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Redução de sódio em alimentos industrializados pode evitar 2,6 mil mortes em 20 anos
Caso o sódio dos alimentos industrializados no Brasil seja reduzido voluntariamente, um estudo estima que seriam prevenidos 180 mil novos diagnósticos de doenças cardiovasculares associadas à hipertensão. Além disso, também seriam evitadas 2,6 mil mortes decorrentes dessas doenças em um período de 20 anos. As conclusões são de um estudo conduzido pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade de Liverpool, no Reino Unido. As informações foram publicadas em reportagem do Estadão.

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Brasileiro gasta mais com pão francês do que com frutas, arroz e feijão, mostra estudo

Uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) identificou que apenas dez produtos concentram quase metade do consumo alimentar da população brasileira. O professor de Economia da universidade que conduziu o estudo, Walter Belik, concluiu que a dieta do brasileiro está monótona.

 

Juntos: arroz, feijão, pão francês, carne bovina, frango, banana, leite, refrigerantes, cervejas e açúcar cristal compõe mais de 45% do cardápio do brasileiro, enquanto representam cerca de 35% do seu gasto em alimentação.

 

Outra conclusão foi de que o prato do brasileiro costuma ter uma quantidade grande de carboidrato e pouca variedade de vitaminas.

 

Reportagem do portal Viva Bem sobre o estudo ressalta que os brasileiros gastam por mês com pão francês (cerca de R$ 1,2 bilhão) quase o dobro do que gasta com banana (R$ 410 mi), laranja (R$ 163 mi) e maçã (R$ 162 mi) juntos.

 

Outra comparação mostra que os gastos com pão francês, que também é conhecido como pão de sal, superam as despesas com o arroz (R$ 821 mi) e o feijão (R$ 408 mi). 

 

Aqueles alimentos campeões em despesas são as carnes bovina (R$ 2,8 bi) e de frango (R$ 1,7 bi), ressalta a reportagem.

 

Os dados ainda mostram que os legumes e verduras compõem apenas cerca de 4% do consumo alimentar, mesma porcentagem das frutas.

 

O estudo foi realizado em parceria com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) e apoiado pelo Instituto Ibirapitanga e Instituto Clima e Sociedade. 

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Aumenta consumo de frutas, hortaliças e feijão entre brasileiros durante pandemia
O consumo de alimentos in natura cresceu entre os brasileiros durante a pandemia do coronavírus. A conclusão é do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP). Os pesquisadores deram início, em janeiro de 2020, a um dos maiores estudos em alimentação e saúde do país, o Estudo NutriNet Brasil.

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Pós-carnaval: veja o que comer para se recuperar após excessos
Após longos dias de muita folia no Carnaval, o corpo sente o desgaste físico e o excesso no consumo de bebida alcoólica. O folião sente mais cansaço que o normal e dores no corpo. Nutricionista do Grupo de Pesquisa em Avaliação do Consumo Alimentar da Universidade de São Paulo (GAC/USP), Laís Duarte Batista explica o processo. 

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ONU quer impostos mais altos para alimentos com excesso de açúcar
A relatora especial da ONU sobre o direito à alimentação, Hilal Elver, defendeu ao Estadão o aumento dos impostos sobre as refeições com excesso de açúcar, para que as pessoas "pensem duas vezes" antes de comprar o produto. Ela ainda fez comparações com a tributação do tabaco.

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