Quinta, 24 de Setembro de 2020 - 18:05

Liderança feminina no mercado imobiliário

Liderança feminina no mercado imobiliário

 

Filha, mãe, esposa, executiva, esse é o perfil das mulheres que se destacam em vários setores de mercado e no imobiliário não seria diferente. Em Salvador, a startup de coordenação de empreendimentos imobiliários que utiliza tecnologia customizada e possui ferramentas para integração dos elementos comerciais do mercado imobiliário tem em um dos cargos mais importantes, uma mulher na liderança, a diretora de Atendimento ao Incorporador e Inteligência de Mercado, Noêmia Menezes.

 

Com 36 anos, dois filhos, Menezes iniciou a carreira em 2009 em uma grande Imobiliária. Segundo ela, o segmento imobiliário estava aquecido, muitos lançamentos acontecendo e lá pode ter a oportunidade de aprender e acompanhar todos os processos que envolviam os produtos expostos em diferentes estratégias, além de vivenciar vários momentos do mercado. 

 

"De forma bem natural fui me interessando cada vez mais e estudando bastante os bairros, os lançamentos, os preços, as plantas, quais informações eram as mais comerciais, entre outras coisas", disse.

  

Noêmia conta que acompanhava tudo o que acontecia, de segunda a sexta permanecia no escritório em reuniões com os incorporadores, mas no final de semana também estava na ativa nos estandes, observando as equipes de vendas e pesquisando informações dos produtos.

 

"De repente 10 anos se passaram, e optei em dar um tempo no mercado para ser mãe, mas ao receber o convite do diretor executivo da empresa, Manuel Gomes para o projeto Performance, não pensei duas vezes", ressaltou. 

 

Para ela, o maior estímulo para a função da Inteligência de Mercado é ficar 100% antenada a tudo o que acontece, é ter informação antecipada, além de levar conteúdo correto aos clientes/incorporadores, para que eles também possam acompanhar tudo o que é feito e entendam cada vez melhor os consumidores.

 

"O meu maior desafio é poder conciliar vários papéis, porque hoje eu não posso mais estar sete dias envolvida nos acontecimentos imobiliários. Para mim, ser mãe, esposa e profissional em um mercado extremamente dinâmico é um desafio diário".

Quinta, 03 de Setembro de 2020 - 08:05

Inovação no setor de eventos pós Covid-19

Inovação no setor de eventos pós Covid-19

 

O que vai acontecer com o mercado de eventos após a pandemia do novo Coronavírus? Considerado um dos setores mais afetados pela crise econômica e social provocada pelo vírus, essa é uma pergunta que tem provocado inúmeras reflexões entre os empreendedores que atuam e dependem desse setor. Depois de crescer 9,5% em 2019, alcançando uma receita de R$ 11,3 bilhões, o turismo de negócios está totalmente parado desde março, início da pandemia do Coronavírus.

Um levantamento feito pelo Sebrae, em abril, mostra que a pandemia da Covid-19 afetou 98% do setor de eventos. A pesquisa ouviu prestadores de serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas, além de profissionais cujos trabalhos envolvem aluguel de estruturas, como palcos. A pesquisa ainda mostra que, em comparação ao mês de abril do ano passado, 62,5% dos entrevistados acreditam na redução de 76% a 100% do faturamento em abril deste ano.

Já faz mais de quatro meses que o setor de eventos está suspenso. O Parque Vila Germânica, localizado em Blumenau, Santa Catarina, local de eventos da região, teve toda a sua agenda de eventos cancelada ou reagendada. Um exemplo é a Febratex, uma das maiores feiras do mundo para a indústria têxtil e a maior das Américas, promovida pelo Febratex Group, uma das principais promotoras de feiras têxteis da América Latina.

Inovação nos eventos do setor têxtil

O diretor explica que o setor passa por um momento desafiador mas uma das saídas é inovar, principalmente no que se refere ao ramo têxtil, que já vem diariamente lançando novidades para combater a Covid-19.

“Tenho certeza que o movimento que está acontecendo na moda para valorizar os produtos locais não ficará apenas na moda, ele é comportamental, isso vai trazer muitas oportunidades para o turismo local. A inovação vai ser pelo próprio trade de turismo que já existe internamente, será uma grande redescoberta do próprio Brasil. Outro ponto de inovação são os tecidos tecnológicos antivirais e tecidos que consigam ser desfibrados para ter todo o processo dentro da economia circular, fazendo com que a indústria têxtil e de moda não seja mais vista como poluidora, mas sim uma grande indústria que cuida dos seus resíduos”, aponta Pompeo Jr.

Eventos regionalizados são uma saída

A Associação Brasileira da Agências de Viagens Corporativas (Abracorp) captou em março de 2020 o impacto negativo do isolamento social em vários estados, especialmente em São Paulo, que concentra o grosso dessa atividade no país. Segundo pesquisa da Abracorp, a receita com vendas de passagens aéreas, diárias de hotéis e locação de automóveis, entre outros serviços, foi de R$ 890 milhões em média nos meses de janeiro e fevereiro, mas caiu para pouco mais de R$ 400 milhões em março. Entre abril e junho, a queda chegou a 100%, dependendo da empresa.

Presencial e online

O modelo híbrido de evento, aliando a presença física com o alcance do virtual, pode ser uma tendência a ser observada futuro, embora a importância do presencial ainda seja fundamental: “O digital é uma plataforma incrível. Em muitas situações, a tecnologia aproxima e agiliza. Mas consigo ver claramente no mercado de eventos de negócio que as feiras presenciais sempre serão mais prestigiadas. Morando na Europa há dois anos, visito feiras por todo o continente e percebo claramente uma projeção que o digital ainda não consegue contemplar sozinho. As feiras de negócios foram e sempre serão um meio para recuperarmos a economia e aproximar as pessoas”, ressalta Giordana Madeira, Diretora Executiva do Febratex Group.

Conheça as competências que prometem ganhar o mercado de trabalho no pós pandemia 

Segundo dados do IBGE, divulgados, 12.428 milhões de pessoas estavam desempregadas na quarta semana de junho deste ano. Este número equivale a 675 mil a mais do que na semana anterior. Além disso, a taxa de desemprego ficou em 13,1%, sendo que o maior número registrado, desde o começo de maio, era de 10,5%. 

Em meio a este cenário que, para muitos, remete a desespero, Daniela Verdugo, que atua como sócia e Headhunter na THE Consulting, aponta algumas das áreas cujos profissionais podem voltar a sonhar com dias melhores no pós pandemia. "Posições de: Tecnologia/Inovação, Finanças e Recursos Humanos. Estas áreas suportarão as mudanças necessárias nas organizações, bem como a consolidação destes processos", revela Daniela. 

"A gente vinha de um processo, principalmente no Brasil, em que as empresas estavam acomodadas em suas marcas e posicionamentos, olhando de uma maneira, talvez, pouco ampla para as oportunidades de negócio e mercado, ou seja: se sou varejo, sou só varejo e, no máximo, vou otimizar os meus canais. Esse é um pensamento que está sendo transformado nessa fase da retomada", complementa a Headhunter. 

A empresária também faz uma importante análise com relação a retomada de serviços de modo geral e estabilização financeira do país. "Realmente os impactos tem ampliação sem precedentes do desemprego e queda histórica da ocupação. Neste sentido, falar de retomada é complexo. Mas nos baseando, por exemplo, no ajuste estrutural e reconfiguração econômica da década de 90, foram cerca de 23 anos para recuperarmos os valores mínimos de desemprego", relembra a sócia da THE Consulting. 

O processo de recolocação no mercado 

Diante do desemprego, uma série de profissionais está repensando sua colocação no mercado e/ou buscando novas qualificações online para quando a situação estiver normalizada. Para estes profissionais, Daniela deixa seu conselho. "É importante pesquisar as empresas que têm ou terão escassez de mão de obra (seja para retomar ou suportar crescimento de demanda)", orienta Daniela. 

Por fim, Daniela enfatiza que o importante é saber aproveitar o momento, embora delicado, para adquirir maior aperfeiçoamento profissional com foco no mercado de trabalho que irá se constituir após a pandemia. "Foque na evolução dos seus conhecimentos, na sua qualificação, e deste modo a inserção no mercado pode ser gradual mas terá mais chances de concretizar", conclui a sócia da THE Consulting. 

  ‘Nós mulheres podemos ser protagonistas da mudança que o Brasil precisa’

 

Nesta segunda, (17), Antonia Frering e Sonia Hess realizaram uma live sobre liderança feminina. Em conversa a empresária que já foi presidente da Dudalina, compartilhou a trajetória da empresa familiar, os desafios de estar à frente dos negócios e a importância de um bom relacionamento interpessoal, além da dedicação aos projetos do terceiro setor como o Mulheres do Brasil. 

Relembrando a trajetória da família, a empresária afirma que nunca encontrou dificuldade por ser mulher e credita à educação dos seus pais. Por terem 16 filhos, eles dividiam tarefas para todos desde criança. "Estudávamos durante o dia, e naquela época não tinha nada. Isso foi muito importante para todos nós porque aprendemos a ter responsabilidade cedo", elogia Hess, que considera a sua mãe uma mulher visionária. "Quando você vem de uma família grande automaticamente aprende a ser independente". 

A independência percorre toda sua trajetória e foi uma das principais responsáveis pelo crescimento da marca. A morte dos seus pais dividiu a família, e com a saída de um dos irmãos da presidência, Hess ampliou o negócio e atraiu um novo público. "Eu consegui transformar a Dudalina através do feminino". Internamente a empresa também passou por transformação, dedicando uma atenção maior aos colaboradores reforçando a importância de cuidar das pessoas para se ter um produto melhor. "Eu tive esse cuidado em todas as fábricas, é gratificante quando você empodera as pessoas", celebra Hess.


Em 2015 a empresária decidiu sair da Dudalina para se dedicar a projetos do terceiro setor, voltados para o empreendedorismo feminino. Foi durante um encontro com Luiza Helena Trajano que decidiram criar o grupo Mulheres do Brasil. Por meio do Instituto e outros trabalhos em que está envolvida, concluiu que não faltam mulheres qualificadas para investir em negócios e lamenta: "O Microcrédito no Brasil não chega para mulheres invisíveis". A partir dessa dificuldade, Hess criou durante a pandemia o fundo Dona de mim, um facilitador para as que desejam empreender. "Nós mulheres podemos ser protagonistas das mudanças que o Brasil precisa", afirma. Para a empresária, os projetos oferecerem diferentes conhecimentos para negócios que seria difícil adquirir em outras circunstâncias, e acredita que as mulheres juntas formam uma grande força para a transformação. 

 

Jornada

 

Fundação PoliSaber em parceria com o Itaú Educação e Trabalho apresentam o projeto "Jornada Trajetórias de Vidas", para auxiliar os jovens na árdua tarefa de escolher os caminhos profissionais que serão percorridos nos próximos anos. 

Os temas dos webinários, que acontecerão de 20 a 26 de agosto, foram escolhidos para oferecer aos jovens informações, experiências, tendências e o conceito das novas competências demandadas para o futuro do mundo do trabalho. Os participantes terão oportunidade de conhecer diversas alternativas, que irão orientá-los na escolha de suas trajetórias de vida, definições de carreiras acadêmicas e itinerários profissionalizantes. 
Entre os convidados para responder às dúvidas e compartilhar suas vivências e desafios enfrentados, estão Serginho Groisman, Liedi Légi (Escola Politécnica da USP), Fausto Augusto (DIEESE), Sóstenes Oliveira (Fundação Gol de Letra), Bianca Santana (UOL) e Newton Cannito (SBT e FOX). 
"Acreditamos que a trajetória de vida de cada convidado possuí o que queremos transmitir aos nossos jovens, possibilitando por meio de orientações e conversas uma experiência que proporcione amadurecimento pessoal e profissional, visto que a partir da fala do especialista, o estudante tem a oportunidade de tirar dúvidas sobre carreiras e sobre as possibilidades futuras de atuação." Gilberto Alvarez, Diretor do Cursinho da Poli e Presidente da Fundação PoliSaber. 


Para participar, basta o estudante entrar no site do evento e realizar sua inscrição, totalmente gratuita: decidaoseufuturo.com.br

 

Quinta, 06 de Agosto de 2020 - 21:05

Como as empresas podem identificar líderes e salvar negócios

por Iga Bastianelli

Como as empresas podem identificar líderes e salvar negócios

 

Ter liderança certa é fundamental para toda e qualquer empresa, independentemente do seu porte. Afinal, só gestores habilidosos são capazes de conduzir a equipe de maneira eficiente para solucionar problemas, produzir mais e melhor, criar estratégias para identificar as oportunidades de crescimento. A tão falada escassez de talentos ainda existe, e, mesmo na crise, retê-los no novo "normal" também exigirá das empresas investimento para criar um ambiente fértil para gerar líderes autênticos, segundo Janaína Rost, head da TackTMI, consultoria especializada em treinamentos corporativos da multinacional de recursos humanos, Gi Group. 

Um líder autêntico é aquele que conquista a confiança e empatia da sua equipe naturalmente, por sua habilidade de interagir com os funcionários de maneira honesta, para buscar soluções, dividir e conduzir as tarefas. Simplificar ações e processos e otimizar o tempo e as reuniões. Tem capacidade para inspirar e motivar o time para atingir sucesso nos negócios. 

"Esse dom pode ser desenvolvido em diferentes perfis de pessoa e fazer diferença significativa nos resultados da empresa, porém as empresas precisam adotar práticas que estimulem a criatividade e crescimento profissional, a partir do indivíduo", afirma a executiva. 

Como despertar líderes - A geração de líderes requer mais do que oferecer jornadas flexíveis de trabalho, ambiente lúdico, folgas em datas especiais e outros benefícios. Exige uma série de medidas, para que os potenciais líderes sejam desafiados e estimulados. 

Muitas vezes é preciso investir em treinamentos e consultoria para criar condições internas favoráveis para mentes brilhantes. Mas segundo Janaína, as empresa podem dar os primeiros passos para preparar futuros líderes adotando os seguintes princípios: 

- Tenha um propósito claro 
Explore a capacidade de gerenciar, força, valores e paixões dos talentos com potencial de liderança, mas sempre com objetivos bem definidos. 

Assim, antes de delegar a missão a um colaborador questione qual o propósito da liderança, o motivo da escolha desse profissional e se ele tem todas as habilidades e perfil necessários para conduzir bem os trabalhos. 

- Promova autoconhecimento 
Conhecer o verdadeiro "Eu" é essencial para um líder autêntico. Pois, ele precisa saber quais são e como usar seus pontos fortes a seu favor, como trabalhar as suas limitações, como lidar com as emoções e o que o move diante dos desafios do trabalho. 

E você pode desenvolver o autoconhecimento nas pessoas por meio de ações simples, como encorajar o feedback, promover exercícios de avaliação 360 graus, onde todos tenham a oportunidade de avaliar seus pares, gestores e subordinados de forma clara e esclarecedora. 

- Liderança com virtudes 
Um líder deve inspirar e engajar o seu time. Para isso, é preciso construir uma imagem de confiança com atitudes éticas e transparentes. 

Mostre claramente as virtudes de um autêntico líder com política e decisões sempre pautadas em honestidade, compaixão, justiça e coragem. 

Enfatize a importância de manter o foco, a disciplina e visão em todas as etapas do processo para se obter bons resultados. 

- Mostre paixão 
Realize ações que estimulem as pessoas a se comunicar com os superiores para fazer perguntas, trocar experiências e compartilhar descobertas. Com isso, você poderá despertar interesse genuíno e estimular a atenção aos detalhes do indivíduo. 

- Escuta ativa 
Oriente os funcionários e líderes atuais a evitar interrupções quando alguma ideia está sendo exposta. Estimule os a ficarem atentos e se envolverem com o ponto de vista dos outros. Escutar é ouvir o que se diz além das entrelinhas. 

Quinta, 30 de Julho de 2020 - 10:05

Agarrando as oportunidades com profissionalismo!

por Iga Bastianelli

Agarrando as oportunidades com profissionalismo!
 

“A vida deve ser encarada como uma busca pela evoluc?a?o e superac?a?o. Dificuldades sa?o rotineiras e quem na?o têm? A diferenc?a e? a maneira como lidamos com os problemas. Uns se abatem e caem na vala dos murmuradores, outros se motivam e agem, concretizando seus objetivos e atingindo o sucesso em diversas a?reas da vida”, falou Mariana Paranhos que vem realizando o sonho de empreender na área que ama.

 

Com esta certeza ela define a forma que enfrenta os desafios. Mariana Paranhos tem um “Studio de Nails Design”, localizado em Villas do Atlântico. Além de designer, ela é instrutora máster de diversas outras técnicas. É também juíza de arena em competições pela Nail Cup e formada pelo SIFI - Sistema Internacional de Formação de Instrutores, e tem certificações internacionais da Itália, México e Espanha. Recentemente acabou de lançar o Nails Express um serviço novo com hora marcada onde a cliente poderá fazer a extensão de unha escolhendo qualquer uma das técnicas: gel, fibra ou acrílico com valor reduzido e acessível, o objetivo é democratizar o atendimento.

 

A vida profissional de Mariana começou na área de Pedagogia, quando atuava como cabeleireira, até conhecer e se apaixonar pela arte de extensões das unhas. Na verdade, quando morou em Portugal costumava fazer essas extensões como cliente. Ao voltar para o Brasil não encontrava com facilidade quem fizesse as manutenções ou dominasse bem as técnicas, então decidiu largar tudo e se dedicar exclusivamente a esta área que tinha grande potencial de crescimento! “Entrei com tudo e o mundo “nails” é a minha paixão, amo o que faço e há 4 anos faço com dedicação exclusiva”, disse Mariana.

 

Depois que fez o primeiro curso ela não parou mais, no total Mariana tem 39 certificações. Não satisfeita apenas com os cursos no Brasil,  começou a viajar em busca de conhecimento e quanto mais aprendia mais tinha vontade de trazer esse conhecimento para o mercado de Salvador. “Não queria esse conhecimento só pra mim e foi aí que eu comecei a convidar outras profissionais másters para ministrar cursos. Iniciei nesta área de cursos como organizadora de eventos de “nails” e hoje já me tornei uma instrutora master”, revelou Mariana.

 

Mariana não foi umas das primeiras a trabalhar com extensões de unhas, mas foi uma das responsáveis por trazer profissionais de fora para compartilhar o conhecimento em Salvador e Lauro de Freitas. “O resultado desta ação é que muitas alunas se tornaram “Nails” profissionais, entrando na área e encontrando uma nova profissão, sou m uito grata a Deus pelas conquistas em minha vida e meu propósito é também contribuir na formação de mais mulheres”, contou Mariana.

 

Além do stúdio onde atende diversas clientes com hora marcada, o que Mariana mais adora fazer é ministrar cursos, dentre eles: acrílico, gel, fibra de vidro, pasta acrílica para os níveis: iniciante, intermediário e avançado. Segundo ela qualquer pessoa pode fazer o curso e não precisa entender sobre unhas, não precisa ser manicure para se tornar uma “nail designer” de sucesso. “Depois dos cursos as pessoas já podem começar a trabalhar na área”, garante Mariana que já tem a agenda on line fechada para este mês.

Pesquisa revela que 49% das mulheres nordestinas sonham em abrir seu próprio negócio

Pesquisa de Empreendedorismo Feminino encomendada pela Herbalife Nutrition e conduzida pela OnePoll constatou que 72% das mulheres querem abrir seu próprio negócio e começar a empreender. Foram ouvidas 9 mil mulheres ao redor do mundo, sendo 500 no Brasil todo. Das brasileiras, 20% das respondentes moram na região Nordeste e, entre elas, 49% disseram que têm o desejo de abrir seus próprios negócios. 24% delas, inclusive, já têm um negócio e gostariam de abrir outro. 
 

De acordo com os dados registrados, 63% das nordestinas têm como principal motivação para empreender a vontade de se tornar sua própria chefe. Outro fator motivador para 44% das entrevistadas é a possibilidade de ter mais flexibilidade em seu trabalho, já que 48% delas dizem ter adiado a ideia de ter filhos porque pensaram que isso afetaria negativamente sua carreira. 
 

A pesquisa revelou ainda que 61% das nordestinas gostariam de iniciar um negócio devido ao tratamento injusto em experiências anteriores em empresas. Os resultados do levantamento mostram uma percepção de diferença de tratamento entre os gêneros: 52% das entrevistadas afirmaram acreditar não existir uma equiparação salarial com os homens e 45%, ter menos oportunidades de promoção. 
 

 

3 iniciativas para ajudar pequenos empreendedores na pandemia


As pequenas empresas são um grande motor da economia do país. Hoje o Brasil conta com mais de 18 milhões de empresas ativas, sendo quase 7 milhões micro e pequenas empresas e mais de 10 milhões são MEIs. Apesar de representarem uma grande parte do comércio do país, as PMEs foram as mais atingidas pela crise causada pelo novo coronavírus. Pensando nisso, algumas empresas que oferecem serviços exclusivamente para esse público, aceleraram ainda mais nesse período com o objetivo de ajudar em larga escala as pequenas empresas. 

É o caso do Easymei que chega ao mercado em meio a um cenário econômico favorável à criação de novos cadastros de MEI. Com as altas taxas de desemprego e a economia abalando todos os negócios no país, a plataforma chega ao mercado com o objetivo de auxiliar na abertura e gestão dos microempreendedores. "O momento da economia é delicado e a formalização como MEI é a saída que muitos brasileiros estão encontrando para continuarem economicamente ativos. Como ajuda a esses empreendedores, os primeiros 6 meses de utilização do aplicativo são gratuitos, bem como alguns serviços, como cadastro de clientes, contas bancárias, geração de recibo, nota fiscal eletrônica, guia DAS, controle de recebimentos e pagamentos e também relatórios mensais e anuais. Depois disso, o valor mensal passa a ser R$5,00", explica Alexandre de Carvalho, fundador da empresa e contador há mais de 15 anos. 

Para a Bizcapital fintech que concede crédito para micro e pequenas empresas, é inegável que o impacto para esse tipo de negócio é muito maior e mexe com um mercado que alcança diversas camadas da sociedade. Afinal, as pequenas companhias são as que mais geram postos de trabalho no Brasil com carteira assinada, somando 54% dos empregos formais do país. Por isso, a fintech estabeleceu prazo para pagar o empréstimo em 24 meses e concedeu duas opções de carência durante a pandemia, entendendo o cenário de crise enfrentado pelas empresas. " É importante entendermos o quão fundamental são os pequenos negócios para o país, dessa forma conseguimos ajudar para que eles se mantenham" analisa Francisco Ferreira, sócio-fundador da BizCapital. 

Com o intuito de fomentar os negócios de pequenos e médios empreendedores, o Elo7 marketplace de produtos criativos do país, abre espaço para que PMEs exponham suas mercadorias gratuitamente, e se conectem a possíveis consumidores. A plataforma conta com 130 mil vendedores ativos, vendedores estes que, já ao se cadastrar, recebem um guia de como criar um layout atrativo para sua loja. Além disso, o site compartilha dicas frequentes sobre estratégia spara redes sociais - levando em conta as datas comemorativas -, e dicas para vender mais nessas datas especiais - como no dia dos pais, por exemplo. E, para fortalecer ainda mais o elo entre lojistas, colaboradores da plataforma, e compradores, o Elo7 criou a campanha #façasuaparte, convidando seus clientes a repensarem o consumo e priorizarem a compra de produtos comercializados dentro do marketplace. Carlos Curioni, CEO do Elo7, afirma que " Não só os incentivamos, mas também geramos um fluxo de consumo que ajuda a alavancar também a economia, visto que, neste momento, precisamos focar no apoio mútuo e na busca por soluções".

Tecnologia em tempos de quarentena: como se aproximar dos colaboradores?

Antes de entrarmos em um cenário atípico como o isolamento e distanciamento social, há quem dizia que a tecnologia afastava os ciclos sociais e o convívio entre as pessoas. Porém, mediante a um cenário totalmente diferente do que todos estavam habituados, ela foi a responsável em aproximar e auxiliar a população, principalmente às empresas, que precisaram se reinventar e se adaptar dia após dia. 

Para Mônica Schimenes, CEO da MCM Brand Group, a tecnologia mudou a forma como as pessoas se relacionam e, consequentemente, como pensam a respeito do tema. "Para muitas empresas o trabalho remoto era algo ainda distante e acabou se transformando cotidiano para diversas delas. Mas, para que tudo isso fosse possível, todos passaram por um turbilhão de emoções, levando em consideração que a realidade dentro da casa de cada pessoa é única", comenta a empresária. 
 

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Cushman & Wakefield, 73,8% das empresas multinacionais que atuam no Brasil pretendem adotar o home office como prática definitiva no país. Este dado afirma o quanto a tecnologia e a nova maneira de se relacionar com os colaboradores, com um olhar mais humano e acolhedor, pode ser benéfica e positiva para os negócios. Essa mesma pesquisa afirma que para 25,4% dos executivos, a experiência do teletrabalho foi positiva, enquanto outros 59% perceberam mais pontos positivos do que negativos. "Todas essas mudanças que vêm ocorrendo em 2020 trazem valor tanto para as empresas, quanto para a vida das pessoas, impactando diretamente no desenvolvimento pessoal e profissional de todos. Com isso, vemos - inclusive - que nunca foi tão importante se atualizar, aprender e ensinar. Esse processo todo de transformação tem o seu lado doloroso e sabemos disso, mas sem esforço não há conquistas", destaca Schimenes. 
 

Entretanto, com tamanha liberdade que a tecnologia traz, as companhias precisam ser cautelosas e assumir um papel de persona, tanto nas suas interações, como em suas linguagens e horários. Essa adequação será essencial a todas as marcas que querem permanecer no mercado, principalmente com a nova proposta de reformulação do B2B e B2C para H2H - conhecido como humanos para humanos -, onde a tecnologia entra como uma ferramenta essencial aos envolvidos. 

 

Vivemos, atualmente, na era do antropoceno - onde o ser humano é o foco do negócio - e a tecnologia vai continuar avançando ao passo que as pessoas consigam desenvolver seus comportamentos e atitudes. Para isso, é importante quantificar e analisar toda a efetividade de competências humanas, mais conhecidas como soft skills. Desta maneira, será possível medir a produtividade de cada nova ação implementada e como cada colaborador tem se sentido durante o processo, fazendo com que as empresas possam escolher os melhores modelos de negócios para se adaptar e manter o sucesso. 
 

Mas como implementar esses novos modelos dentro das empresas? 
 

Como citado anteriormente, com a grande expertise da empresa em desenvolver ações com colaboradores, Mônica Schimenes listou algumas dicas de como manter essa nova relação dentro das empresas. Confira abaixo: 
 

• Mudanças: Esteja sempre aberto para elas, pois surgem quando a gente menos espera. 
 

• Prepare novos líderes: Liderança é uma construção baseada em confiança e potencial. 
 

• H2H (human to human): Teste pensar em projetos e processos centrados no ser humano. 
 

• Empatia: Item essencial no dia a dia. Seja empático em todas as relações. 

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