Cuidados com o cabelo durante o verão para manter os fios saudáveis!


Em 22 de dezembro começou a época mais quente do ano. Com as temperaturas elevadas e o sol marcante, o cabelo merece atenção para não danificar durante esse período. Da hidratação à proteção, cuidados como usar protetores e óleos são essenciais. 

Para começar a temporada, recomenda-se procurar um salão para aparar as pontas do cabelo. Assim, antes de submeter os fios aos fatores de ressecamento inevitáveis do verão, eliminam-se as pontas duplas que já existem, evitando que essas abram mais ainda e possam quebrar. "Além disso, é sempre bom submeter as madeixas à uma hidratação profunda feita por um profissional, para blindar os fios", recomenda o hairstylist Bruno Oliver. 

Pode parecer que não, mas o sol danifica e muito os cabelos. "O calor dos raios UV fragiliza as madeixas, por isso, é importante sempre usar produtos que tenham proteção solar", alerta Oliver. Durante essa época do ano, vale trocar o shampoo que normalmente se usa, por um mais hidratante e incluir condicionador, máscara, creme de pentear e óleo capilar com filtro solar na rotina de cuidados. 

Outra alternativa para proteger o cabelo do sol é usar chapéus, bonés ou lenços quando for passar muito tempo exposto ao calor. 


Praia e piscina 

"A água do mar é prejudicial para o cabelo por conta do sal que resseca os fios, fragilizando-os e deixando quebradiços. Para evitar que isso aconteça, é importante manter a cutícula dos fios selada" aconselha Bruno Oliver. 

A dica para quem vai dar um mergulho é passar um creme ou fazer umectação com algum óleo capilar. E, após tomar banho de mar, deve-se lavar os cabelos com água doce o mais rápido possível. 

 

Pesquisa revela o comportamento do brasileiro na hora das refeições em 2019

 

A saúde alimentar entrou no radar dos brasileiros. Como as pessoas observaram suas refeições de 2019, e agora como pretendem cuidar da saúde em 2020? Quais são suas expectativas? Pensando nisso, a Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de consumo, entrevistou digitalmente mais de 1.800 brasileiros entre 16 e 75 anos em todo o país, que fazem no mínimo uma refeição fora de casa entre segunda e sexta, analisando o comportamento de cada refeição, café da manhã, almoço e jantar. 

Café da Manhã 

Para 35% dos brasileiros entrevistados, o café da manhã deveria ser uma boa refeição, mas hoje não a consideram ideal. Entre os jovens esse número sobe para 41%. 

64% dos brasileiros acreditam que poderiam ter mais tempo no café da manhã. 43% acreditam que esta refeição poderia ser mais saudável. 48% disseram que deveria reduzir o açúcar. 38% gostariam de mais frutas. 32% variariam o cardápio, e 26% gostariam de comer menos pão. 81% dos brasileiros tomam o café da manhã em suas casas.

Como expectativas para 2020, o brasileiro pretende beber mais sucos e leites e deixar o café preto para depois do almoço ou no lanche da tarde. Trocar os petiscos gordurosos por snacks saudáveis. Incluir grãos sem glúten, torradas integrais, geléias naturais e produtos orgânicos locais. Menos açúcar também foi citado, e para substituí-lo de manhã, o brasileiro pretende incluir mais frutas. 

Almoço 

40% dos brasileiros almoçam fora de casa mais de 3x por semana, e esse número sobe para 49% entre jovens. Na hora do almoço, a pesquisa identificou que a maioria da reclamação é não conseguir manter uma dieta balanceada. Na hora de sair para almoçar, o brasileiro prefere restaurante por kilo, prato feito e Buffet, respectivamente nessa ordem. 

73% dos entrevistados disseram que poderiam montar pratos mais saudáveis nos restaurantes por kilo. 71% gostariam de reduzir o consumo de "frituras". 68% dos brasileiros gostariam de poder comer com mais calma. 51% acreditam que poderiam reduzir o consumo de refrigerantes.

Em 2019, o brasileiro já modificou um pouco seu comportamento na hora do almoço. 49% dos entrevistados introduziram mais saladas no prato, buscando uma alimentação melhor. Porém, 61% ainda acham que não é o suficiente, e querem melhorar ainda mais seu mix diário de alimentos. 

43% dos brasileiros com mais de 30 anos e 40% abaixo dos 30 anos, tentam se alimentar no dia a dia com marmitas que preparam em casa, visando economizar e se policiar para se alimentar saudavelmente. 

61% consideram uma refeição completa na hora do almoço se ela é finalizada com uma sobremesa, fruta ou café. 

E o que mais agrada e mais incomoda nos restaurantes? 69% dos entrevistados elogiaram os locais que tinham talhares, guardanapos e tempero na mesa; 73% dos brasileiros na hora de escolherem o restaurante para almoçar, tentam buscar opções onde suas roupas não fiquem com "cheiro de comida". 

O atendimento continua sendo um diferencial para o brasileiro. 66% dos brasileiros relacionam seu retorno ao local ao bom atendimento que tiveram. Nas cidades menores essa relação é ainda mais forte. 

Como expectativas para 2020, o brasileiro gostaria de ter acesso a um conteúdo colaborativo, em que ele pudesse buscar mais informações sobre os alimentos que está consumindo, compartilhar suas experiências. Melhorar ainda mais o mix de opções do prato é um dos principais objetivos para o ano que vem. Os temperos naturais também foram citados, inclusive, reduzir sódio e condimentos, com molhos e temperos mais naturais e frescos. Um dos principais desejos do brasileiro para 2020 é conseguir fazer uma refeição com a família pelo menos 1x por semana. 

Jantar 

O jantar é a refeição mais praticada em casa pelo brasileiro. 77% jantam em suas casas no mínimo 6x por semana, entre brasileiros com mais de 30 anos, entre os brasileiros abaixo dos 30 esse número cai para 68%. Apesar de ser a refeição mais realizada nos lares brasileiros, é também a mais negligenciada. 56% dos brasileiros nem pensam no assunto até sentirem fome, entre os jovens brasileiros esse número sobe para 63%. 

64% dos entrevistados acreditam que poderiam planejar o jantar antecipadamente. 43% disseram que poderiam comer algo mais leve e mais saudável. 49% gostariam de reduzir o pão e similares. 40% gostariam de evitar o consumo de comida pronta. 37% disseram que poderiam introduzir mais verduras e legumes, e 33% poderiam reduzir o consumo do café. 

Segundo observado pela pesquisa, um dado chamou atenção: o pãozinho está presente no jantar tanto quanto no café da manhã. 81% dos entrevistados afirmaram ter o pão presente nas refeições noturnas. Ao menos uma pessoa da casa inclui esse alimento no jantar. 

6 em cada 10 brasileiros gostariam de se alimentar mais cedo e mais leve, pois acreditam que dormiriam melhor desta forma. Nos jovens abaixo dos 30 anos, 7 em cada 10 pensam da mesma forma. 

Para 2020, o brasileiro gostaria de ter um sono melhor, podendo se alimentar mais cedo, com mais saladas, e reduzindo consumo de cafeína. O brasileiro quer resgatar a refeição em família, e menos celulares a mesa. 

Sobre os deliverys de comida, o brasileiro espera que em 2020 eles possam atender até mais tarde, porém com opções mais saudáveis do que pizzas e lanches. 

Sobre a Hibou: 

A Hibou é uma empresa especializada em pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, existente há mais de 11 anos. A Hibou trabalha o tempo todo com informação e olhares inquietos sempre do ponto de vista do consumidor.

Terça, 10 de Dezembro de 2019 - 17:05

Desenvolva a comunicação não violenta

Desenvolva a comunicação não violenta


Mais do que nunca, saber se comunicar é muito importante em qualquer área da vida, seja na profissional, na familiar ou nas relações com os amigos, por exemplo. Viver em sociedade implica, quase que necessariamente, na comunicação. Infelizmente, nem sempre as pessoas conseguem ser bem sucedidas nesse ponto e acabam criando atritos nos relacionamentos, gerando distanciamento e até mesmo rompendo laços importantes porque não souberam como entender o que a outra pessoa queria dizer. 

“O grande propósito da comunicação não-violenta é resgatar a capacidade inata que todo ser humano tem de se expressar sem violência, ou seja, de uma maneira que consiga dizer o que sente, mas sem carregar na fala suas dores, frustrações, angústia e outros sentimentos não saudáveis e, portanto, não ferir o outro. Para isso, existem quatro pontos importantes que precisam ser avaliados quando se pensa em melhorar a comunicação”, explica Camila Cury, psicóloga e presidente da Escola da Inteligência - mais completo e especializado programa de educação socioemocional, idealizado por Augusto Cury. 

O primeiro deles é observar as pessoas e as situações sem julgar, fazer o exercício de ler tudo que está acontecendo de uma maneira neutra, sem muitos apontamentos. Olhar para as pessoas de forma que, mesmo que você não entenda os motivos, saiba que deve existir uma boa razão para determinadas atitudes. 

O segundo ponto é saber identificar e dar nome aos sentimentos. Em meio a uma situação ruim, é preciso ter maturidade para entender que, às vezes, era você que estava colocando uma expectativa muito alta em uma pessoa ou um momento específico. “Com o tempo conseguimos adquirir maturidade suficiente para entender que nossos pensamentos e sentimentos têm muito mais a ver com a gente, com a nossa história, do que necessariamente com o outro. Então, desse lugar seguro, é mais fácil ter essa leitura equilibrada das coisas. Muitas das coisas que atribuímos ao outro na verdade são nossa responsabilidade”, explica a psicóloga. 
 

O que muitos não conseguem: saber fazer pedidos e dizer, com clareza, o que se quer ou espera. Vale a pena dizer sempre a verdade, as pessoas não dizem exatamente o que estão esperando e imaginam que, mesmo assim, serão compreendidas rapidamente e correspondidas, mas se não houver clareza no que se espera é bem mais provável que haja frustrações. O exercício é falar sem medo o que se espera. 

“Nós nunca saberemos o que se passa na mente do outro, por isso, quanto mais soubermos como expor o que está dentro de nós, mais chances teremos que ter uma comunicação limpa, sem ruídos e interferências. Olhar para si e se colocar no lugar do outro é sempre uma chave para relacionamentos mais sadios e transparentes”, finaliza Camila. 

Sexta, 06 de Dezembro de 2019 - 15:05

Testagem gratuita par hepatites B e C na Fundação Casa Jorge Amado

por Iga Bastianelli

Testagem gratuita par hepatites B e C na Fundação Casa Jorge Amado

 

Dando continuidade às ações do julho amarelo (mês de conscientização da Hepatite C), A Fundação Casa Jorge Amado, no Pelourinho, abrirá as portas para uma ação de testagem de HEPATITE C. O evento ocorrerá no dia 07 de dezembro das 9 às17 h e será uma oportunidade de alertar a população sobre os riscos das hepatites virais e cirrose. A ideia é oferecer testagem gratuita para hepatites B e C, principalmente para a população carente do pelourinho e cidade baixa, o povo da “Cidade da Bahia” que tanto inspirou o escritor Jorge Amado.

A HEPATITE C é uma doença silenciosa que acomete 700.000 brasileiros e é a principal causa de cirrose e câncer primário de fígado no Brasil.

A importância da testagem se justifica na medida em que a doença já tem cura, com medicamentos oferecidos pelo SUS.

No dia da testagem, na sede da Fundação, qualquer pessoa poderá fazer um teste rápido, simples e gratuito e, caso seja detectada a hepatite, receberá as orientações para tratamento via SUS.

O evento é coordenado pelo Dr. Paulo Bittencourt, Presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia, e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Salvador, Hospital Português, Laboratório LPC e Sociedade Baiana de Gastrenterologia.

 

 

 

Igualdade de gêneros e representatividade no Natal: Mamãe Noel assume o trono em shopping

 

Agora é a vez dela, a Mamãe Noel!  O Colinas Shopping apostou em um formato diferente na campanha de Natal deste ano: uma Mamãe Noel assumiu o trono do Papai Noel. Para ir além da tradição, que apresenta a Mamãe Noel sempre ao lado do trono ou como assistente do Papai Noel, o centro de compras de São José dos Campos (a 90 quilômetros da capital São Paulo), reservou um horário exclusivo só para a Mamãe Noel. A ação surtiu efeito e atraiu a atenção principalmente do público feminino. 

“Quando as mulheres me veem no trono, ficam surpresas e felizes. Pedem para tirar foto e sempre elogiam por eu estar trabalhando, assim como o Papai Noel”, afirma Sueli de Jesus, 54 anos, que é a Mamãe Noel do Colinas Shopping. “Já as meninas, sinto que entendem que podem ser o que quiserem. Elas podem crescer e quem sabe também ser uma Mamãe Noel e entregar presentes. Não é um sonho só para os meninos.”

Outro público que tem interagido com a Mamãe Noel e elogiado a iniciativa, conta Sueli, é o LGBT. “Eles comentam que tinham vergonha, muitas vezes, de tirar foto com o Papai Noel. Mas com a Mamãe Noel, ficam à vontade.”

Além do atendimento ao público na Praça de Eventos do Colinas Shopping, a Mamãe Noel também é uma das estrelas comerciais do Natal do centro de compras. O tema da campanha, a Doce Magia do Natal, apresenta um negócio de família, com Fábrica de Presentes e Fábrica de Doces. Enquanto o Papai Noel sai para entregar os presentes, a presidente Mamãe Noel cuida dos negócios, supervisionando todas as atividades. 

“Sentimos que é importante falarmos de representatividade, não somente no mês da Mulher, mas envolver esse assunto em outras campanhas. No Natal, pensamos que a Mamãe Noel poderia levar essa mensagem, que as mulheres também representam a magia do Natal, seja entregando presentes ou cuidando para que tudo saia perfeito. Nas novas constituições familiares, temos muitas mamães que dão conta de tudo isso no dia a dia sozinhas”, explica Margarete Sato, gerente de marketing do Colinas Shopping.

Estreante no papel, Sueli se diz realizada pelo contato com o público e por colaborar com o debate sobre a igualdade de gêneros. Prestes a se aposentar e apaixonada por crianças, o papel de Mamãe Noel aconteceu por acaso. “O Colinas apresentou a demanda e uma agência chegou a mim, muito pelos traços físicos. Com o apoio da minha família, aceitei participar e descobri uma nova profissão, talvez”, conta ela, que já pensa em manter a carreira como modelo. “Já surgiram novos convites.”

Quinta, 28 de Novembro de 2019 - 14:05

Mitos e Verdades sobre a depilação durante a gravidez

Mitos e Verdades sobre a depilação durante a gravidez

 

Manter a pele lisinha, sem alergias, manchas ou pelos encravados, não é uma tarefa fácil, ainda mais durante a gestação quando a mulher está mais sensível com o barrigão que dificulta a flexibilidade. “Muitas mulheres nos perguntam se podem fazer a depilação durante a gravidez. Existem muitas dúvidas e é preciso esclarecê-las para evitar problemas e desconfortos”, afirma a fundadora da rede de depilação Pello Menos, Regina Jordão. “Caso a gestação seja de risco, o ideal é que a futura mamãe converse com o médico de confiança”, completa. Confira abaixo, alguns mitos e verdades sobre o tema:

A depilação pode ser feita até o 9º mês?
Verdade. Não existe restrição quanto a qualquer tipo de serviço de depilação a cera, a não ser que seja por alguma orientação médica. Do contrário, não há problema. No entanto, a pele pode ficar um pouco mais sensível devido ao inchaço em algumas regiões específicas, portanto, é preciso alguns cuidados para que não haja lesões

O barrigão dificulta posições e impede a depilação com cera?
Mito. O recomendado é buscar profissionais que estejam habituados a atender mulheres grávidas. Esses especialistas saberão orientar quanto às posições para garantir o conforto durante o procedimento.

O laser deve ser evitado?
Verdade. A depilação a laser não pode ser realizada nesse período, devido ao alto risco de causar manchas na pele da gestante.

Os cremes depilatórios são contra-indicados?
Mito. Não há contraindicação sobre o uso desses produtos. No entanto, muitos profissionais não recomendam seu uso nesta fase da vida, pois são frequentes os casos de irritações e, considerando que a pele da mulher grávida geralmente é mais sensível, o mais indicado é optar por outro método.

Cera fria é melhor do quente?
Mito. Não há restrições quanto à depilação com cera, seja ela quente ou fria. Porém, é recomendável uma atenção maior com a temperatura do produto, devido a sensibilidade aflorada das gestantes.

Terça, 26 de Novembro de 2019 - 09:05

O impacto do estresse feminino nas doenças odontológicas

O impacto do estresse feminino nas doenças odontológicas

 

Não é novidade que as mulheres são multitarefas. “Na prática, temos que nos desdobrar para equilibrar todas as atividades pelas quais somos responsáveis. Óbvio que essa forma de viver tem um preço alto para as mulheres e exige uma carga energética física e mental alucinante” é o que constata a cirurgiã dentista Selma Nishimura. Como resultado, as mulheres enfrentam o famoso quadro de estresse com músculos e nervos retesados. Há ampla literatura sobre o impacto dessa tensão constante na qualidade de vida e na saúde feminina, mas pouco se fala sobre a relação com a saúde odontológica. “O estresse está associado, claramente, às condições básicas para o desenvolvimento de disfunção temporomandibular; para o bruxismo; ou para o “apertamento” dentário”, revelou a dentista.

 

E quais os sintomas? As dores de cabeça constante; dores de ouvido; dor e pressão atrás dos olhos; dor ao mastigar ou ao bocejar; estalos ao abrir e fechar a boca; travamento ou deslocamento da mandíbula; mudança na forma de mastigar ou flacidez dos músculos da mastigação – independente da sua idade –, podem indicar uma disfunção temporomandibular ou bruxismo.Para auxiliar no tratamento, a parte odontológica deve ser devidamente avaliada e tratada.

A dentista Sued Queiroz da Live Odontologia, também, vem observando mulheres com diversos problemas odontológicos resultantes de uma vida mais corrida e estressante, aqui em Salvador. Ela que utiliza recursos tecnológicos para diagnosticar os pacientes indica, também, a polissonografia para investigar o bruxismo ou até mesmo se o paciente tem apinéia do sono.

 

Segundo Sued, a odontologia pode ajudar diversas formas muitas vezes são usadas as placas oclusais no tratamento tempromandibular (DTM), uso de lasers terapia e até reabilitação com próteses.  mas cada caso é um caso diferente e cada paciente possui uma necessidade, portanto, o planejamento deve ser único" reforça ela.

 

Segundo os dentistas para alguns problemas o tratamento deve ser multidisciplinar, ou seja, com envolvimento de profissionais como psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos. Saber escutar o próprio corpo é sinal de autoestima e reflete na qualidade de vida. E, deve caber em qualquer agenda feminina... por mais atarefada que ela seja! “recomenda a dentista.

Especialistas em comportamento falam do poder do perdão e do autoperdão

 

A felicidade é um estado de espírito, e para termos acessos a tão sonhada felicidade, precisamos acessar o autoperdão e perdoar a nossa história. Esta afirmação da Terapeuta Holística Ana Cláudia Queiroz provoca a reflexões sobre o poder do perdão. Para a Terapeuta Ana Cláudia que há mais de 20 anos trabalha em Salvador ajudando diversas pessoas, só conseguimos isso voltando pra dentro, revendo a própria história e trajetória e tendo um olhar amoroso para a criança interior. "Revendo as crenças limitantes e padrões negativos podemos enfim sonhar e conviver com a tão sonhada felicidade! Existem diversas técnicas que ajudam nessa caminhada, sendo que todas elas já existiam no universo e foram canalizadas por alguém. Mas o que realmente faz com que a felicidade faça moradia na sua casa, são as escolhas de cada um e o olhar amoroso de quem pegar o caso", explicou Ana Cláudia. 

 

E para falar mais sobre o mesmo tema o BN Mulher conversou com Heloísa Capelas, que é diretora do Centro Hoffman no Brasil. Heloísa é, também, autora do livro "Perdão, a Revolução que Falta". Confira abaixo o que ela fala sobre o tema Perdão.

Por que o perdão empodera?

O perdão tem a ver com aceitação. Primeiro, você aceita aquela situação e, então, a perdoa. Ao perdoar pessoas e situações da vida você, primeiro, tem uma vida de paz e um sossego mental. Você para de ficar “caraminholando” sentimentos na sua cabeça, então sobra espaço para fazer coisas mais agradáveis. O perdão também aumenta a criatividade, porque você está livre para fazer coisas novas. Você também está pronta para amar mais as pessoas, ter menos vergonha de ser quem é, você se expõe mais, se preocupa muito menos com a opinião dos outros. Você simplesmente é. Então, você se posiciona mais e contribui mais.

O que a mulher pode ou deve perdoar para se empoderar?

Além de situações do dia a dia, tem um perdão importante que a mulher pode fazer que é a toda a sua história particular de desvalia feminina. A desvalia feminina começa na infância, quando por exemplo os pais privilegiam os meninos ou cobram mais das meninas. Isso vai construindo crenças de desvalia na mulher.

Como essa desvalia impacta na mulher?

A mulher é mais autocrítica que o homem porque no passado ela foi muito mais criticada do que o homem, foi muito menos permitida. Quando os pais dizem que o que ela está fazendo é feio, que não pode porque ela é incapaz ou porque é menina, ela começa a se exigir muito, porque ela acredita nessa desvalia. Se eu me critico muito é porque eu não estou me legitimando. Eu não me autorizo a ser quem eu sou, eu preciso ser outra pessoa. Mas ser outra pessoa não existe, eu sou esta. Com todo o meu bem e o meu mau. Agora, se não me aceito, se me exijo muito, eu me critico muito. Eu mesma me coloco em diminuição, me sentindo menor. Então o autoperdão também é muito importante. E leva ao empoderamento porque nos apropriamos da expressão “eu posso”.

Como é o empoderamento feminino frente ao poder dos homens?

Ainda estamos descobrindo isso, porque a referência de poder que temos é a do poder masculino. E não estamos em competição com os homens, nem estamos competindo umas com as outras. Precisamos ir atrás da sororidade. Isso vai nos ajudar a reconhecer quem é a mulher atual. As mulheres precisam se reconhecer, se ajudar, se respeitar. Precisamos nos misturar com as mulheres para resgatarmos e descobrir o nosso poder.

Dicas para praticar o perdão no dia a dia:

Pratique a autoconsciência | Algumas das nossas mágoas mais profundas estão inconscientes e afetam nosso comportamento sem que a gente possa se dar conta. É preciso reconhecê-las e assumi-las para si, ainda que sejam muito doloridas ou, ao contrário, pareçam até bobas ou pequenas.

Evite a autocrítica | Ao identificar os próprios rancores, muita gente exagera na autocrítica e passa a se enxergar como uma pessoa inferior, pior ou até mais maldosa que as demais.

Faça-se perguntas pontuais | Não são apenas os grandes acontecimentos que se tornam imperdoáveis e que nos levam ao círculo vicioso da vingança e da autovingança. Muitas vezes, episódios cotidianos e aparentemente irrisórios também nos impactam muito negativamente. Quais situações costumam lhe tirar do sério, lhe deixar ofendido, lhe magoar ou entristecer? E quando isso acontece, como você reage?

Desmitique suas crenças sobre o perdão | Perdoar não é esquecer, não é um superpoder, não é uma habilidade para poucos e, muito menos, é algo que te torna fraco ou inferior em relação ao outro. Perdoar é uma escolha inteligente, que lhe trará saúde, longevidade e melhorará sua capacidade de se relacionar consigo mesmo e com o outro.  

 

Quinta, 07 de Novembro de 2019 - 09:05

Dicas para se dar bem no Enem 

Dicas para se dar bem no Enem 

 

 

 

O Enem já começou e neste domingo, dia 10 de novembro, a prova reunirá questões de Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias. 

Para ajudar os estudantes a professora Hydnea Ponciano, responsável pela área de Currículo e Avaliação da Somos Educação, selecionou as dicas que considera mais importantes: 

 

Dicas gerais - antes da prova: 

 

• Fazer pelo menos uma prova anterior do Enem (os cadernos estão disponíveis no link: http://portal.inep.gov.br/provas-e-gabaritos). Neste teste, é importante que o aluno tente identificar temas em que possua maior e menor facilidade. 

• Ler a Cartilha do Participante, focando nas informações mais importantes sobre a prova (disponível no link:http://download.inep.gov.br/educacao_basica/enem/downloads/2019/redacao_enem2019_cartilha_participante.pdf

• Outros conteúdos do MEC, que também podem ajudar: assistir aos vídeos do programa "Hora do Enem" para relembrar e revisar conteúdos e utilizar os "Percursos Educativos" para conhecer os assuntos que mais caem na prova. 

 

Dicas para o dia que antecede a prova: 

 

• Alimente-se bem. 

• Tire o dia para passear com os amigos ou seus familiares. 

• Durma bem à noite e relaxe. 

• Verifique o endereço da prova no cartão de participação. Caso não conheça o local, pesquise sobre as alternativas de trajeto e o tempo necessário para chegar com antecedência. 

• Deixe pronto os itens que precisam ser levados de casa: caneta esferográfica preta transparente, snacks(lanchinho rápido) e documento de identidade. 

 

Dicas para o dia da prova: 

• Alimente e se hidrate bem. Escolha uma roupa leve e confortável. 

• Saia mais cedo de sua casa, lembre-se que o trânsito fica complicado próximo às escolas na data de aplicação do Exame. 

• Chegue cedo e confira o local e sala, onde fará o exame. Quando autorizado vá para a sala e faça um breve relaxamento. 

• Depois das questões fáceis, é hora de tentar responder as questões médias, usando os conceitos que relembrou durante esta primeira leitura. 

• Antes da rodada final, é indicado que o aluno relaxe, tome água e, então, comece a preencher o gabarito com as questões já respondidas (as consideradas fáceis e médias). 

• Por fim, basta responder as questões que faltam (as mais difíceis) e finalizar o gabarito. 

 

Terça, 29 de Outubro de 2019 - 09:05

Pesquisa mostra dados alarmantes sobre saúde mental

Pesquisa mostra dados alarmantes sobre saúde mental

 

O Brasil é considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o país mais ansioso do mundo e o quinto mais depressivo. No entanto, pouquíssimas pessoas acessam o tratamento adequado. A Vittude, plataforma que conecta psicólogos a pacientes em poucos cliques, colheu em seu portal dados valiosos sobre a saúde mental da população brasileira. Entre outubro de 2016 e abril de 2019, a startup disponibilizou em seu site um teste que foi respondido por 492.790 pessoas. O DASS-21 (Depression, Anxiety and Stress Scale), desenvolvido pelo PhD Peter Lovibond, da University of New South Wales, na Austrália, possui capacidade de mensurar simultaneamente e distinguir a depressão, a ansiedade e o estresse.

Como resultado, a pesquisa mostra que 86% dos respondentes vivem com algum desses transtornos mentais. Além disso, os números indicam que 59% dos avaliados estão em estado extremamente severo de depressão e 63% se enquadram em uma ansiedade extremamente severa, entre outros dados. A pesquisa também mostra que a madrugada é o período em que a busca pelo teste e preenchimento do questionário é maior.

 

Cinco fatos sobre a relação entre a enxaqueca, ansiedade e depressão
 

Que a enxaqueca é uma doença altamente prevalente não é novidade, mas o que poucos sabem é que pacientes com enxaqueca apresentam associação mais estreita com doenças psiquiátricas como a ansiedade e depressão.

 

No Brasil, os distúrbios mentais são responsáveis por altas taxas de incapacidade com incidência de 9,3% nos quadros de depressão e 7,5% por ansiedade1.  De acordo com o Relatório da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). 

“É preciso promover a conscientização das enfermidades não visíveis, não palpáveis e subjetivas que se relacionam entre si”, afirma Dr. Mario Peres, médico neurologista da Sociedade Brasileira de Cefaleia.

 

  1. Se você tem enxaqueca, fique atento!

Subdiagnosticada e subestimada, a doença invisível, tem um impacto devastador. Dos diversos tipos de enxaqueca, a crônica é a que mais apresenta frequência de associação com outras doenças psiquiátricas.

 

  1. Diagnóstico de depressão é o mais comum entre enxaquecosos (as)

A depressão, por exemplo, é um dos transtornos mais comuns em pacientes com enxaqueca. Estudos revelam que quem é acometido pela doença neurológica tem 2,5 vezes mais chances de sofrer com depressão em comparação aos que não a possuem.

 

  1. Dados revelam maior incidência em pacientes que sofrem com aura

 “Não temos evidências científicas de que o controle da depressão ajuda no controle da enxaqueca, mas é importante identificar e tratar a depressão em pacientes com enxaqueca porque a depressão é um fator preditor importante para predisposição para enxaqueca”, acrescenta Dr. Mario Peres.

 

  1. Apesar de menos incidente, ansiedade também merece atenção

Especificamente tratando de ansiedade, mais da metade dos pacientes reúnem pelo menos um tipo de transtorno, sendo os mais comuns: transtorno de ansiedade generalizado (TAG), transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e síndrome do pânico.

 

  1. Mesmo com avanços científicos, tratamento ainda é desafio

“O tratamento de doenças neurológicas é desafiador, pois há debilidades nos sistemas de atendimento, há falta de informações sobre a existência de profissionais especializados, faltam também medicamentos essenciais na rede pública, sem falar da estigmatização das doenças”, finaliza o neurologista.

Recentemente, uma nova classe de medicamentos biológicos foi descoberta com atuação no bloqueio dos receptores do peptídeo relacionado com os genes de calcitonina (CGRP). Tais tratamentos são capazes de bloquear diretamente o ciclo da doença com atuação profilática, ou seja, previne o início e/ou ocorrência das crises. De acordo com o Portal Mais um Dia sem enxaqueca.

 

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