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Rapper baiano Vandal volta aos palcos na edição virtual do Facomsom 2020
Foto: Reprodução / YouTube

O rapper baiano Vandal será a atração principal do festival Facomsom 2020, que acontece neste sábado (17), a partir das 17h. Durante as cinco horas de evento, o festival de bandas universitárias também contará com a participação das bandas Ofá, Astralplane e Avenida, selecionadas através de edital. Realizado no Goethe-Institut, o evento será gratuito e transmitido ao vivo no canal do Youtube do festival.

 

Conhecido nacionalmente, Vandal já participou de músicas com Baianasystem e fez seu último lançamento em julho, com o remix da música “MIMIMIH”. O single foi o primeiro de uma série que o rapper lançará em parceria com produtores musicais baianos. 

 

Entre as bandas inscritas no edital, Avenida mescla trap, rock n’roll e neo-soul e já chegou a se apresentar em um dos palcos do Festival de Verão 2020. O FACOMSOM conta também com Astralplane, que já passou por sete cidades em sua turnê e teve seu álbum “Redevout” nos “15 discos nacionais lançados no primeiro semestre de 2017 que você precisa ouvir”, da revista Rolling Stones Brasil. O festival terá ainda Ofá, banda afrobaiana que já participou de diversos eventos universitários, além da temporada de shows com ex-The Voice Brasil Karla da Silva e apresentações em locais frequentados pelo público alternativo de Salvador. 

 

Além da oportunidade de se apresentar no festival, o Facomsom vai premiar a banda mais votada pelo público com a gravação de uma música em estúdio e mil reais. A votação será realizada no dia de live, por meio de um QR Code disponível na tela. A apresentação do evento será da tatuadora e influenciadora digital Malfeitona.

 

Segundo a coordenadora geral do Facomsom, Beatriz Faria, o festival, que pretende dar visibilidade a artistas de Salvador, tem um papel especial em 2020. “Espero que seja bom para as bandas, porque eu imagino que a visibilidade vá ajudar muito eles, que desde o início da pandemia não tiveram muito espaço para mostrar o próprio trabalho, além de movimentar as pessoas que trabalham na estrutura e não tiveram muitos projetos neste período. Além disso, foi uma maneira de capacitar os estudantes na área de produção de eventos, em um momento onde festivais com aglomeração estão suspensos”, destacou.

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