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Pastor Feliciano responde por estelionato e homofobia no STF
Foto: Divulgação
Eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP), é alvo de uma ação penal e um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar conhecido por declarações acusadas de homofobia e racismo também é suspeito de estelionato. Feliciano teria recebido R$ 13,3 mil para realizar dois cultos religiosos no Rio Grande do Sul, mas não compareceu aos eventos. Já no inquérito, Feliciano responde por preconceito e discriminação por uma fala supostamente homofóbica em uma rede social. Ele foi denunciado no início deste ano pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que considerou discriminação uma das mensagens de Feliciano no seu Twitter, que dizia: “A podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime, à rejeição”. O deputado chegou a ser alvo de outro inquérito por injúria que foi arquivado no fim do ano passado. A assessoria do deputado não se manifestou sobre as acusações. Informações da Folha.

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