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Operação Chuva 2022: Reunião com comitê na Codesal alinha ações emergenciais
Foto: Divulgação

Uma reunião nesta quarta-feira (09), na sede da Codesal, as atividades da Operação Chuva 2022 que será iniciada ainda este mês foram alinhadas pela prefeitura. Na oportunidade foi apresentado o balanço das ações em 2021, juntamente com integrantes do Comitê Interinstitucional de Ações Emergenciais, instituído pelo decreto nº 29.187/2017 que criou o regimento da Defesa Civil de Salvador. 

 

“A atuação do comitê é indispensável para a consolidação da política de prevenção e redução de risco de desastres, já que se trata de uma significativa colaboração para o funcionamento do Sistema Municipal de Proteção e Defesa Civil (SMPDC) durante a Operação Chuva, que tem a coordenação executiva da Codesal”, destacou o diretor da Codesal, Sosthenes Macêdo. 

 

Ainda segundo o diretor da Codesal, “o trabalho realizado pelo SMPDC junto a Defesa Civil tem nos permitido atravessar momentos críticos como o da Operação Chuva 2020, que teve o maior acumulado de chuvas em 36 anos, e o da Operação de 2021, marcadas pela pandemia do coronavírus, mas sem o registro de perda de vidas", destacou. 

 

O comitê, segundo o regimento, articula e desenvolve ações para a atuação dos órgãos parceiros da Defesa Civil de modo a apresentar resposta em situações de emergência, principalmente nos períodos mais chuvosos na capital entre março a junho.

 

ETAPAS DA OPERAÇÃO

A Operação Chuva está dividida em duas etapas: a preparatória, realizada ao longo do ano e intensificada em março, e a de alerta, entre abril a junho, quando são aplicados protocolos de monitoramento e resposta a situações de risco e prevenção de desastres. Como parte da etapa preparatória, a Prefeitura de Salvador já investiu, entre as gestões dos prefeitos ACM Neto e de Bruno Reis, na construção de 120 muros de contenção e na aplicação de 217 geomantas em áreas de risco da capital.

 

Como parte dos preparativos da Operação foram colocadas entre janeiro e março (09) deste ano cerca 16.000 m² de lona plástica como ação paliativa e preventiva, procedida a limpeza e remoção de lixo acumulado, a drenagem superficial de água acumulada em encostas, a manutenção e recuperação de escadarias, limpeza de bueiros, limpeza de canais e córregos, entre outras ações.

 

As vistorias técnicas de imóveis e áreas de risco são intensificadas neste período com a notificação de moradores quando necessário, além da monitoria de pontos críticos de alagamento e identificação da necessidade de intervenções como limpeza de canais, demolições e colocação de lona.

 

Durante a etapa de alerta, os órgãos e entidades participantes da Operação Chuva ampliam a atenção às áreas de risco, priorizando atividades voltadas a minimizar a ocorrência de desastres ou os seus efeitos. “As alterações climáticas tornaram indispensáveis as análises de risco climatológico realizadas pelo Centro de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil (Cemadec) que, quando necessário, envia alertas às comunidades por SMS, e pelo acionamento do Sistema de Alerta e Alarme, nas regiões onde estão instalados”, explica a coordenadora de Ações de Prevenção e Redução de Riscos, Gabriela Morais.

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