Justiça Federal proíbe projeto BBom de recrutar novos integrantes
As empresas do grupo BBom não poderá recrutar novos integrantes a mando da Justiça Federal em Goiás. A Justiça acatou o pedido do Ministério Público Federal e Estadual contra a empresa, que fornece rastreadores de veículos, por indícios de formação de pirâmide financeira. Os bens da empresa foram bloqueados por determinação judicial. Em sua defesa, a BBom afirma que trabalha com o marketing multinível e não pirâmide financeira. Ao UOL, a BBom afirma que a informação não é verídica, e que eles continuam cadastrando novos usuários normalmente e continuam com as vendas. Os Ministérios Públicos Federais e Estaduais investigam indícios de formação de pirâmides no Brasil por várias empresas. De acordo com a Procuradoria, a empresa oferece os rastreadores por meio de pagamento de um valor mensal, considerado uma isca, e que isso não acontece na prática. A investigação aponta que os participantes se associam por meio de uma taxa de cadastro e valor de adesão, que varia conforme o plano escolhido. Os usuários devem se comprometer a conquistar novos associados e a pagar uma taxa mensal. O MP ainda expediu recomendações às principais emissoras de TV para que não exibam mais publicidade de venda de rastreadores das empresas do grupo BBom.

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