Sábado, 15 de Junho de 2019 - 05:06

O intervalo do diabo

por Jeremias Macário

O intervalo do diabo
O jornalista e escritor baiano Jeremias Macário lançou ontem em uma festa cultural em Vitória da Conquista um novo livro, “ANDANÇAS”, e o “CD Sarau A Estrada”, embalado por cantorias, exposição de artes plásticas e declamação de poesias por artistas e poetas locais. O terceiro livro do autor tem uma pitada de realismo fantástico misturado com fatos reais, falando de temas que vão da ditadura militar, nos anos 1960 e 1970, a histórias de cunho social e de comportamento. Jeremias, que há anos trocou Salvador pela cidade do sudoeste baiano, é também autor de “Terra Rasgada”, “A Imprensa e o Coronelismo no Sudoeste” e “Uma Conquista Cassada – Cerco e Fuzil na Cidade do Frio”. Leia um capítulo e dois poemas do novo trabalho do autor. P.S.: Peço licença para homenagear um dos grandes jornalistas que conheci (fomos colegas no Estadão), Clóvis Rossi, que morreu na madrugada de ontem.Carlos Navarro Filho

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Sábado, 08 de Junho de 2019 - 13:35

Boquira, a descoberta do padre

por Carlos Navarro Filho

Boquira, a descoberta do padre
Usando o gancho de que o Boquira será lançado no dia 8 de agosto, uma quinta-feira, em São Paulo, publico nesta semana, para quem não leu no livro, o primeiro capítulo, que é a história da descoberta malandra da mina de chumbo pelo padre, que tinha ido ao povoado dar uma extrema-unção. O local, em São Paulo, estou discutindo, mas deverá ser em um restaurante no Campo Belo. Os lançamentos em Feira de Santana e Santo Amaro da Purificação ainda carecem de datas, mas sairão no segundo semestre. Espero que você goste. Boa leitura. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 01 de Junho de 2019 - 05:12

O ofício da paixão

por Damário da Cruz

O ofício da paixão
Esta semana presto merecida homenagem ao jornalista e poeta de ofício Damário da Cruz, morto em 2010, aos 53 anos. Fruto da efervescência dos anos 1970, Damário publicou o primeiro livro aos 20 anos e a partir daí colecionou prêmios, enquanto, simultaneamente, agitava o mundo cultural, formando grupos literários e liderando estudantes e trabalhadores em órgãos de classe. Uma outra paixão do autor era a fotografia, mister que exibiu em galerias no Brasil e no exterior. E ficou conhecido pelos seus foto-poemas, a exemplo de “Todo Risco – o ofício da paixão”, obra que vendeu mais de cem mil exemplares. O sucesso nas vendas serviu para o autor realizar um sonho: criar um polo aglutinador de iniciativas culturais. Para isso comprou e reformou um sobrado em Cachoeira e ali ergueu o Pouso da Palavra. O amigo Ari Donato, também jornalista e poeta, selecionou os poemas. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 25 de Maio de 2019 - 05:01

Vagões agrestes

por Antonio Pastori

Vagões agrestes
O jornalista e poeta Antonio Pastori nos traz três belos poemas, que fazem parte da série audiovisual Vagões Agrestes, Trilhos Litorais – Estradas Baianas para Contar. O documentário é um trabalho jornalístico de fôlego, que mostra em três episódios a riqueza e a diversidade cultural e social de treze municípios da área. O trabalho, que Pastori dirige e edita com a competência de sempre, é um importante e inédito documento dos patrimônios material e imaterial da região do litoral Norte e Agreste baianos. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 18 de Maio de 2019 - 09:01

Fábula carnavalesca

por Cristiano Teixeira

Fábula carnavalesca
Roberval valentão ia ser pai dali a dois meses e era carnaval. Tempo de carnaval. Era muito brigão, quando estava com a turma. Sabe, aquele baixinho, gordinho, mais novo, que vai na frente arrumando confusão? Era ele. Ponderou, então, que deveria fugir do carnaval. A mulher, contudo, solidária e penalizada com o sacrifício que era para o marido perder a festa, liberou-o. Ele manteve-se firme. Não brincaria o carnaval. Contudo aceitou o convite de um parceiro de brigas apenas para participar de um pré-carnaval na Barra, da festa mesmo estaria fora. Leia e veja o que aconteceu, neste bom texto do escritor Cristiano Teixeira. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 11 de Maio de 2019 - 10:34

O síndico do 1.406

por Carlos Ribeiro

O síndico do 1.406
O amigo Carlos Ribeiro, jornalista e escritor de ótimo texto, reaparece aqui impagável com esta história urbana de um condomínio de moradores de um prédio assazmente complicados. Imagine, por exemplo, faltar luz, você subir escadas para o décimo oitavo andar e ao chegar ao décimo sexto topar com um elefante que vem descendo, sem deixar espaço para passar um mosquito. E você ter de fazer todo o caminho de volta escada abaixo, para depois voltar a subir tudo. Dá vontade de comprar uma arma do capitão, não dá não? E depois trocá-la por uma Kodac, claro. Pois bem, ria à vontade. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 04 de Maio de 2019 - 05:06

Diversão em família

por Elieser Cesar

Diversão em família
Os mais certinhos dirão “família politicamente incorreta, um péssimo exemplo alimentar”. Os mais informais a considerarão uma “família maluca”, ou “família lero-lero”. Os mais preocupados com o nutrimento temerão seriamente pela higidez dessa família no longo e até mesmo no curto prazo. O mais “bandavoô” perguntaria “posso visitar uma refeição delícia de vocês”, “posso acompanhar a galera ao teatro”? Conheça essa família do jornalista, escritor e poeta Elieser Cesar e tire a sua conclusão. De minha parte estou com aquele cidadão que dizia: se obesidade fosse ruim não haveria uma única baleia viva. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 27 de Abril de 2019 - 05:02

A poesia original

por Ruy Espinheira Filho

A poesia original
A poesia é a beleza que nos toca o coração e nos faz sorrir de felicidade, chorar de alegria e emoção. Faz correr e voar, flutuar, sonhar, enlevar, sem sair do lugar. Não é preciso mais do que abrir a alma e deixar entrar o amor, a paixão, a dor, a melancolia, a solidão de não estar só. Ou não é preciso nada disso, só abrir o coração no sentir e fazer poesia. A isso nos conduz a poesia de Ruy Espinheira Filho, poeta maior, que traz em grande estilo três poemas que comporão seu mais novo livro, a ser lançado em julho próximo em São Paulo. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 20 de Abril de 2019 - 05:01

Poesia de toda a vida

por Sérgio Mattos

Poesia de toda a vida
Sérgio Mattos brinda-nos com uma poesia singela e bela, poemas curtos, alguns quase haikai. Os selecionei do livro Vigia do Tempo, de 1977, prefaciado pelo nosso professor da Escola de Jornalismo, o jornalista e historiador Antônio Loureiro de Souza. Em dois desses poemas, Sérgio homenageia os amigos Ruy Espinheira Filho e Guido Guerra, a cuja homenagem junto-me, assinando embaixo. Este trabalho, e versos de outros livros, o autor reuniu na sua coletânea Essência Poética (Poesia de toda a vida), lançado em 2011, pela GRD Edições, de São Paulo. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 13 de Abril de 2019 - 05:00

Eu só quero a vizinha

por Carlos Navarro Filho

Eu só quero a vizinha
Revirando aqui o baú, encontrei este texto simplesinho, pequenininho, mas que gosto igualmente às outras crias, até porque não sou daqueles que relacionam número de linhas com qualidade – é mania nossa valorizar mais o livro que tiver maior número de páginas. Para mim, uma das obras primas de João Ubaldo Ribeiro, por exemplo, O Albatroz Azul, não tem cem páginas e ele o chamava carinhosamente de “livrinho” (disse isso outro dia ao amigo Janio Ferreira Soares, um dos bons textos que conheço). Com outro título, a história do Coronel Zé Alves foi publicada em 2015 no livro Goroba, que reuniu 18 contos e que, por sugestão de amigos e leitores estudo ampliar e transformar o conto que dá título à obra em romance. Carlos Navarro Filho

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