Parlamentares bolsonaristas também seriam alvos de mandados, mas ministro recuou
Carla Zambelli | Foto: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

Assim como o empresário Luciano Hang e o político Roberto Jefferson, parlamentares bolsonaristas iam ser alvo de busca e apreensão na operação deflagrada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nessa quarta-feira (27). No entanto, o procurador-geral, Augusto Aras, se posicionou de forma contrária às diligências e o ministro Alexandre de Moraes decidiu substituí-las por intimações para que os deputados estaduais e federais deponham (saiba mais aqui).

 

A informação é da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, que lembra que Aras também se opôs aos 29 mandados cumpridos no âmbito do inquérito das fake news. Porém, neste quesito, Moraes o ignorou. Uma das poucas medidas defendidas pelo titular da PGR foi a intimação dos investigados, a exemplo do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB).

 

Com isso, entre os colegas da Corte, o ministro usou o recuo das buscas aos parlamentares para defender que tem agido com equilíbrio nas ações. Os alvos foram os deputados federais Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP), Daniel Silveira (PSL-RJ), Filipe Barros (PSL-PR), Luiz Phillipe Orleans e Bragança (PSL-SP) e Cabo Junio Amaral (PSL-MG), e os deputados estaduais de São Paulo Douglas Garcia (PSL) e Gidelvanio Santos Diniz (PSL).

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