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João Kléber sobre Teste de Fidelidade: ‘já não sei o que é baixaria’
Os oito anos de ausência da televisão brasileira tornaram João Kléber um sujeito mais tranquilo. Antes ferrenho defensor da veracidade de suas atrações, o apresentador prefere hoje dar o benefício da dúvida a elas a discutir com seus detratores. E não foram poucos os ataques à credibilidade de seus programas. Desde que estreou o Teste de Fidelidade na RedeTV!, no início da década passada, o apresentador tem sido alvo de críticas de jornalistas e telespectadores, segundo as quais seu mais famoso quadro não seria nada além de uma armação – o que sempre negou enfaticamente. Mas isso deixou de ser um problema. Ao menos é esse o discurso adotado em 2013 por ele, novamente o principal representante da audiência da RedeTV!. "Se fosse há dez, 12 anos, eu ficaria muito preocupado, muito chateado com qualquer crítica. Hoje não", garante. "O que é baixaria? Corrupção é baixaria? As notícias dos telejornais, mostrando o cara tomando um tiro na cabeça, são baixaria? Eu já não sei o que é baixaria. É subjetivo", discursa, confiante. "Como fica um trauma de uma criança vendo aquele cara tomando um tiro? Quantas pessoas têm síndrome do pânico por não poderem sair na rua por medo de assalto? Já virou banal mostrar imagens de circuito de prédio de cara tomando tiro na cabeça, de criança sendo estuprada. Então o nosso programa a gente já pode fazer na igreja, porque não é nada perto do que a gente vê hoje".


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