Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Quinta, 27 de Janeiro de 2011 - 00:00

Tecnovia: Grande entrave está na câmara

Foto: Maiana Marques/BN

Vereadores precisam votar na isenção dos impostos para que o parque não perca investimentos

Para o superintendente responsável diretamente pelo Parque Tecnológico, o problema preocupa o Estado, embora o maior entrave se encontre na Prefeitura e na Câmara de Salvador. “É claro que preocupa. Preocupa sim. Mas como precisamos também de articulação com a prefeitura, e dado o momento que esta se encontra visto a dificuldade financeira, houve uma demora para os encaminhamentos”, afirmou. “Encaminhamento” seria o projeto de recomposição específica do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) para a área. Na primeira reforma tributária, em 2009, o Município acabou por anular o acordo que tinha com o governo e as empresas sobre a isenção de parte dos impostos, que ficariam em torno de 2%. “Esse é o diferencial competitivo para que as empresas de TI, como a Portugal Telecom, se instalem no Parque”, explicou Vinícius. Com o descuido, um projeto específico para o parque teve que ser reenviado à Câmara de Vereadores, onde aguarda para ser votado. De acordo com o presidente da Casa, Pedro Godinho (PMDB), o tema ainda será discutido pelos edis. “A partir da reabertura dos trabalhos vamos nos reunir com as lideranças para estabelecer os detalhes”, afirmou. Já o líder da oposição, Henrique Carballal (PT), um dos primeiros a perceberem a "patinada" da administração municipal, pede pressa e critica a situação criada pela própria prefeitura, que agora corre contra o tempo para não perder mais investimentos. “É mais uma prova da incompetência dos gestores da prefeitura. Como é que vamos conseguir atrair empreendimentos dessa forma? Ou a sociedade reage, ou nós vamos passar por muitas dificuldades”, criticou.

Histórico de Conteúdo