Com venda, Aliança vai se comparar ao Sírio-Libanês e ao Albert Einstein, projeta diretor
Foto: Henrique Mendes/G1

Com a venda para a Rede D’Or (leia mais aqui), o Aliança poderá ser comparado a hospitais como o Sírio-Libanês e o Albert Einstein. É o que estima o superintendente médico do equipamento, Raymundo Paraná. 

 

“Ninguém precisará mais sair da Bahia para qualquer tratamento médico, por mais complexo que seja”, diz. A rede trará um segmento ao Aliança chamado de Star. “É um segmento diferenciado, com alta tecnologia e alto padrão de hotelaria e de serviço. Esse modelo que foi trazido, que é o primeiro do Nordeste”, explica. 

 

Segundo Paraná, além do valor de R$ 800 milhões que a Rede D’Or desembolsou para comprar o hospital, serão feitos investimentos na ordem de R$ 300 milhões para a ampliação da unidade hospitalar, com a expectativa do equipamento atingir 300 leitos. “Vai gerar empregos, porque vai ampliar o número de leitos do hospital, e trazer também tecnologias de ponta que se encontram mais no eixo Rio-São Paulo”, projeta.

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