lugares públicos

A cidade mexicana de Guadalajara aprovou mudança de lei que permite que as pessoas façam sexo em público. De acordo com o jornal The Independent, o objetivo é que a polícia deixe de extorquir os casais e se concentre em crimes mais sérios.

 


O projeto diz que "ter relações sexuais ou cometer atos de exibicionismo de natureza sexual em locais públicos, terrenos baldios, dentro de veículos ou em locais privados à vista do público será considerado ofensa administrativa, desde que um cidadão solicite a intervenção da polícia".

 


Guadalupe Morfin Oterno, a vereadora que propôs a mudança, citou uma pesquisa entre estudantes universitários na qual 90% disseram ter sofrido extorsão por policiais que os acusavam de atos imorais ou exibicionismo.

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