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Casos de violência motivam servidores municipais da Saúde a parar na próxima terça
Caps de São Caetano está fechado após assalto | Foto: Reprodução / Leitor BN

Os trabalhadores da rede municipal de saúde de Salvador irão paralisar as atividades na próxima terça-feira (31). Na data, os servidores irão "cruzar os braços" por 72 horas para protestar contra os casos de violência registrados em seus locais de trabalho.

 

Uma assebleia realizada durante a tarde de ontem (24) culminou na manifestação. A motivação da paralisação chegou a ser divulgada pelo Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) nesta terça, mas, por conta de uma nota imprecisa da entidade, foi negada. 

 

Durante a assembleia, várias manifestações apontaram o trabalho feito durante a pandemia pelos profissionais de saúde. Além disso, lembraram também dos constantes casos de violência nas unidades de atendimento ao público. 

 

Segundo o diretor Leo Lordello, a ação efetiva dos trabalhadores da saúde municipal permitiu o combate à pandemia mesmo sem a vacina. "Quando todos temiam a Covid, nos enfrentamos a doença de frente. Quando vacinar era uma das forma de salvar vidas, nós garantimos que a capital baiana fosse destaque na imunização. Isso tudo sendo agredidos todos os dias. Quero dizer com isso que não vamos ter medo de assédio, pressão, ameaça ou algo que tente nós tirar do caminho de nossa mobilização", disse Lordello. 

 

Os trabalhadores da prefeitura de Salvador reinvidicam a reposição inflacionária na ordem de 56,07% que correspondem às perdas causadas pela infração durante o período em que não houveram reajustes financeiros. Além disso, os servidores pedem incremento no auxílio alimentação e mudança no modelo de concessão do auxílio transporte.

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