Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Comerciantes de Rio Real, município baiano na divisa com Sergipe, relataram ao Correio que pelo menos dois policiais da 6ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) prestam serviço de segurança compulsória a estabelecimentos da região, que pagam R$ 30 pela promessa de baixos índices de furtos e roubos. Sob o comando do major Florisvaldo Ribeiro, policiais da companhia são acusados de diversos crimes, como invasões a residências, torturas e mortes (veja aqui e aqui). Dez deles respondem por homicídios. Após retirar a mulher e o filho da cidade, o juiz Josemar Dias esteve nesta sexta-feira (22) na sede do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), em Salvador, para pedir reforço na sua segurança. “Me chegam muitas acusações de que uma espécie de milícia age no comércio extorquindo os comerciantes”, disse o magistrado. O jornal teve acesso a um questionário distribuído entre os donos de estabelecimentos da cidade, no qual há um pedido de avaliação sobre a segurança prestada. No carnê de cobrança, consta o nome da companhia Máxxima Segurança Patrimonial, que teria sede em Alagoinhas e tem como nome empresarial J. de S. Oliveira Vigilância e Segurança Patrimonial, segundo o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. De acordo com o CNPJ, a empresa foi aberta em 27 de maio de 2011 e teve baixa um ano depois, em 28 de maio de 2012.

Histórico de Conteúdo