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Cambistas podem ter atuado dentro da concentração da Seleção Brasileira
Foto: Divulgação
A máfia dos ingressos ganhou um novo capítulo. De acordo com uma reportagem exibida pelo Fantástico, neste domingo (6), a investigação do escândalo que envolve vendas ilegais de bilhetes para a Copa do Mundo revelou que o grupo de cambistas pode ter atuado dentro da concentração da Seleção Brasileira. O programa divulgou o trecho de uma conversa telefônica entre Antônio Henrique de Paula Jorge, braço-direito do argelino Lamine Fofana (responsável por negociar entradas VIPs e faturar alta quantia em dinheiro), e outro cambista. "Henrique, deixa eu te falar: eu trabalho com três seleções. Eu tenho contato em três seleções. Por jogo, de repente eu posso ter 50 ou 100 ingressos. Aí eu tenho que buscar lá em Gromary (possível Granja Comary). Não precisa falar mais nada não, né? De onde que é, não, né?", disse o cambista, que não teve nome revelado. Procurada pela reportagem, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) negou a circulação de tíquetes no local. Até o momento, a Polícia Civil do Rio de Janeiro já deteve 11 envolvidos no caso, que pretendiam faturar R$ 200 milhões no torneio, com a comercialização de até 1 mil ingressos por partida, com lucros de 200% a 1.000% por entrada. Um bilhete registrado em nome do filho do presidente da Associação de Futebol da Argentina (AFA) estava entre os apreendidos pela polícia. Ele respondeu que não tinha vendido o tíquete, mas dado um deles para um amigo.


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