Cientistas defendem aumento de impostos sobre carne ultraprocessada
O aumento de impostos sobre alimentos ultraprocessados reduziria 222 mil mortes por ano em todo o mundo, de acordo com pesquisdores da Universidade de Oxford, no Reino Unido. A equipe defende que a medida ainda geraria uma economia anual de US$ 40 bilhões (R$ 150 bilhões).

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Pesquisa revela ingestão regular de plástico entre os seres humanos
Pesquisadores da Universidade de Medicina de Viena e da Agência de Meio Ambiente da Áustria revelou que as pessoas ingerem, regularmente, pelo menos nove tipos de plástico. Com isso, há um envenenamento.

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Embalagem criada por brasileiros muda de cor quando alimento estraga
Um grupo de alunos e ex-alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) criaram uma embalagem que muda de cor quando o alimento se torna impróprio para consumo. Segundo o jornal Extra, a coloração esverdeada ou rosada no Plasticor indica se a comida está estragada.

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Mais da metade dos jovens acompanhados pela atenção básica do SUS se alimentam mal
Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde apontam que, em 2017, 55% dos adolescentes acompanhados pela atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS) consumiram produtos industrializados regularmente, como macarrão instantâneo, salgadinho de pacote ou biscoito salgado. Além disso, 42% deles ingeriram hambúrguer e embutidos e 43%, biscoitos recheados, doces ou guloseimas. Os números foram divulgados nesta terça-feira (16), em razão do Dia Mundial da Alimentação.

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Comer muito bacon e salsicha contribui para o câncer de mama, aponta estudo

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revelou que o alto consumo de bacon, salsicha e salame está associado a maior probabilidade de câncer de mama. 


De acordo com o Super Interessante, a pesquisa, divulgada no International Journal of Cancer, apontou que o risco de desenvolver a doença se mostrou 9% maior entre aquelas que comem esses alimentos com frequência.


Pela análise dos estudos, os cientistas concluíram que a propensão ao câncer de mama é 6% maior entre as mulheres que não abrem mão do consumo do hot-dog ou x-bacon. A pesquisa, no entanto, não apontou um mecanismo de causa e efeito entre o consumo de carne processada e o câncer de mama.

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Consumo de três porções de laticínios por dia reduz risco de doenças cardíacas
Apesar de serem considerados muitas vezes inimigos da boa forma e saúde, os laticínios podem ser uma forma de proteção contra doenças do coração e derrames. Um estudo desenvolvido na Universidade McMaster, no Canadá, concluiu que o consumo de três porções de produtos lácteos por dia está relacionado a menores taxas de mortalidade e incidência de problemas cardiovasculares, em comparação com pessoas que consomem meia porção diária.

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Segunda, 03 de Setembro de 2018 - 13:10

Aquecimento global pode reduzir teor nutritivo dos alimentos

Aquecimento global pode reduzir teor nutritivo dos alimentos
O aquecimento global pode tornar os alimentos menos nutritivos, com baixos níveis de proteína, zinco e ferro. A informação foi revelada por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

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Pesquisadora diz que óleo de coco é 'veneno' e 'uma das piores coisas que alguém pode comer'

Uma pesquisadora da Universidade de Harvard revelou, em vídeo no YouTube, que o óleo de coco é "veneno puro". Em palestra intitulada "Óleo de Coco e outros Erros Nutricionais", Karin Michel disse que o produto "é uma das piores coisas que alguém pode comer". Segundo ela, o óleo de coco é mais perigoso do que banha por conter ácidos graxos saturados, que aumentam os níveis de colesterol e poderiam entupir as artérias coronárias.


De acordo com o Estadão, a Sociedade Brasileira de Endrocrinologia e Metabologia (Sbem) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Sídrome Metabólica (Abeso) dizem que também não recomendam o uso regular de óleo de coco como óleo de cozinha, devido ao seu alto teor de gorduras saturadas e próinflamatórias. "O uso moderado de óleos vegetais com maior teor de gorduras insaturadas (como soja, oliva, canola e linhaça) é preferível para redução de risco cardiovascular."


Cientistas mencionados pelo periódico The New York Times apontam que ainda não existem dados científicos que mostrem que seu consumo traga benefícios, enquanto, por outro lado, ainda existem recomendações para que se reduza o consumo de gordura saturada a fim de evitar problemas cardíacos.

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Estudo mostra que consumir pouco carboidrato pode reduzir expectativa de vida

Um estudo publicado nesta sexta-feira (17), na revista científica "The Lancet" revelou que evitar a ingestão de carboidratos pode reduzir a expectativa de vida. A pesquisa concluiu que pessoas jovens que obtêm quase metade de suas calorias diárias de carboidratos vivem em média vários anos a mais do que aquelas que seguem dietas com muita carne e pouco carboidrato. 


Para os pesquisadores, uma alimentação com poucos carboidratos fornece menos de 40% do total de energia. A coordenadora do estudo, Sara Seidelmann, destaca que "as dietas com poucos carboidratos que os substituem por proteínas ou gorduras são cada vez mais populares como estratégia saudável ou de perda de peso", mas complementa: "Nossos dados, no entanto, sugerem, que uma dieta com base em produtos animais e baixa em carboidratos pode estar associada a uma expectativa de vida menor e não deveria ser incentivada."


De acordo com o Estadão, a pesquisa foi realizada de acordo com históricos médicos de 15,5 mil pessoas com idades entre 45 e 64 anos. Os participantes responderam questionários detalhados sobre seus hábitos alimentares. Ao longo de 25 anos, mais de 6 mil deles morreram. As pessoas que obtinham entre 50% e 55% de suas calorias dos carboidratos viveram em média quatro anos a mais do que as pessoas com dietas reduzidas nesses alimentos, e um ano a mais do que aquelas cuja alimentação tinha índice elevado de carboidratos.

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Estudo sugere que se alimentar tarde prejudica perda de peso

O horário das refeições pode influenciar na perda de peso, aponta um estudo desenvolvido na Universidade de Múrcia (Espanha) e na Universidade Tufts (Estados Unidos). Pessoas que se alimentam mais tarde têm mais dificuldade para eliminar peso do que aqueles que comem mais cedo. Segundo o jornal Extra, foram reunidas 420 pessoas para um tratamento de perda de peso com duração de 20 semanas. "Novas estratégias terapêuticas devem incorporar não apenas a ingestão calórica e a distribuição de macronutrientes, mas também o tempo de alimentação", sugerem os pesquisadores. O objetivo dos cientistas é relacionar os resultados ao "relógio biológico" humano. 

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