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Empresários do setor de eventos criticam manutenção de decretos do governo da Bahia
Foto: Max Haack/Ag Haack

Com a manutenção da proibição do Governo da Bahia para a realização de shows, festas públicas e privadas (reveja aqui), empresários de eventos criticaram a medida. A nova suspensão para a execução dos eventos, tomada pelo governador Rui Costa (PT), vai até o dia 10 de setembro. 

 

"A gente gostaria que o governador pensasse. Entendesse o tamanho do sofrimento, todos os setores voltaram mesmo nós, ele poderia valorizar a classe artística. Estamos a 18 meses parados, precisamos de outros olhares. Todos os setores voltaram, estamos completamente parados", comentou o Marcelo Britto, da Salvador Produções. 

 

Já empresário do ramo, Guiga Sampaio apontou que a sensação é de desprezo pelo poder público. "É triste. Lamentamos. É uma sensação de que o único setor da economia para quem não há nenhuma preocupação é o nosso. Os eventos sociais foram liberados. Podem ir para casamento e não podem ir para eventos com ingressos vendidos", disse Sampaio ao BN.

 

O produtor de eventos Wagner Miau pontuou que o protocolo "não tem isonomia”. “O governador tem sido incoerente. Como você pode ter oito pessoas em uma mesa de bar e só pode ter duas pessoas no palco. O governador está distante do nosso setor, ele não tem um diálogo. Estamos todos fatigados, quando ele parar para ouvir o setor não teremos mais nada para sugerir. Se não tiver um verão ativo, dificilmente iremos retornar", disse o produtor de eventos, Wagner.

 

O governo manteve permitido os eventos sociais com lotação máxima de 500 pessoas como: cerimônias de casamento, eventos urbanos e rurais em logradouros públicos ou privados, circos, parques de exposições, solenidades de formatura, passeatas e afins, funcionamento de zoológicos, parques de diversões, museus, teatros e afins.

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