Sexta, 30 de Agosto de 2019 - 13:05

Dicas para Influenciadores Digitais

Dicas para Influenciadores Digitais

Conheça 7 ferramentas que podem ajudar influenciadores - especialmente nano e micro - a conquistar mais espaço, gerar conversões e conquistar mais seguidores.

 

Clooset

Possui seguidores que se identificam com seu estilo de vida e quer ganhar uma grana sendo você mesmo e divulgando produtos? A Clooset é uma plataforma que conecta micro e nano influenciadores digitais às marcas, voltada para performance de conversão em vendas. Para fazer parte da base da fashion tech, basta realizar inscrição gratuitamente pelo site e, após uma breve aprovação, o influenciador tem acesso a todos os produtos, permitindo postá-los em suas redes sociais e ser remunerado de acordo com o impacto que causa em sua base de seguidores.

 

Mojo

O aplicativo é fácil, moderno e traz diferentes templates para criar um Stories personalizado e interativo com fotos, vídeos e trilha sonora. Para os criadores de conteúdo, é possível investir em criatividade sem gastar nada e trabalhar com stories com efeitos animados, com aspecto de produções profissionais. 
 

Pinterest

A rede social é ideal para quem procura inspiração para postar conteúdos diferenciados e criativos. O Pinterest compila dicas dos mais diversos temas, além de inspirações de looks, ambientes, maquiagens, cabelos e estilos. O aplicativo é intuitivo e interativo, podendo ajudar os influenciadores a profissionalizar ainda mais seus conteúdos.

 

Unum

Um feed bem organizado é tudo! Chama atenção dos seguidores, mostra o engajamento do influenciador com sua rede social e é muito mais atrativo para o público. Esse aplicativo é uma ótima opção para quem quer organizar e ordenar as sequências de publicações, também dispõe de relatório de curtidas e comentários, entre outras funções que oferece para dar um up na influência. 

 

Postgrain

Ferramenta perfeita para gerenciar contas e programar posts tanto no feed quanto no stories. Além disso, garante outras funcionalidades, como anexar imagens ou vídeos, adicionar legendas, inserir localização geográfica, ocultar comentários em publicações e até escolher as hashtags. Mas não é apenas no Instagram que os influenciadores podem aproveitar, sendo disponível também para o Facebook e Twitter.

 

VSCO

Não sabe mexer no Photoshop ou Lightroom? O VSCO pode ser uma ótima opção para manter a qualidade dos conteúdos! Aplicativo amplamente conhecido pela originalidade, o VSCO é um editor de imagem mas também é possível se conectar com uma rede de usuários da própria plataforma. Ele oferece filtros gratuitos mas também é possível ter acesso a outros que são pagos. Os resultados podem ser exportados diretamente nas redes Instagram, Facebook e Twitter.

Sexta, 16 de Agosto de 2019 - 09:05

A criança que você foi, gostaria de ter a mãe que você é hoje?  

por Nine Lima

A criança que você foi, gostaria de ter a mãe que você é hoje?  

A criança que você foi, gostaria de ter a mãe que você é hoje?  

Todas as vezes que estou em situações que considero difíceis, me faço essa pergunta. Uma forma que criei para conseguir parar, voltar minha atenção para a real necessidade do meu filho, me colocar no lugar dele e tentar agir como gostaria que agissem comigo. Muitas vezes não consigo, educar não é tarefa fácil, mas sempre estamos buscando acertar, né? Isso é o que de verdade importa.  

 

Muitas vezes atribuímos um peso enorme a situações, falas e vontades da criança, que são apenas coisas de criança mesmo! É, nem tudo é um trauma, nem tudo significa algo por trás, muitas vezes ela está só sendo ela mesma, só querendo mostrar que tem vontade e que está aprendendo que existem coisas que ela gosta e coisas que ela não gosta… Nem tudo é birra, é apenas o não saber lidar com frustação ou até mesmo não saber nominar ou descrever um sentimento… Não querer ir pra um lugar e depois não querer voltar, por exemplo.   Se você foi criança vai com certeza ter uma dessas pra contar! Não querer ir embora daquele parque, do aniversário porque simplesmente acabou o tempo? Ela pode até aceitar, mas gostar e entender às vezes é exigir demais!

 

Cadu tem uma personalidade muito forte, é super sincero, mas se pudesse não saia de casa, nada ele quer de primeira, chora com um sentimento como se tivesse chamando ele para tomar vacina, essa negativa é dele! Insisto, ele vai e depois não quer voltar… Ai chora de novo, com um sentimento ainda maior! Hoje já entendo que muitas vezes o choro é a sua forma de traduzir um sentimento, que precisa ser validado, é a vontade dele, de uma criança que acha que já sabe o que é melhor pra ela! Por isso, a gente precisa cada vez menos se deixar levar por determinados "choros" e perceber que nem sempre se trata de real sofrimento, mas entendê-lo como um extravasamento da emoção da criança, exercitar a paciência e não deixar o stress nos dominar!

 

O melhor mesmo é buscar sanidade, e fazê-los entenderem com gentileza que nem tudo é como a gente quer que seja, nem pra ele e nem pra nós. É dessa forma que eles aprendem sobre frustração também, entender que nem todas as suas vontades serão satisfeitas e a vida segue. Ser firme e ser gentil parece contrastante, mas aí você pensa na frase que abriu esse post e que te fará lembrar de algumas coisas que a gente vive tentando não fazer, mas não consegue! E aí? Seguimos tentando, maternando...

Nine Lima Mãe de Gêmeos e autora do Blog Querida Mamãe

Sexta, 09 de Agosto de 2019 - 09:05

Reflexões de uma advogada: "Não pode faltar o amor o alimento da alma"

por Paula Krempser

Reflexões de uma advogada:

A espera de um filho é sempre composto por um misto de sentimentos. A futura mãe imagina que seu ventre é o abrigo de toda a pureza existente em um único ser, e aguarda surpreendentemente por meses até que a certeza do amor um dia surja.

 

Tão quão é a certeza do amor entre mãe e filho resumido no ato do nascimento, é a incerteza da provisão daquela criança. Por anos, talvez dias, aquela família concebida com o propósito de nutrir laços afetivos carregam entre si o farto alimento, o amor. Mas quando este um dia acaba entre o homem e a mulher, sobram estilhaços gélidos que em sua grande maioria são fincados naquela criança tão desejada.

 

As amarguras do término de um casamento, por sua vez, são identificadas no olhar do filho que um dia teve em seu lar simultaneamente a presença do pai e da mãe. A aflição da criança não é efêmera. Por tal razão, deve ser identificada e cuidada para que a criança sinta novamente a expressividade do amor de seus pais com ela, independentemente do término de uma relação amorosa.

 

No entanto, por vezes, o dever de cuidado àquela criança é sobreposto por sentimentos individualistas dos pais infectados por valorizações equivocadas. A criança deixa de ser a essência para ser o alvo de intrigas, comprimindo os seus direitos.

 

A norma fundamental que regula a proteção das crianças e adolescentes em nosso país está prevista no artigo 227 da Constituição Federal de 1988 que estabelece que: "é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de coloca-los a salvo de toda a forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão". Com isto está explícita a responsabilidade dos pais não somente acerca da sobrevivência do filho, no âmbito alimentar, educacional, da saúde, e etc., mas também na esfera moral e psicológica, posto que uma convivência familiar combalida é uma forma de violência e negligência vedada pela ordem legal.

 

Colocar o filho entre dois mundos antagônicos por questões egocêntricas face a ruptura de um casamento geram distorções em sua saúde e em sua dignidade, que não são supridas unicamente por força de uma prestação de alimentos.

 

A obrigação alimentar é o múnus público regulado por lei incumbido aos pais para que estes proporcionem sustento dos filhos, a fim de torná-los úteis a si, à família e à sociedade. Esta obrigação não se restringe apenas ao dever pecuniário. Incumbe aos pais os deveres instituídos no artigo 227 da Constituição Federal e na Lei nº 8.069/90, Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Os pais são obrigados a prover seus filhos materialmente, afetivamente, moralmente e psiquicamente. O artigo  do Estatuto da Criança e do Adolescente preceitua que toda a criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, a fim de lhes proporcionar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.

 

Portanto, o que nutre verdadeiramente os filhos não é somente a prestação fornecida em dinheiro, mas a concessão do amor, o alimento da alma. Este é capaz de assentir todos os direitos de personalidade dos filhos, assegurando-os uma boa educação, um ambiente saudável, digno e respeitoso. Todavia, o amor é um sentimento do qual é impossível ensinar, e em se tratando de filho, jamais pode ser substituído ou sobreposto.

 

Advogada Especialista em Direito Administrativo com ênfase em Licitações e Contratos Administrativos Especialista em Direito Civil Membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família - IBDFAM Ex-assessora parlamentar da Câmara Municipal de Salvador Ex-assessora jurídica da Comissão Permanente de Licitação da Secretaria Municipal de Educação de Salvador Ex - assessora jurídica da Diretoria de Planejamento, Orçamento e Finanças da Secretaria Municipal de Educação de Salvador Assessora jurídica da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador
 

Sexta, 02 de Agosto de 2019 - 12:05

Etiqueta Social: "Dicas de Elegância"

por Patrícia Lopes

Etiqueta Social:


Todos os dias interagimos com um grande número de pessoas nas mais diversas ocasiões. Muitas delas podem gerar dúvidas sobre a forma mais adequada de se comportar. 
Em virtude disso, selecionei algumas dicas  de etiqueta e comportamento, que possibilitarão um convívio mais agradável e elegante em suas relações. 

“Não é a aparência é a essência. Não é o dinheiro, é a educação. Não é a roupa, é a classe.”

Coco Chanel

 

Segue algumas dicas: 

Etiqueta social 

- Mantenha a coluna ereta, com leveza

- Tão importante quanto a posição das pernas é a postura do corpo que garante um resultado elegante
- Procure observar os movimentos feitos também ao sentar
- O cruzar de pernas deve ser feito com sutileza
- Para isso, a força deve estar na coxa e não nos pés
Tome cuidado para não chutar a cadeira da frente quando estiver em um auditório ou sala de cinema
- Mantenha sempre os joelhos juntos, jamais sente com as  pernas abertas. 
O comprimento da roupa pode impedir um cruzar de pernas, prefira sentar mantendo os joelhos juntos . 

Aperto de mão 

- Ao cumprimentar as pessoas, estenda a mão de forma firme e determinada. - O aperto de mão tem que passar segurança e confiabilidade. 
- A pessoa mais importante toma a iniciativa de estender a mão; 
- A pessoa mais velha estende a mão a mais jovem; 
- O aperto de mão deve ser acompanhado pelo olhar direto nos olhos do interlocutor. 

Cartão de visita 

- Ele deve ser entregue sempre com a parte da frente direcionada para o receptor e entregue sempre ao final da conversa. 
- Respeite a hierarquia! 
- Em ocasiões formais, entregue quando receber 
- Guarde com cuidado e prestígio, nada de colocar no bolso da calça ou solto perdido na bolsa

Deixe uma boa impressão! 

Ter conhecimento sobre comportamento social, regras de etiqueta e relacionamento interpessoal, traz mais liberdade e autoconfiança. 

Como a imagem é o primeiro impacto, quanto mais ela for positiva, mais fácil será a representação pessoal ou profissional em um determinado ambiente. Assim, quando lembrarem de você, terão bons sentimentos. 
“O fortalecimento da mesma, depende fundamentalmente da sua capacidade de se relacionar e interagir com qualidade em todas as circunstâncias”. 

Patrícia Lopes 
Consultora de Etiqueta e Imagem 
@etiqueta_patricialopes

Sexta, 14 de Junho de 2019 - 09:05

Que a empatia não esteja apenas nas 'Hashtags'

por Carol Machado Lopes

Que a empatia não esteja apenas nas 'Hashtags'

Uma amiga me contou que ontem, depois de explodir numa situação super difícil com as filhas de três e quatro anos. Ela vinha subindo exausta uma ladeira tentando chegar no carro, carregando uma filha no braço e arrastando a outra que se debatia, a barriga de quase 30 semanas pesando e todas as cargas de um dia difícil nas costas ... quando uma mãe da escola das meninas, com sua filha que se comportava lindamente, a ouviu dizer que estava cansada. Essa mãe que pô, não é possível que ela não sabe das tretaaa, achou que era um bom momento pra dizer à minha amiga que:  “ainda vem outro aí, hein?!”, num tom de reprovação e chacota.

A mágoa no olhar de minha amiga ao contar essa história me comoveu, ela que é uma mãe maravilhosamente possível e que, pra constar, tá felicíssima com seu terceirinho.

Eu lembrei dos relatos de violência obstétrica que as mulheres sofrem no parto, porque né, "na hora de fazer não tava doendo" - um anúncio tenebroso de como podemos ser cruéis com as mães.

Não bastasse a rotina exaustiva, a carga mental e o saco de culpa nas costas, temos os julgamentos equivocados, os olhares de reprovação e a absoluta falta de empatia.

Eu já ouvi em algumas palestras pessoas questionando sobre empatia, o que seria e como praticar. Faça pelo outro o que você gostaria que fizessem por você, e sua referência continua sendo você!

Eu aprendi com a Comunicação Não Violenta que empatia pressupõe ação, se interessar pelo outro para então fazer por ele o que ELE gostaria que fizessem por ele.

Minha amiga talvez precisasse apenas de um olhar acolhedor e alguém pra carregar sua bolsa enquanto ela lidava com as meninas.

Quando você vir uma mãe com dificuldade com seu filho na rua, na casa da tia, ou na porta da escola, então você terá uma ótima oportunidade de praticar a empatia pra além da hashtag na rede social, perguntando a essa pessoa o que ela precisa e como você pode ajudar. Se não se sentir confortável em oferecer ajuda diretamente, seja o olhar que abraça em oposição aos olhares que acusam.

O amor é, por si, um ato de resistência. E se as coisas precisam mudar, sejamos nós, intimamente, o próprio movimento transformador.

Feliz dia de nós UNIDAS.

Sábado, 08 de Junho de 2019 - 09:05

Depois de Mãe: Nem todo mundo vai entender você, e tá tudo bem!

por Nine Lima

Depois de Mãe: Nem todo mundo vai entender você, e tá tudo bem!

 

Tudo bem se o outro não entende o que você está vivendo... é real o fato de que as amizades mudam, as relações também, é impossível ser a mesma depois que se é mãe, concorda?

A maternidade trás consigo tantas mudanças e ninguém é mesmo obrigado a entender, principalmente quando ainda não viveu essa experiência avassaladora. Mas, mesmo quem experimentou a maternidade, não viveu a sua experiência, ela é só sua. ninguém é igual e a maternidade também não há de ser! Muitas vezes mesmo quem está ali do seu lado pode não viver o mesmo que você tem vivido, simplesmente porque ninguém evolui ninguém, e evolução não se impõe.

 

Ninguém é capaz de amadurecer ninguém que não quer ser amadurecido, porque maturidade vem de dentro pra fora e não de fora pra dentro. É normal achar que hoje muitas coisas tem valores diferentes, que suas prioridades hoje são totalmente diversas daquelas de alguns meses atrás. É normal perceber que o era necessário ontem, hoje é acessório, e que coisas aparentemente simples antes se tornaram verdadeiros milagres diários.


Todas essas coisas mostram o quanto você aprendeu com a vida, e o quanto a vida que cresceu dentro de ti, ou que você escolheu cuidar, te transformou. É normal olhar para as outras pessoas e achar que elas pararam no tempo, e que o nosso "time" é completamente outro.

 

Mudaram-se os gostos e até mesmo os medos. Mudaram-se também a força e até objetivos. O caminho do auto conhecimento é individual, é solitário porque é assim que deve ser. Você só precisa entender esse seu novo "eu", valorizar a pessoa que hoje se tornou depois de toda essa revolução que aconteceu aí dentro no seu interior e quase ninguém viu.

 

Lembre-se de como você pensava antes de ser mãe, lembre de como você imaginava que seria quando fosse mãe e veja o quão distante foi quando se tornou de fato mãe... Desse jeito é mais fácil entender porque muitas pessoas parecem não te entender. Mas é preciso estar segura do seu novo papel e reconhecer suas transformações para que você siga em seu novo caminhar e não ligue muito sobre o que os outros vão pensar!

 

Quem estiver disposto a caminhar ao seu lado vai entender essa nova mulher, mas você também precisará entender que nem todo mundo vai conseguir entender você. E tá tudo bem!

 

 

Nine Lima  - Servidora Pública, Mãe de Gêmeos e Autora do Blog Querida Mamãe

Instagram: @blogqueridamamae

www.queridamamae.com

 

 

Sexta, 24 de Maio de 2019 - 09:05

Ja começou a cuidar de você?

por Ana Claudia Oliveira

Ja começou a cuidar de você?

A correria da vida, infelizmente, nos leva muitas vezes a esquecermos de nós mesmas. Negligenciamos nossas vidas quando na verdade é o que há de mais precioso em nossas mãos.

 

Cuidar de si não é necessariamente gastar rios de dinheiro em tratamentos estéticos e coisa e tal. Mas é curtir a própria companhia e se presentear da maneira mais simples e de um jeito que talvez ninguém saiba, porque só nós nos conhecemos de verdade.

 

Um passeio no shopping, uma corrida na praia, um dia vendo filmes clichês que aquecem o coração, talvez uma ida ao jogo do time do coração.

 

Cuidar de si é prestar atenção no que faz mal e passar a ignorar, é marcar uma hora no salão porque gosto de estar arrumada ou eu mesma fazer meu cabelo e unhas porque sei fazer e me sinto bem fazendo.

 

Outro jeito de se cuidar é procurar um psicólogo e começar a adiada terapia, porque todas nós temos nossos medos e traumas e não precisamos ter vergonha disso...

 

Ou pode ser mais simples esse cuidado, apenas uma ligação para aquela amiga que há anos não troco dez palavras.

 

Gritar quando estamos sufocadas, exigir uma pausa quando tudo está acelerado, correr quando tudo está lento, voar quando estamos presas ao chão. Cuidar de si é buscar o melhor, o que nos faz bem, de um modo não egoísta, mas necessário. Se não cuidarmos da gente, quem cuida? Este é o primeiro passo ... já pensou nisso?

Sexta, 17 de Maio de 2019 - 09:05

Tenho Lúpus. Posso engravidar?

por Dr. Livius Ribas

Tenho Lúpus. Posso engravidar?

Maio é conhecido pela campanha Maio Roxo, de conscientização sobre o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), doença reumática autoimune, com sintomas que variam de acordo com as partes do corpo atingidas, porém os mais comuns são: vermelhidão no rosto em forma de "borboleta" sobre as bochechas e o nariz, lesões na pele que surgem ou pioram quando expostas ao sol, dor nas articulações, rigidez muscular e inchaços, sensibilidade à luz do sol, fadiga crônica, dificuldade para respirar, queda de cabelo, desconforto geral, ansiedade, mal-estar, entre outros. Muitas mulheres que tem Lúpus tem essa dúvida, mas cada caso deve ser avaliado separadamente, já que a gravidez nessas pacientes depende de algumas variáveis. Vale ressaltar que sim, é possível, mas uma reposta mais acertada vai depender de uma análise por parte do reumatologista.

 

Em geral, a doença por si só não é uma contra indicação absoluta para a gravidez, mas ela deve estar em remissão (inativa) por no mínimo seis meses para evitar uma reativação. Também é imprescindível avaliar quais medicamentos estão sendo usados no momento que se decide pela gravidez. Há medicações que podem ser mantidas, sem efeitos colaterais para o bebê, mas a maioria deles deverá ser suspensa no momento, ou antes, do período gestacional, a depender da droga.  Por isso o momento de engravidar deve ser planejado e discutido também com um médico reumatologista.

 

Riscos – Já durante a gestação, os cuidados necessários são, além do acompanhamento regular com o reumatologista e obstetra, a proteção contra o sol, manter uma dieta e hábitos saudáveis e evitar o estresse. Isso pode evitar riscos como o de abortos, pré-eclampsia (hipertensão arterial), nascimento prematuro do bebê ou com baixo peso.

 

A presença do anticorpo Anti Ro, provoca na criança o risco de desenvolver Lúpus Neonatal. De fato, o Lúpus Eritematoso Sistêmico não é transmissível para o bebê, mas esta síndrome é o reflexo da presença temporária do anticorpo da mãe na circulação fetal. Assim, a presença desse anticorpo pode causar lesões cutâneas passageiras e sua manifestação mais grave e, felizmente, rara, é o bloqueio atrioventricular, que deixa  as batidas do coração do bebê mais lentas. Esse problema pode ser identificado já durante o período pré-natal. 

 

Outra característica que pode estar relacionada ao Lúpus e a gestação são os abortos de repetição, que, entre outras causas, podem estar relacionados à presença de anticorpos Anti-Fosfolípides. A presença destes anticorpos e, dependendo do histórico da gestação e da ocorrência de tromboses anteriores, vai requerer orientações específicas durante o pré-natal, para que a gravidez transcorra bem até o final.

 

Bebês saudáveis - Felizmente, na grande maioria das vezes, quando seguidas as orientações médicas, as pacientes com Lúpus dão à luz filhos saudáveis. No momento de escolher um obstetra é importante que esse profissional esteja preparado para atender às particularidades dessa gravidez, além de ter um contato próximo com o reumatologista. É importante que essa mãe e o bebê tenham uma rede de apoio, do pai, familiares e amigos, para enfrentarem esse período de alegria e muitas mudanças sem sofrer com a  doença!

 

Dr. Livius Ribas é obstetra com grande experiência em gestação e parto de risco. 

Sexta, 03 de Maio de 2019 - 13:05

Visibilidade traz responsabilidade

por Patricia Lopes

Visibilidade traz responsabilidade

Como o líder é uma referência, a forma que ele enfrenta as responsabilidades reflete diretamente nos resultados da equipe e na sua imagem profissional. Por esse motivo, é essencial que ele entenda os efeitos de suas ações no comportamento dos liderados, emita mensagem com eficiência e lide adequadamente com a influência que exerce.

 

Dessa maneira, é possível ser uma figura inspiradora e realizar uma liderança genuína, conquistando notoriedade pelas atitudes e não apenas pelo cargo ocupado. Qual o papel da comunicação na imagem do líder? A comunicação é uma das habilidades mais importantes para construção da imagem do líder.

 

Quando ela é eficiente, as informações circulam corretamente e os liderados entendem a sua relevância para o êxito do time, gerando resultados positivos, motivação e engajamento. Assim,  o líder ganha  credibilidade e se torna um  profissional admirado. É importante lembrar que a comunicação não se resume à expressão verbal ela é constituída por diversos fatores, como a linguagem corporal, oratória e comportamento. Como melhorar a comunicação e a imagem diante  dos liderados?

 

O primeiro passo para ter uma comunicação mais eficiente é observar o próprio comportamento e o dos liderados. Dessa maneira, é possível conhecer as características individuais e descobrir quais são os pontos que precisam ser trabalhados.

 

Outro aspecto muito importante é aprender a ouvir. Muitas vezes, os profissionais em cargos de liderança acreditam que não precisam escutar os  colaboradores. Esse  comportamento impede o desenvolvimento do líder e do time,  prejudicando os resultados. A clareza  também é imprescindível na comunicação de um líder. As mensagens precisam ser emitidas de modo simples e objetivo. Assim, são evitados diversos problemas decorrentes de “mal-entendidos”.

 

A  transparência na  fala e nas ações é fundamental. A credibilidade é uma das características básicas de um grande líder. Quais os benefícios de aprimorar a comunicação? O profissional que  buscar o aprimoramento da comunicação consegue realizar interações produtivas e transmitir informações com eficiência. Assim, os processos acontecem de forma correta, e as atividades são feitas com excelência. Além disso, as habilidades conquistadas ajudam a melhorar a percepção e a propagar bons hábitos. Desse modo, é criado um ambiente propício para o desenvolvimento de todos os colaboradores e a formação de equipes de alta performance.

 

Ter consciência, em relação às responsabilidades que estão associadas a ser uma  figura de referência, é essencial para que os líderes tenham êxito na suas funções. Entretanto, é importante não deixar que a visibilidade impeça o desenvolvimento.

 

Muitas vezes, por medo de errar diante dos liberados, os profissionais  nessas posições evitam assumir riscos e estagnam suas carreiras. Bons  líderes não são aqueles  que nunca cometem falhas,  mas os que buscam o  aprimoramento contínuo.

 

Patrícia Lopes

Consultora de Etiqueta e Imagem

@etiqueta_patricialopes  

Sexta, 26 de Abril de 2019 - 11:05

Nem sempre "de bem comigo", mas chego lá!

por Ana Claudia Oliveira

Nem sempre

Hoje estava saindo para o trabalho quando reparei no meu corpo. Lembrei de um pensamento que sempre tive no meu subconsciente: "nunca vou ser pequena". E é isso, existem mulheres pequenas e existem mulheres grandes, e eu faço parte do segundo grupo.

 

Não é todo dia que encaro isso com tranquilidade, não é todo dia que me vejo bem e estou ok com o espelho, na verdade, nos últimos anos não estou de bem com o espelho, mas por mais que eu faça as pazes, eu nunca serei a “mion”.

 

Existem mulheres que nasceram magras e serão magras sempre, a manequim 36/38. São chamadas de magrelas, são vitimas de chacotas, piadas, tentam esconder a clavícula (que chamam de saboneteira) por que é ossuda. Algumas comem sem parar para ter uma gordura a mais. O problema não é querer ter uma gordura a mais, mas querer ter para que os outros aprovem.

 

Existem mulheres gordas, que serão sempre gordas. Igualmente as magras.  Não sei medir quanto, mas também sofrem. As roupas nunca cabem e quando cabem são sem modelagem, e quando acha a modelagem legal não cabe no bolso.

 

A luta da mulher com seu corpo sempre vai existir, mas o que eu quero internalizar e esquecer é a necessidade da aprovação alheia para o que só diz respeito a mim mesma. Sempre me incomodei com minhas pernas grandes, por que achava que os outros achavam feio, e por ter pernas grandes e quadril avantajado sempre ouvi que era gorda. Mas não, aprendi e hoje aceito que elas são lindas do jeito que são. É meu biótipo, contra isso não há briga.

 

Não é todo dia que se acorda “de bem” com você mesma, mas quando esse dia surge é bom exercitar e refletir para que o aprendizado seja contínuo e internalizado. E você já se aceitou do jeito que é ? Bem, eu estou neste processo!

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