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Professores da rede particular continuam greve em SSA: 'Patronato voltou atrás', diz diretora sindical

Por Bárbara Affonso

Professores da rede particular continuam greve em SSA: 'Patronato voltou atrás', diz diretora sindical
Foto: Agência Brasil
Em assembleia realizada na manhã desta terça-feira (16), em Salvador, professores dos ensinos fundamental e médio decidiram manter a greve iniciada há uma semana nos colégios Oficina, Anchieta, Módulo, Cândido Portinari, Gregor Mendel, São Paulo e Instituto Social da Bahia (Isba). De acordo com a diretora de comunicação do Sindicato dos Professores (Sinpro) no estado, Cristina Souto, o patronato não compareceu à rodada de negociações agendada para esta segunda (15) por intermédio da Superintendência Regional do Trabalho. "Eles argumentam que não têm mais nada para negociar", contou, em entrevista ao Bahia Notícias, ao pontuar que os docentes reduziram a pauta de reivindicações de 61 para quatro cláusulas: "pagamento de hora extra em reunião de pais e conselho de classe; reajuste salarial de 8%; devolução imediata dos valores descontados dos professores em greve e reajuste de 5% nas horas extraclasse". A sindicalista informou que os itens chegaram a ser aceitos pelo sindicato patronal, que recuou do aumento referente às atividades fora de sala de aula. "Está na ata da última reunião na Superintendência Regional do Trabalho. Eles propuseram os quatro pontos, nós aceitamos e depois eles recuaram", reivindicou a diretora. O piso salarial dos professores da rede particular de ensino em Salvador, que representa o valor pago a 70% da categoria, é de R$ 4,80 por hora-aula. Para chamar a atenção de pais de alunos e donos de instituições de ensino, a estratégia dos educadores é paralisar as aulas nas chamadas “grandes escolas” da capital, cuja hora-aula paga é de cerca de R$ 25.