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Viver bem: No Dia Mundial de Combate ao Estresse, psicóloga explica os impactos à saúde
Foto: Divulgação

Irritabilidade, aceleração cardíaca, alterações na pele como coceira ou vermelhidão, variação de humor, tristeza prolongada, dor de estômago ou enjôo, dor de cabeça e até perda de peso, são alguns sinais e sintomas que o corpo começa a emitir quando está passando pelo estresse. Para conscientizar e alertar a população sobre os perigos dessa reação para a manutenção da saúde e bem-estar, nesta quinta-feira, 23 de setembro, é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Estresse. 

 

De acordo com a psicóloga do Sistema Hapvida, Geane Santos, o estresse é uma resposta física, orgânica ou mental a situações novas ou vistas como ameaçadoras, que impossibilita o indivíduo ter condições de agir, ao mesmo tempo que pode impossibilitar de responder de forma desejada. O estresse está associado a vários fatores, mas é fundamental saber distingui-lo da ansiedade. "Ele tende a ser uma reação momentânea e pode ser encarado como uma fonte motivadora ou um bloqueio. Já a ansiedade é algo que perdura, é um sentimento de angústia que não passa", afirma a especialista, que alerta sobre os impactos que o estresse pode causar à saúde mental e física.

 

Na forma física, o indivíduo sente alguns efeitos, tais como enxaqueca, fadiga, dor de estômago, náusea, diarréia, ingestão aumentada de alimentos ou diminuição e vice-versa. No entanto, no âmbito mental e emocional, o estresse prolongado pode acarretar em uma série de problemas, como a depressão, ansiedade e até a  Síndrome de Burnout - mais conhecida como um estresse crônico proveniente do esgotamento físico profissional. Segundo uma pesquisa da Associação Internacional de Manejo do Estresse (ISMA), 72% dos brasileiros sofrem com estresse no trabalho, 32% destes têm Burnout, diagnóstico cada vez mais comum em meio a pandemia da covid-19.

 

A psicóloga cita algumas atitudes simples que podem ajudar a amenizar os sintomas do estresse no dia-a dia: praticar atividade física regularmente ou três vezes na semana; ter bons hábitos alimentares; saber administrar o tempo entre o trabalho e o lazer, principalmente, aqueles que atuam em home office. "Essa mistura do ambiente casa e trabalho tem trazido uma dificuldade de conciliar e definir os momentos de trabalho e os momentos de lazer e de família", pondera a especialista, que ainda reforça, que combater o estresse em qualquer ambiente deve fazer parte do ciclo de autocuidado e bem-estar de todos.

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