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'Nosso objetivo é negociar. Se não conseguir, paciência', avaliam PMs na Joana Angélica

Por Evilásio Júnior / José Marques

'Nosso objetivo é negociar. Se não conseguir, paciência', avaliam PMs na Joana Angélica
Fotos: Evilásio Júnior / Bahia Notícias
Três linhas de isolamento da Polícia Militar aguardam a chegada de manifestantes na Avenida Joana Angélica na tarde deste sábado (22), antes da partida do Brasil contra a Itália, na Arena Fonte Nova. O primeiro grupo, de policiais ordinários, está posicionado para negociar com manifestantes, em frente à Igreja da Nossa Senhora da Conceição da Lapa. Pouco mais de 500m depois, cerca de 50 homens da Companhia Independente de Policiamento Especializado na Caatinga (Cipe/Caatinga) formam a segunda linha de militares. Por fim, mais 50 membros da Tropa de Choque formam a terceira fileira. "Nosso objetivo é negociar. Se houver resistência, vamos usar a força necessária de forma progressiva", avaliou o tenente-coronel Admar Fontes ao Bahia Notícias, ao explicar o uso dos três cordões de força. "Sou um cara de fé e acredito no meu poder de conversa. Se não conseguir, paciência", deu de ombros.  O major Aluysio Herwans, comandante da Caatinga, disse que "está tranquilo". "O pessoal da ordinária está preparado para fazer a negociação. Vamos impedir qualquer coisa agressiva", afirmou. Segundo ele, em abordagem a transeuntes que usavam mochilas, foram encontrados quatro rojões. "Isso significa que tem gente que não veio com boa intenção e na paz", considerou. A declaração de Herwans foi interrompida pelo soldado Cunha, que passava no local da entrevista. "Não passa ninguém aqui", tachou.