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Zagueiro Emerson desabafa sobre atraso de salários no Atlético de Alagoinhas
Foto: Reprodução / WhatsApp

A situação de atraso de salários no Atlético de Alagoinhas está preocupando jogadores e funcionários do clube. Após a saída do técnico Agnaldo Liz e rescisão de alguns atletas, o zagueiro Emerson conversou com colaboradores do Carcará e, em vídeo gravado, o jogador desabafa sobre o problema.

 

“Ninguém veio para passear, muito menos para fazer turismo. Nós estamos trabalhando dignamente e somos dignos do nosso salário”, declarou o jogador. “Só que infelizmente estamos vivendo uma situação que está insustentável. A gente não aguenta mais”, completou durante a conversa com outros integrantes do Atlético.  

 

“O presidente está correndo, mas não está tendo retorno, o dinheiro não chegou, não temos dinheiro”, destacou. Recentemente, o presidente da agremiação Albino Leite fez um apelo para torcedores e cidadãos de Alagoinhas para contribuírem com depósitos na conta do clube para ajudar com as folhas de pagamento (veja aqui).

 

“Infelizmente o nosso presidente é um cara que nós temos todas as informações positivas. Falei na frente dele, falo de novo e repito que as informações a respeito dele são ótimas.

Até porque, e eu estou falando por mim, eu vim para cá por falarem que ele é um cara correto, que nós não teríamos problema algum quanto a salário, e por esse motivo que eu vim”, destacou o zagueiro. 

 

Contratado pelo Carcará no mês passado, Emerson ainda ressalta que a decisão de acertar com o clube foi muito pensada e discutida, justamente para que a escolha não afetasse na renda da família. Entretanto, isso está acontecendo no momento.  

 

“Estou sofrendo uma pressão psicológica pela minha esposa. A gente precisa manter as nossas coisas em casa e infelizmente não está tendo retorno”, comentou o zagueiro.

 

Emerson ainda relata que a última partida disputada pela equipe foi um pedido de Albino Leite e do então treinador Agnaldo Liz, que deixou o clube pelos problemas de pagamento dos salários. 

 

“Embora a gente tente dentro de campo, a gente sabe que as coisas do lado de fora contribuem para que lá dentro elas deem certo”, acrescentou.

 

O jogador reconhece que o time ainda está fazendo um bom trabalho, mesmo que o clima interno esteja tenso por conta dos problemas financeiros. 


O Carcará segue na disputa da Série D, com o auxiliar-técnico Zé Carijé como técnico interino e apenas 18 jogadores no elenco, já que alguns rescindiram o contrato com o clube.

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