Ouvidoria Cidadã da Defensoria Pública promove evento para celebrar 10 anos
Foto: Divulgação

A Defensoria Pública da Bahia (DP-BA) celebra nesta terça-feira (1º), a partir das 16h, os 10 anos da Ouvidoria Cidadã. O evento será realizado no Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador e seguirá com programação durante todo o mês de outubro.

 

No primeiro dia de celebração haverá a abertura oficial com vídeo institucional, divulgação do novo site da Ouvidoria; apresentação da revista e selo comemorativo referente aos 10 anos; concurso de redação da Defensoria nas escolas, além de uma mesa de abertura composta pela ouvidora-geral Sirlene Assis, o defensor público geral Rafson Saraiva Ximenes e representantes da sociedade civil.

 

Ao decorrer do mês serão realizadas ainda outras atividades na capital e no interior, como audiência pública sobre a Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural, Religioso e Natural do Parque São Bartolomeu; Sessão Cine Debate; Encontro da Ouvidoria Cidadã com as Ouvidorias do estado da Bahia;  Festival Cultural, entre outras programações a serem divulgadas no dia da abertura.

 

A Ouvidoria Cidadã, por meio desse projeto, tem a finalidade de celebrar as atividades desenvolvidas que foram firmadas na luta para construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A celebração é uma oportunidade para estreitar cada vez mais os laços com as autoridades e órgãos públicos, construindo parcerias e projetos que serão desenvolvidos, visando garantir o acesso da população à Justiça.

 

A Ouvidoria Cidadã da Defensoria Pública da Bahia é a segunda ouvidoria externa das Defensorias Públicas do país. Iniciou seus trabalhos em março de 2009 e, após 10 anos de atuação, desenvolve suas atividades com referências para demais ouvidorias no país, bem como serve de porta de entrada da sociedade civil na Defensoria Pública.

A Ouvidoria Cidadã aposta no exercício de uma política democrático-participativa para a tomada de decisões estruturantes. Conta, com isso, com o apoio de lideranças da sociedade civil nas cidades onde a Defensoria Pública atua, como órgão de execução, através do seu Grupo Operativo.

 

Desde sua inauguração até o primeiro semestre deste ano foram mais de 30 mil atendimentos realizados, sejam elas mulheres, juventude, negros, comunidades quilombolas, pessoas em situação de rua, as religiões de matrizes africanas, as comunidades LGBT, as pessoas em privação de liberdade e suas famílias, indígenas, entre outros grupos.

Histórico de Conteúdo