Outubro Rosa: telemedicina é alternativa acessível para diagnóstico inicial 

 

Em fevereiro o INCA (Instituto Nacional de Câncer) divulgou dados com estimativa sobre o avanço do câncer no Brasil, e a previsão é de que o país terá 625 mil novos casos a cada ano do triênio 2020-2022. Desses, 29,7% tem como diagnóstico o câncer de mama em mulheres, o que traz a importância de debater o tema em um ano de pandemia. 
 

Com a pandemia causada pelo novo coronavírus 327 mil pessoas perderam o convênio médico, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e muitas pessoas passaram a evitar idas aos hospitais. 

Empresas inovadoras na área de saúde têm oferecido alternativas para a população trazendo algumas facilidades e vantagens. Até porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, calcula-se que 1,5 milhão de mortes anuais por câncer poderiam ser evitadas, caso tivessem tomado medidas adequadas. 
 

Entre os novos tipos de atendimento, Juliana Freitas, cofundadora da Vai Bem, explica que a Vai Bem é uma empresa com orientação de saúde por telemedicina, com mais de 500 atendimentos entre abril e setembro, onde o cliente liga para a orientação via telefone ou chamada de vídeo, e o seu problema é solucionado ou ele é direcionado à especialidade mais indicada. 
 

"A Telemedicina acabou se tornando uma opção para as pessoas continuarem tendo acesso à saúde, realizando o seu acompanhamento médico, seja por telefone ou chamada de vídeo", afirma José Neto, cofundador da Vai Bem. A empresa realizou 375 atendimentos por telefone e 103 via chamada de vídeo. 
O atendimento por telemedicina é uma alternativa acessível para um diagnóstico inicial. Posteriormente a paciente é direcionada a ginecologia e mastologia, atendimento que acontece presencialmente nas clínicas parceiras. 

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