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Cineasta Martin Scorsese cobra ação do governo Bolsonaro em defesa da Cinemateca
Foto: Reprodução / Wikimedia Commons

Martin Scorsese, diretor de filmes como "Taxi Driver", "O Lobo de Wall Street" e "O Irlandês", cobrou uma postura do governo do presidente Jair Bolsonaro em defesa da Cinemateca Brasileira. A instituição é responsável pela preservação e difusão da produção audiovisual no país e detentora do maior acervo da América do Sul e está fechada desde agosto (veja aqui).

 

A mensagem do cineasta estadunidense foi passada pelo brasileiro Walter Salles em coluna publicada na Folha. “Escrevo para manifestar minha preocupação com a Cinemateca Brasileira. Preocupação não é a palavra adequada. Trata-se de angústia e absoluta incredulidade”, escreveu Scorsese. “A possibilidade de que a maior coleção audiovisual da América Latina tenha sua verba suspensa em meio a uma pandemia é totalmente inconcebível”.

 

“As artes não são um luxo —são uma necessidade, como bem o demonstra o papel incontestável na história da humanidade. E a preservação das artes, especialmente de uma tão frágil quanto o cinema, é um trabalho difícil, mas essencial”, continuou o diretor. “Esta não é minha opinião. É um fato. Espero sinceramente que as autoridades federais do Brasil abandonem qualquer ideia de retirada do financiamento e façam o que precisa ser feito para proteger o acervo e a dedicada equipe da Cinemateca”.

 

Conforme publicou o site da revista Rolling Stone, o arcevo da Cinemateca é formado por cerca de 250 mil rolos de filmes e mais de um milhão de documentos relacionados ao cinema, entre fotos, roteiros, cartazes e livros, entre outros importantes registros históricos do Brasil.

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