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Feira: Justiça decreta prisão preventiva do médico acusado de matar ex-mulher
Foto: Reprodução / Aldo Matos - Acorda Cidade

A Justiça decretou, na tarde desta sexta-feira (3),  a prisão preventiva do médico Antônio Marcos Rêgo Costa, apontando como principal suspeito pela morte da ex-mulher Gabriela Jardim Peixoto. O corpo da vítima foi encontrado no último sábado (28), às margens da BR-116, em Feira de Santana. 

A decisão proferida pela juíza Márcia Simões Costa, titular da Vara do Júri de Feira. Trata-se de um mandado de prisão preventiva do médico.  Conforme divulgou o site Acorda Cidade, após quase seis horas de depoimento (relembre), a prisão foi decretada e ele foi encaminhado para realizar exames de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT).

 

De acordo com nota divulgada pela Polícia Civil (PC-BA),  imagens de câmeras de segurança, relatos de testemunhas e a análise realizada pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) no carro do suspeito, embasaram a decisão judicial.

 A delegada Klaudine Passos  explicou como a investigação chegou ao médico. "Logo que fomos ao último local onde ela foi vista, colhemos depoimentos importantes. Eles foram vistos em um bar do outro lado da cidade. Em seguida, apuramos que o veículo do homem passou em um sentido da BR-116, de madrugada, e voltou alguns minutos depois", disse.

"Fizemos diversas diligências e ouvimos pessoas relacionadas aos dois. O celular dela foi colocado em modo avião logo depois do desaparecimento. A investigação já apontava para a hipótese de ela estar morta desde o início. Pelo desenrolar da investigação, isso foi ficando claro, porque ela não entrava em contato com a família, nem com a filha que ela nunca abandonou", destacou Klaudine.

O corpo de Gabriela foi encontrado no último sábado (28) em um matagal às margens da BR-116  (relembre). Deste então, deu-se início a investigação do caso. Na última terça-feira (31), o carro do médico foi entregue a polícia para ser periciado e nele foram encontrados vestígios de sangue (reveja). 

Os advogados da família da vítima atribuem ao médico a culpa, principalmente pro ter sido a última pessoa que esteve com Gabriela antes do seu desaparecimento, que durou cerca de uma semana.

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