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Quarta, 09 de Abril de 2014 - 00:00

PV, PSL e SDD formam bloco para votações na Câmara Municipal

por Luana Ribeiro

PV, PSL e SDD formam bloco para votações na Câmara Municipal
Fotos: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
A Câmara Municipal de Salvador ganhou um bloco de vereadores que atuarão juntos nas votações, composto pelo PV, representado na Casa por Marcell Moraes; PSL, com José Trindade e Leandro Guerrilha, e Solidariedade (SDD), com Geraldo Júnior. Ao contrário do blocão da Câmara dos Deputados, que foi criado para expressar o descontentamento com o governo federal, o grupo não tem um posicionamento político definido. “O objetivo é fortalecer a discussão. Temos dois grandes blocos, o de oposição e o de situação, e nós vamos debater as coisas a fundo”, promete Moraes, ao pontuar que a liga é composta por partidos de lados diferentes: o PV apoia a gestão do DEM na prefeitura; o PSL e o SDD apoiam o governo do Estado. “Se tiver que fazer oposição, vamos fazer; se tiver que aplaudir o prefeito, vamos aplaudir”, resumiu o novo líder do bloco, escolhido nesta terça-feira (8) pelos outros integrantes. “Agradeço a meus pares pela confiança em me conceder essa liderança; São três partidos fortes na cidade, me sinto lisonjeado. É um momento importante na cidade, vamos ter a Copa do Mundo, vem aí o projeto da Linha Viva e eu sou bem ambientalista”, gabou-se. O verde deixou claro, no entanto, que a ala, que “vai votar junto em qualquer voto, em qualquer veto”, ainda não tem posição tomada em relação ao polêmico projeto da Linha Viva. Com cerca de 10% do poder de voto da Câmara, são planejadas novas alianças. “O PSD está avaliando o nosso convite, mas ainda não nos deu resposta. Acredito que daqui até junho teremos mais três partidos”, acredita Moraes. O PSD acrescentaria apenas mais um integrante ao bloco, o vereador Duda Sanches. O convite, diz o líder, será feito apenas para “partidos coerentes e independentes, não totalmente ligados ao governo ou à oposição”. Para Trindade, a aliança dentro da Casa não tem influência para as coalizões externas. “Somos todos líderes nos nossos partidos – eu sou vice-presidente. E tudo foi feito de comum acordo com as executivas estaduais”, garantiu. Segundo ele, todos estão cientes de que podem endossar opiniões em nome da unidade. “Temos que caminhar com um bloco, claro que um ou outro pode pensar diferente, mas temos que sentar e decidir de comum acordo”, argumentou. As proposições de cada vereador, acrescentou Trindade, continuam a ser feitas de forma individual e sem necessidade de concordância dos outros membros do grupo.

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