Consumo de três porções de laticínios por dia reduz risco de doenças cardíacas
Apesar de serem considerados muitas vezes inimigos da boa forma e saúde, os laticínios podem ser uma forma de proteção contra doenças do coração e derrames. Um estudo desenvolvido na Universidade McMaster, no Canadá, concluiu que o consumo de três porções de produtos lácteos por dia está relacionado a menores taxas de mortalidade e incidência de problemas cardiovasculares, em comparação com pessoas que consomem meia porção diária.

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Segunda, 03 de Setembro de 2018 - 13:10

Aquecimento global pode reduzir teor nutritivo dos alimentos

Aquecimento global pode reduzir teor nutritivo dos alimentos
O aquecimento global pode tornar os alimentos menos nutritivos, com baixos níveis de proteína, zinco e ferro. A informação foi revelada por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

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Pesquisadora diz que óleo de coco é 'veneno' e 'uma das piores coisas que alguém pode comer'

Uma pesquisadora da Universidade de Harvard revelou, em vídeo no YouTube, que o óleo de coco é "veneno puro". Em palestra intitulada "Óleo de Coco e outros Erros Nutricionais", Karin Michel disse que o produto "é uma das piores coisas que alguém pode comer". Segundo ela, o óleo de coco é mais perigoso do que banha por conter ácidos graxos saturados, que aumentam os níveis de colesterol e poderiam entupir as artérias coronárias.


De acordo com o Estadão, a Sociedade Brasileira de Endrocrinologia e Metabologia (Sbem) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Sídrome Metabólica (Abeso) dizem que também não recomendam o uso regular de óleo de coco como óleo de cozinha, devido ao seu alto teor de gorduras saturadas e próinflamatórias. "O uso moderado de óleos vegetais com maior teor de gorduras insaturadas (como soja, oliva, canola e linhaça) é preferível para redução de risco cardiovascular."


Cientistas mencionados pelo periódico The New York Times apontam que ainda não existem dados científicos que mostrem que seu consumo traga benefícios, enquanto, por outro lado, ainda existem recomendações para que se reduza o consumo de gordura saturada a fim de evitar problemas cardíacos.

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Estudo mostra que consumir pouco carboidrato pode reduzir expectativa de vida

Um estudo publicado nesta sexta-feira (17), na revista científica "The Lancet" revelou que evitar a ingestão de carboidratos pode reduzir a expectativa de vida. A pesquisa concluiu que pessoas jovens que obtêm quase metade de suas calorias diárias de carboidratos vivem em média vários anos a mais do que aquelas que seguem dietas com muita carne e pouco carboidrato. 


Para os pesquisadores, uma alimentação com poucos carboidratos fornece menos de 40% do total de energia. A coordenadora do estudo, Sara Seidelmann, destaca que "as dietas com poucos carboidratos que os substituem por proteínas ou gorduras são cada vez mais populares como estratégia saudável ou de perda de peso", mas complementa: "Nossos dados, no entanto, sugerem, que uma dieta com base em produtos animais e baixa em carboidratos pode estar associada a uma expectativa de vida menor e não deveria ser incentivada."


De acordo com o Estadão, a pesquisa foi realizada de acordo com históricos médicos de 15,5 mil pessoas com idades entre 45 e 64 anos. Os participantes responderam questionários detalhados sobre seus hábitos alimentares. Ao longo de 25 anos, mais de 6 mil deles morreram. As pessoas que obtinham entre 50% e 55% de suas calorias dos carboidratos viveram em média quatro anos a mais do que as pessoas com dietas reduzidas nesses alimentos, e um ano a mais do que aquelas cuja alimentação tinha índice elevado de carboidratos.

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Estudo sugere que se alimentar tarde prejudica perda de peso

O horário das refeições pode influenciar na perda de peso, aponta um estudo desenvolvido na Universidade de Múrcia (Espanha) e na Universidade Tufts (Estados Unidos). Pessoas que se alimentam mais tarde têm mais dificuldade para eliminar peso do que aqueles que comem mais cedo. Segundo o jornal Extra, foram reunidas 420 pessoas para um tratamento de perda de peso com duração de 20 semanas. "Novas estratégias terapêuticas devem incorporar não apenas a ingestão calórica e a distribuição de macronutrientes, mas também o tempo de alimentação", sugerem os pesquisadores. O objetivo dos cientistas é relacionar os resultados ao "relógio biológico" humano. 

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Pesquisa mostra que 80% dos brasileiros se esforçam para manter alimentação saudável

A maioria dos brasileiros se esforça para manter uma alimentação saudável, buscando consumir produtos mais frescos e nutricionalmente ricos. O resultado faz parte de levantamento inédito realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).  Segundo informações da Agência Brasil, oito em cada dez brasileiros afirmam que se esforçam para ter uma alimentação saudável e 71% dos entrevistados apontam que preferem produtos mais saudáveis, mesmo que tenham que pagar caro por eles. O mesmo percentual (71%) admite estar satisfeito com a própria alimentação. A pesquisa ouviu 3 mil pessoas com mais de 16 anos em 12 regiões metropolitanas brasileiras, entre setembro e outubro do ano passado. A margem de erro é de 1.8 pontos percentuais. O levantamento também compara os resultados atuais com o último estudo, feito em 2010. Apesar da constatação de que os brasileiros têm buscado se alimentar melhor, a pesquisa verificou algumas contradições. A percepção de “ter comido demais” aumentou nos últimos sete anos, passando de 52% em 2010 para 56% no ano passado. Na hora de escolher entre um alimento mais saudável e outro com melhor sabor, 61% admitiram preferir aqueles mais saborosos – alta de cinco pontos percentuais em relação a 2010. O índice de brasileiros que consideram a comida saudável muito sem gosto também é significativo, de 54% em 2010 e 52% em 2017.

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Anvisa abre consulta sobre rotulagem de alimentos; saiba como opinar

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu a possibilidade do envio de contribuições para melhorar a informação nutricional em rótulos de alimentos. De acordo com a entidade, o objetivo é facilitar a compreensão das principais propriedades nutricionais e reduzir as situações que geram engano quanto à composição dos produtos. Na semana passada, a diretoria colegiada da agência aprovou um relatório preliminar de análise de impacto regulatório que investiga as alternativas apresentadas por algumas entidades para a Anvisa, além de experiências internacionais de rotulagem. O documento está disponível na aba Tomada Pública de Subsídios, no site da Anvisa (clique aqui). As contribuições devem ser enviadas via formulário de participação, que possui quatro seções: percepção da sociedade (duas perguntas), análise do impacto regulatório (nove perguntas), design gráfico e comunicação (dez perguntas) e prazo de adequação (uma pergunta). De acordo com comunicado da Anvisa, as mudanças são necessárias porque o modelo atual dificulta o uso da rotulagem nutricional pelos consumidores por problemas de identificação visual, pelo baixo nível de educação e de conhecimento nutricional. Também há confusão sobre a qualidade dos ingredientes e problemas de veracidade das informações, além do uso de termos técnicos e matemáticos, entre diversos outros motivos.

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Alimentos com muito açúcar terão alerta para consumidor, afirma ministro da Saúde

O Brasil vai adotar medidas para alertar o consumidor sobre o excesso de açúcar em alimentos processados. De acordo com anúncio feito nesta terça-feira (22) pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, o alerta estará contido no rótulo dos produtos. "Estamos engajados na adoção de políticas concretas e efetivas para conter o avanço da obesidade. O Brasil adotará medidas para alertar sobre o excesso de açúcar no rótulo de alimentos processados, e, assim, os consumidores poderão fazer escolhas mais saudáveis. Também estamos estruturando medidas para reduzir o açúcar nesses alimentos", afirmou na plenária da 71ª Assembleia Mundial da Saúde, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o encontro, em Genebra, o governo brasileiro apresentou proposta de nova rotulagem de alimentos e também de um acordo com a indústria para redução de açúcar em alimentos ultraprocessados. As medidas, segundo a pasta, têm o objetivo de facilitar a compreensão do consumidor e trazer orientações claras para escolhas mais saudáveis. Dados da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2017, apontam que o excesso de peso atinge 54% da população nas capitais do país, e 18,9% estão obesos. No Brasil, a discussão sobre um novo modelo de rotulagem é conduzida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A proposta da entidade é que o rótulo seja fixado na parte frontal do produto, com advertências em relação ao excesso de nutrientes que podem trazer malefícios a saúde, como sódio, gordura e açúcares.

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Anvisa quer advertência para altos teores de gordura, açúcar e sal em alimentos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (21) um relatório preliminar sobre mudanças nas regras para a rotulagem nutricional de alimentos e bebidas. Ainda em discussão, a medida determina a presença de rótulos de advertência para altos teores de gordura, açúcar e sal nos produtos. Além disso, a Anvisa quer facilitar a comparação entre os alimentos e aprimorar a precisão dos valores nutricionais declarados pela indústria. De acordo com a agência, serão necessárias mudanças porque o modelo atual dificulta a compreensão da rotulagem nutricional pelos consumidores por problemas de identificação visual, pelo baixo nível de educação e conhecimento nutricional. O diretor-presidente da Anvisa e relator do documento, Jarbas Barbosa, ressaltou durante reunião que a rotulagem deve ser simples e compreensível, tanto em termos de informação quanto visualmente. Com a aprovação interna do relatório preliminar de Análise de Impacto Regulatório (AIR), o estudo para proposição de novas regras para a rotulagem de alimentos segue para  etapas de participação social: realização de Tomada Pública de Subsídio (TPS) por 45 dias, mecanismo de consulta aberta à sociedade que tem o objetivo de coletar dados e críticas fundamentadas sobre a análise no relatório realizado; e pesquisas com a população brasileira sobre os modelos selecionados como possibilidades para a solução de problemas referentes à rotulagem. 

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Alface contaminada causa morte nos EUA; foram registrados 149 casos em 29 estados

O consumo de alface contaminada causou uma morte, nos Estados Unidos, e levou 64 pessoas ao hospital. De acordo com dados do Center for Disease Control (CDC), um total 149 pessoas passaram mal até o momento, em 29 estados. O problema está relacionado à alface romana plantada em Yuma, no estado do Arizona, e comercializada em todo o país. O alimento está contaminado com a bactéria Escherichia coli, que provoca sintomas tradicionais de infecção, como diarréia e vômito. Em alguns casos, a contaminação pode produzir uma toxina que causa síndrome hemolítico-urêmica, um tipo de comprometimento renal que pode levar à morte ou deixar sequelas permanentes. Segundo a revista Super Interessante, ainda não há informações de como a alface foi contaminada. O governo dos EUA ainda não determinou o recolhimento dos pés de alface. Até o momento, há apenas uma orientação para que a população não consuma o produto de Yuma.

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