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O corpo do índio terena morto na última quinta-feira (30), durante confronto entre indígenas e policiais federais e militares em Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul, passará por perícia neste sábado (1º). O procedimento será realizado por legistas de Brasília, no Instituto Médico e Odontológico Legal (Imol) de Campo Grande, a pedido do Ministério Público Federal. Um dos peritos é ligado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, segundo a Folha. A Procuradoria disse que o corpo do índio Oziel Gabriel, de 35 anos, não foi submetido a necropsia. De acordo com o MPF, o cadáver foi liberado após exame simples realizado por uma funerária. Em função disso, não foi possível saber sequer o calibre da arma que causou sua morte. O indígena morreu em conflito ocorrido durante o cumprimento de ordem judicial de reintegração de posse da fazenda Buriti, ocupada pelos índios. A PF informou que seus agentes foram orientados a utilizar somente armas não letais na ação, mas cada policial carregava uma arma de fogo. A PM também disse que usou apenas armas não letais (balas de borracha). Os indígenas, por sua vez, negam o uso de armas de fogo.

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