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Sesab pretende ampliar projeto de mosquitos Aedes aegypti modificados geneticamente
Foto: Divulgação
A ampliação do projeto de desenvolvimento de mosquitos Aedes aegypti é uma das estratégias da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) para combate a doenças como dengue, zika e chikungunya, anunciou o gestor da pasta, Fábio Vilas-Boas. O projeto deve ser expandido para, pelo menos, as 20 cidades com maior incidência de arboviroses em todo o estado. Durante visita à empresa Moscamed, única biofábrica de insetos do Brasil, localizada no município de Juazeiro, o secretário solicitou um cronograma e previsão de investimento para a expansão do projeto, que será desenvolvido sob a coordenação do subsecretário da Saúde, Roberto Badaró. "Temos a convicção de que estratégias alternativas de combate ao mosquito devem ser estimuladas, pois ele se tornou a principal ameaça à saúde pública do país, visto que é vetor de transmissão da dengue, chikungunya e zika", ressaltou Vilas-Boas. O projeto da Sesab inclui ainda a utilização de aplicativos para smartphones nas plataformas Android e iOS. A ideia, segundo o órgão, é que qualquer pessoa possa avisar aos órgãos competentes o local exato de incidência dos focos do mosquito, utilizando para isso o GPS como tecnologia para o georreferenciamento. De acordo com a superintendente da Moscamed, Carla Santos, o projeto atualmente encontra-se em fase de manutenção da colônia e monitoramento em campo. Dados apontam para a redução de até 80% no número de ovos e mosquitos selvagens, nas localidades onde houve a liberação do mosquito transgênico.

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