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Quarta, 05 de Maio de 2021 - 10:30

Blog do Preto conversa com piscóloga sobre saúde mental na pandemia

por Marcos Preto

Blog do Preto conversa com piscóloga sobre saúde mental na pandemia
Foto: Divulgação

Homens, meninos, rapazes... posto esse texto um dia depois do falecimento do ator Paulo Gustavo e, sem coincidências, afinal, não acredito nelas, tenho pedido a minha terapeuta um texto que fale de como cuidar da cabeça de nós homens, antes de cuidar do corpo ou da roupa.

 

O texto de Dra. Mychelle Christie veio como base para que eu falasse com vocês sobre como manter a sanidade mental em tempos de pandemia e seria uma leitura para que eu desenvolvesse perguntas. Porém, dada a minha consternação com o falecimento do já citado artista, eu vou postá-lo na íntegra para que ele seja a base para vocês que estão perdendo pessoas, saídas, abraços e empregos. 

 

Só peço licença a minha terapeuta para fazer um adendo às suas palavras dando a seguinte dica: enquanto puder, viva, ame e diga que ama! O amor cura! Sorria, o sorriso ameniza, e mais, espere... isso vai passar!

Com a palavra Dra. Mychelle:

 

De repente, tudo mudou. E o que você aprendeu neste um ano e alguns meses de pandemia?

 

É tempo de se cuidar, de se olhar, de se escutar, de  ser gentil consigo e de ter empatia com os outros.

 

Lembre-se de que autocuidado e bem-estar envolvem saúde de forma integral: corpo, mente e espírito. Isso porque o distanciamento social pode desorganizar nosso comportamento de forma geral, aumentando os níveis de estresse, afetando não só nosso equilíbrio interno, mas também nossas relações com o outro.

 

No novo normal, vê-se que o luto nas pessoas que não conseguiram se despedir de seus familiares e amigos pode desencadear o surgimento de transtornos mentais. 

 

O aumento da ansiedade e depressão na população é esperado e estas precisarão de acompanhamento, paciência e esperança.

 

Outro resultado mais comum é que se instale a síndrome de esgotamento ou burnout, a qual acomete quase 70% dos profissionais de saúde.

 

Ocorre aí a sensação de exaustão, combinada com distanciamento mental, problema cognitivos e emocionais relacionados ao ambiente de trabalho.

 

Como cada pessoa responderá dependerá de suas características individuais, tais como: sexo, idade, histórico de doenças crônicas, crenças, traços de personalidade, além de fatores sociais, a exemplo da renda familiar, acesso a serviços, quantidade de pessoas com que convive e suporte social. 

 

Cada um lida e se adapta de uma forma, não se culpe e nem se sinta pressionado.

 

Apenas respeite seu ritmo, estrutura e limite, entendendo o que você pode e o que não pode controlar.

 

É importante identificar e reconhecer nossas emoções e sintomas físicos para lidar de forma assertiva com elas: tristeza, raiva, medo, compulsões, insônia, dentre outras.

 

Quando se deve procurar ajuda? Quando os sintomas físicos e psíquicos trouxerem preocupação, desconforto, sendo constantes e frequentes e atrapalhando o seu dia a dia.

 

A sugestão é que sejas resiliente em meio às adversidades. 

 

Escreva e fale sobre os seus sentimentos, além de manter os cuidados de proteção e higiene.

 

Por que não aproveitar a modalidade online para não se isolar totalmente?

 

Procure, já, um especialista para verificar a parte biológica e orgânica.

 

Obter rotina e organização é muito importante, isto é, regularizar seu sono, humor, alimentação, atividade física, meditação, solidariedade.

 

Faça coisas que te tragam alegria, como, por exemplo, admirar a natureza e etc.

 

Indicação de livro: A mente vencendo o humor – Dennis Greenberg.

 

Filme: O vendedor de sonhos – Augusto Cury.

 

Suporte gratuito: ligue 188 CVV (Centro de Valorização da Vida).


 
A riqueza da vida está nos pequenos detalhes. Que tal, então, exercitar a gratidão pelo ar que você respira?

 

Saiba mais sobre a profissional seguindo @psimychellechristie

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