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Jornal aponta que declaração de óbito da mãe de Hang foi fraudada na Prevent
Foto: Reprodução / Flickr Palácio do Planalto

Dos 15 médicos que dizem ter trabalhado para a Prevent Senior, ao entregarem um dossiê à CPI da Covid, apontaram que a declaração de óbito da mãe do empresário Luciano Hang, Regina Modesti Hang, de 82 anos, "foi fraudada". A idosa morreu no dia 4 de fevereiro, em São Paulo. A informação foi divulgada pelo jornal Estado de S.Paulo. 

 

O documento apresentou que no prontuário havia informação de que Regina começou a apresentar os sintomas em 23 de dezembro, e que tomou hidroxicloroquina, azitromicina e colchicina antes de ir ao hospital da Prevent Senior. Depois, teria recebido ivermectina e tratamentos experimentais.

 

Após a morte da mãe, Hang publicou um vídeo em suas redes sociais em que dizia lamentar que a mãe não tivesse recebido o tratamento precoce. "O prontuário médico da sra. Regina Hang prova que ela utilizou o kit antes de ser internada e que repetiu o tratamento durante a internação, assim como registram que seu filho, sr Luciano Hang, tinha ciência dos fatos". Batista Júnior nega que a operadora tenha cometido qualquer irregularidade. "O dossiê entregue a esta Casa é uma peça de horror realmente, produzido a partir de dados furtados de pacientes, sem qualquer autorização expressa, o que configura crime que precisa ser investigado", diz trecho do dossiê. 

 

"Esses dados precisaram ser manipulados para deturpar a real conduta de mais de 3.000 médicos e, desta maneira, após furtados e adulterados, pudessem ser usados para atacar uma empresa idônea", acrescentou à CPI. 

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