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O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá decidir se os políticos condenados, mas com penas prescritas devido à demora do julgamento, devem ou não ser submetidos às regras mais rígidas impostas pela Lei do Ficha Limpa. 


A prescrição é a impossibilidade de punir alguém considerado culpado em uma ação criminal devido à ao tempo que a ação levou para ser julgada.


Apesar de os efeitos da condenação serem suspensos com a prescrição, a possibilidade de o político nessa situação ficar inelegível começou a ser cogitada por uma ala conectada com o efeito moralizante da lei. Esse grupo acredita que a prescrição não anula o entendimento judicial de que houve delito, e que, portanto, o político não tem o passado limpo exigido para concorrer a um cargo eletivo. 


Já o ministro do STF Marco Aurélio Mello defende que a prescrição da pena anula a condenação por completo. Informações Agência Brasil. 


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