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Anvisa nega ter recebido pedido para testes clínicos de vacina em spray para Covid-19
Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou que tenha recebido do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da USP o protocolo com os primeiros dados e documentos sobre a vacina contra Covid-19 em formato de spray.

 

Na semana passada a entidade ligada à Universidade de São Paulo (USP) anunciou que enviou à agência, na quinta-feira (21), o pedido de autorização para os testes clínicos da vacina em spray. Na ocasião, o Incor informou que a ideia é iniciar as fases 1 e 2 do estudo em 2022. O documento detalhava aspectos técnicos e metodológicos do imunizante em avaliação (leia mais aqui).

 

Na nota divulgada pela Anvisa nesta terça-feira (26), o órgão sanitário destaca que o produto está em fase de desenvolvimento e foi apresentado apenas em uma reunião com a Agência, realizada no último dia 19 de outubro (lembre aqui).

 

De acordo com a apresentação técnica feita pelos pesquisadores, o projeto está em fase pré-clínica e ainda não cumpriu com as etapas de pesquisa necessárias para o teste em pessoas, destacou a Anvisa.

 

A agência também informou que a orientação dfeita para os desenvolvedores da vacina em spray foi que os dados sejam apresentados em submissão contínua para pesquisa clínica. Isso significa que os desenvolvedores podem ir apresentando as informações na medida em que elas estão sendo produzidas. O objetivo é que a Agência possa avaliar as vacinas com mais agilidade no momento em que elas estiverem prontas para que sejam iniciados os testes em humanos.

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