Sábado, 23 de Fevereiro de 2019 - 05:01

Passeio Público

por Nelson Cerqueira

Passeio Público
Este texto instigante de Nelson Cerqueira associa um toque de realidade fantástica em viagem noturna pela cidade, ainda no tempo do bonde, a comportamentos, medos, vontades, sonhos e desejos de um trabalhador de rua, em narrativa ambientada em Salvador. O autor é professor, jornalista, escritor e membro da Academia de Letras da Bahia. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 16 de Fevereiro de 2019 - 05:01

De feiura e transatlânticos

por Cristiano Teixeira

De feiura e transatlânticos
Eu já disse aqui que Cristiano Teixeira escreve fácil e bom de ler. Um exemplo podem ser esses dois textos que selecionei para esta semana. Ele escreve conversando com o leitor, em um tom coloquial, troca impressões, faz perguntas, comenta e discute com quem o lê os personagens, as situações, os cenários. A conversa gira em torno de bullyng, feiura e autoconfiança, levanta assuntos corriqueiros, do dia-a-dia, na mesa do bar ou na solenidade de abertura de um um evento acadêmico, com o estilo de sempre, a prender o leitor até a última linha. Não deixe de ler. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 09 de Fevereiro de 2019 - 08:21

O tempo não tem voz mas como fala!

por João CArlos TEixeira Gomes

O tempo não tem voz mas como fala!
Poesia é bom, alegre ou triste, é sempre bela, é uma forma de amor, mesmo que exprima dor, tristeza, mas quase sempre canta o amor, as paixões, as pessoas, a vida. E aqui tenho de volta João Carlos Teixeira Gomes, o nosso Joca Pena de Aço, um dos grandes da Bahia, com sonetos que enfeixam o seu brilhante “A Arca dos Meus Tesouros”, lançado no ano passado, no qual o autor mostra o talento literário incomum em contos, ensaios, romances, críticas, poemas e sonetos. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 02 de Fevereiro de 2019 - 05:00

A Rota dos Pássaros Rubros

por Antonio Pastori

A Rota dos Pássaros Rubros
Mais uma semana para curtirmos poetas baianos revelados, poetas de alta sensibilidade, de almas inquietas, poetas de silêncio e do barulho das tempestades, do ocaso e da lua minguante, da noite e dos fiapos de luz, da vida, do amor, dos sonhos. Antonio Pastori é um desses nossos poetas, e nos apresenta uma seleção dos seus versos, incluindo alguns poemas do novo livro “A Rota dos Pássaros Rubros”. A obra está no forno e não vai demorar. Ele pretende lançar no segundo semestre. Você vai gostar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 26 de Janeiro de 2019 - 05:21

Caetiteenses e outros poemas

por Nilson Galvão

Caetiteenses e outros poemas
Esta semana, o poeta e jornalista Nilson Galvão lança o inédito “caetiteenses”, cantando a sua bucólica cidade, o seu bucólico quintal de casa, meninos e velhos tão meninos e tão frágeis quanto, as mangas no chão, caras e bocas e mãos meladas, fiapos nos dentes, caldo escorrendo e pingando no queixo. Pura poesia. Feliz é quem pode e canta a sua aldeia, os seus, as mangueiras, as jabuticabeiras, as quixabeiras, as ingazeiras, todas as plantas e o chão desse nosso sertão. Cada dia estou mais convencido de que só a poesia resiste e salva nesses tempos cascudos. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 19 de Janeiro de 2019 - 05:53

A vida no quilombo

por Jadson Oliveira

A vida no quilombo
O amigo Jadson Oliveira, jornalista, escritor e blogueiro (editor do Blog Evidentemente), reaparece com uma crônica/reportagem contando a vida de João Batista, um jovem líder quilombola e sua dura trajetória de menino trabalhador rural e ajudante de pedreiro a dirigente sindical e da associação dos moradores do quilombo Vão das Palmeiras, na Bahia. No Brasil, existem cerca de cinco mil comunidades remanescentes de quilombo e apenas trezentas receberam até hoje o título de posse das terras. A Vão dos Palmares é uma delas, por ação do seu líder. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 12 de Janeiro de 2019 - 10:03

Farsa e crônicas urbanas

por Franciel Cruz

Farsa e crônicas urbanas
Olha ele aí de volta, o nosso filósofo do povo (e sem ser candidato a nada, no máximo à posição de lateral direito sênior do Vitória) com o best-seller Ingresia, do qual selecionei esses três textos. No primeiro ele viaja filosofando sobre um certo e odiento “mordomo”, que traiu para subir, foi odiado por muita gente, mas terminou relegado à indiferença, de forma melancólica. Não poderia ter sido diferente, por isso que mordomos estão em baixa nesta nação. Nos outros dois ele volta à crônica urbana, o que faz com a jocosa maestria de sempre. Você vai rir, vai gostar e também será levado a pensar. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 05 de Janeiro de 2019 - 05:25

A Criação, não a criatura

por Ari Donato

A Criação, não a criatura
O jornalista e escritor Ari Donato concluiu seu segundo livro, “A Criação, não a criatura”, que está no prelo e será lançado até junho. Como ele mesmo descreve é uma fábula com viés kardecista, discutindo a superioridade do homem no reino animal. A trama inclui uma revolta de pássaros e outros animais contra caçadores e negociantes, que termina na justiça por causa de um homem morto. Adianto aqui o epílogo do novo trabalho de Ari, que também autor de “Tropeiros na trilha do amor”, de 2016.Você vai gostar deste novo trabalho. Boa leitura. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 29 de Dezembro de 2018 - 05:38

Yes, nós temos chumbo

por Elieser Cesar

Yes, nós temos chumbo
O autoelogio jamais contou com a minha simpatia, mas essa resenha do jornalista, poeta e escritor Elieser Cesar cabe direitinho em coluna literária, com o lançamento do Boquira, na semana passada, em Salvador. A propósito, aproveito para agradecer aqui os amigos e leitores pela festa na Casa do Comércio e ao também jornalista e escritor Ari Donato pelo post simpático e elogioso, no qual homenageou, merecidamente, o poeta Florisvaldo Mattos que nos honrou com a presença na festa. Carlos Navarro Filho

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Sábado, 22 de Dezembro de 2018 - 05:13

O fascínio insalubre

por Biaggio Talento

  O fascínio insalubre
Além de pesquisador, escritor, editor em mídias eletrônicas, Biaggio é um dos bons repórteres com quem tive a satisfação de trabalhar. Repórter de ir para a rua, buscar o fato, perscrutar o ambiente, os personagens, a chamada “cor local”, estudar as causas e os desdobramentos do que aconteceu. Esse tipo de repórter é uma espécie em extinção. Nesta segunda semana dedicada ao lançamento do Boquira em Salvador (uma festa na quarta-feira passada, dia 19), é dele o texto de apresentação do livro, que mostra como era a chegada de um jovem repórter a uma redação de sucursal da grande imprensa na Bahia. Era, porque hoje elas inexistem. Espero que os candidatos a repórter nas escolas de jornalismo, prestem atenção e gostem. Carlos Navarro Filho

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