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Brasil registra 94 mortes por Covid e continua com crescimento na média de óbitos
Foto: Unsplash

 O Brasil registrou 94 mortes por Covid neste sábado (18). Com isso, o país tem uma média móvel de 133 óbitos pela doença, representando um aumento de 66% comparado ao dado de duas semanas atrás.
 

O país passa por um aumento na média de mortes nos últimos dias. Em 9 de junho, o Brasil tinha registrado um percentual que indicava estabilidade (ou seja, sem variações superiores a 15%) em relação ao dado de duas semanas atrás. Logo após, em 10 de junho, houve aumento de 27% na média de mortes.
 

Desde então, vem sendo observado um incremento paulatino, chegando à taxa de 66% neste sábado. Esse percentual é o maior desde 11 de fevereiro, data em que o país teve um crescimento de 68% na média de óbitos.
 

Em relação a novos casos, o Brasil registrou 19.810 infecções pelo Sars-CoV-2 nas últimas 24 horas. Agora, o país apresenta uma média móvel de casos de 34.477. Houve um aumento de 17% em relação aos dados de duas semanas atrás.
 

Com as informações deste sábado, o Brasil chega a 669.062 vidas perdidas e a 31.691.009 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.
 

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.
 

O consórcio de veículos de imprensa deixou de atualizar os números de vacinados contra a Covid-19 nos fins de semana e feriados. Nos dias úteis, os dados serão atualizados normalmente. A medida visa evitar imprecisões nos números informados ao leitor.
 

A mudança se deve a problemas na consolidação dos dados de vacinação pelas secretarias estaduais. Diversos estados já não atualizam o total de vacinados aos fins de semana e feriados, e mesmo os que o fazem, por vezes, informam números desatualizados, que não correspondem à realidade e costumam ser corrigidos nos dias seguintes.
 

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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