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'Tem corretor que trabalha como um escravo', afirma presidente do Sindimóveis-BA

'Tem corretor que trabalha como um escravo', afirma presidente do Sindimóveis-BA
Foto: Tiago Melo / Bahia Notícias
Apesar do crescimento da profissão de corretor de imóveis em Salvador, atraída pelas promessas de comissões polpudas do segmento nos últimos anos, nem todo mundo está com um burro na sombra. Em um mercado cada vez mais competitivo, vencer o mês com mais de R$ 30, R$ 40 mil é para um grupo cada vez menor e restrito. Segundo a presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis da Bahia (Sindimóveis), a profissão, encarada como uma das mais liberais, também abriga seus peões e operários, quando não chega a extrapolar esses limites. “Tem imobiliária com uns 800 corretores, com o profissional trabalhando mais do que um escravo”, declara ao Bahia Notícias, Eliene de Freitas, que trabalha para que os vendedores na Bahia recebam um piso padrão. Na conversa com o BN, ela ainda falou sobre a relação com o Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Bahia (Creci-BA) e reforma tributária da prefeitura de Salvador. Confira a entrevista na íntegra na Coluna BN Imóveis.