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Lewandowski nega a defensora de cloroquina o direito de ficar calada na CPI da Covid
Foto: Reprodução / Facebook

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o habeas corpus preventivo em que Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação da Saúde do Ministério da Saúde. A integrante do governo pedia à corte o direito de ficar em silêncio na CPI da Covid.

 

Assim, ela será obrigada a prestar esclarecimentos no depoimento à comissão, que está marcado para a próxima quinta-feira (20). O ministro permitiu que a secretária seja acompanhada por um advogado, mas negou a solicitação para que ele pudesse suscitar questão de ordem na comissão, de acordo com a Folha de São Paulo. 

 

Mayra ficou conhecida como “capitã cloroquina” e foi a primeira representante da pasta a ir a Manaus no início de janeiro quando a capital amazonense estava prestes a ter um colapso no sistema de saúde.

 

A secretária precisou de menos de 24 horas para emitir seu diagnóstico sobre os problemas nos hospitais da região: falta de tratamento precoce, o kit de remédios propagado pelo presidente Jair Bolsonaro que é composto por cloroquina, ivermectina e outras substâncias sem eficácia comprovada para o combate da Covid-19.

 

Ela enviou um ofício à Prefeitura de Manaus para pedir autorização para visitar as Unidades Básicas de Saúde destinadas ao tratamento do coronavírus para que fosse “difundido e adotado o tratamento precoce como forma de diminuir o número de internamentos e óbitos decorrentes da doença".

 

A médica tornou-se conhecida em 2013 por ter hostilizado cubanos que participavam de curso do Mais Médicos. Em 2019, Mayra entrou no governo federal.

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