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Há cerca de cinco meses, dez cachorros morreram envenenados em São Bento de Inhatá, distrito de Amélia Rodrigues. À época, sem evidências de autoria, a população achou que o assassino de cachorros fosse algum ladrão que queria facilitar seu acesso a casas da região. Esta semana (ver nota), após a morte de novos 52 animais, da mesma forma, todos os moradores do vilarejo estão convictos de que o autor do “cãocídio” foi o ex-prefeito de Conceição de Jacuípe, João Barros de Oliveira (PCdoB), que teria sido visto a jogar pedaços de carne envenenada na sexta-feira (30), enquanto circulava em uma moto Biz. “Eu acho que foi ele na primeira vez também. É muita coincidência acontecer da mesma forma. Só que há meses atrás não vimos quem era. Dessa vez, muita gente o flagrou”, afirma a vereadora Maria Quitéria (PMDB), ao jornal Correio. Segundo o perito do Departamento de Polícia Técnica (DPT), José Vieira, a forma como os animais morreram e a reação em quem ficou próximo aos corpos em decomposição alertam para o perigo. “Provavelmente é uma substância altamente corrosiva, pois os cachorros vomitaram muito e até sangue colocaram para fora. Um urubu morreu e o organismo dele é bastante forte. Algumas pessoas apresentaram irritação nos olhos após entrarem em contato com os animais”, contou. Segundo ele, a depender do que for a substância, o solo contaminado pode prejudicar a plantação e contaminar as pessoas. A análise do material deve ficar pronta em 15 dias.

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