Resultados: principal / ibama

Exibindo resultados de principal

Ibama encontra óleo próximo a navio encalhado na costa do Maranhão
Foto: Divulgação/Ibama

Uma inspeção realizada pelo Ibama nesta manhã (28) constatou uma mancha fina de óleo ao redor do navio Stellar Banner, que está encalhado a cerca de 100km da costa do Maranhão. Segundo o orgão federal, o óleo saiu do porão da embarcação e está a aproximadamente 830 metros do navio. Ainda não é possível afirmar a quantidade de resíduo despejado no oceano. 

 

A empresa proprietária do navio acredita que o óleo observado no local seja resíduo do "óleo morto" que estava no convés e não um vazamento dos tanques de combustíveis. Uma equipe especializada contratada pela Polaris afirmou que os tanques estão intactos. Segundo eles, a casa de máquinas está seca e os motores de geração de energia estão em funcionamento.

 

A embarcação segue encalhada e com 300 mil toneladas de minério de ferro, além de quatro milhões de litros de combustível e óleo. Se houver vazamento, todo o material pode se espalhar pelo litoral.

 

De acordo com o G1, o navio Stellar Banner é de propriedade da empresa sul-coreana Polaris Shipping. Essa empresa é a mesma responsável pelo Stellar Daisy, embarcação que naufragou no Oceano Atlântico em 2017 após ter sido carregado no Terminal Marítimo da Ilha de Guaíba que pertence a mineradora, na Ilha de Guaíba, no Rio de Janeiro.

Ibama não respeita área técnica e libera desmatamento em região de Mata Atlântica
Foto: GreenPeace

O presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Eduardo Fortunato Bim, não respeitou dois pareceres da área técnica do órgão e liberou o desmatamento de uma área da Mata Atlântica no Paraná. As informações constam em documentos obtidos pelo jornal O Globo.

 

A Mata Atlântica é um dos biomas mais ameaçados do Brasil.

 

Reportagem do Globo destaca que a empresa beneficiada foi a Tibagi Energia. a companhia tentava desde o fim de 2018 obter as licenças para a construção de um canteiro de obras para uma usina hidrelétrica às margens do rio Tibagi. Para construir o canteiro, seria necessário o desmate de uma área de aproximadamente 14 hectares.

 

A legislação prevê que o licenciamento da obra seja estadual, mas neste caso como o desmate seria feito na Mata Atlântica a autorização teria de ter uma anuência prévia do Ibama.

 

Conforme a apuração do Globo, durante o processo de análise do pedido, os fiscais do Ibama detectaram que, mesmo antes de o órgão dar a autorização, a área já havia sido desmatada.

Petrobras é recordista de multas ambientais do Ibama neste ano
Foto: Agência Brasil

A Petrobras atingiu em 2019 o maior índice de multas por infrações ambientais aplicadas pelo Ibama nos últimos cinco anos. Conforme apuração da Folha de S. Paulo, entre janeiro e outubro a empresa somou 316 autuações do órgão, número que já supera as 311 que acumulou em todo o ano passado.

 

Entre 2015 e 2019 a Petrobras foi autuada 765 vezes. Somadas, as multas alcançam R$ 274 milhões em infrações. Ainda de acordo com a reportagem, aproximadamente 40% delas são classificadas pelo Ibama como quitadas e somam R$ 11,8 milhões.

 

A reportagem ainda destaca que a maior multa do período analisado soma R$ 35 milhões. A autuação foi registrada em agosto. As três penalidades seguintes mais caras também aconteceram em 2019.

Ibama diz que SSA está preparada para limpeza das praias com manchas de óleo
Foto: Divulgação / Limpurb

Com sete praias soteropolitanas atingidas pelas manchas de óleo que surgiram em toda a região Nordeste, a Prefeitura de Salvador tem acompanhado as tratativas sobre o assunto. Na manhã deste domingo (13), o presidente da Empresa de Limpeza Urbana (Limpurb), Marcus Passos, participou de uma reunião do Comando Unificado de Incidentes.

 

O encontro foi realizado na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no bairro do Rio Vermelho. Representantes do órgão, do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Marinha, Exército, Petrobras e outros entes estaduais também se fizeram presentes.

 

Na ocasião, o Ibama destacou que Salvador está preparada e atuando de forma correta na limpeza das praias. Com esse reconhecimento, o presidente da Limpurb destaca que o trabalho vai continuar. “Nossas equipes continuarão de prontidão 24h, monitorando e retirando todo o material que for localizado na faixa de areia da orla de Salvador, até que todas as possibilidades de chegada de mais material sejam descartadas pelos órgãos aqui presentes”, destacou Passos.

 

Na manhã de hoje, os agentes da empresa retiraram cerca de um quilo de pequenas pelotas do óleo, até então identificado como petróleo cru, das praias de Placaford e Jardim de Alah. 

 

No sábado (12), foram encontrados cerca de 15 quilos do material na Praia do Flamengo. Somando aos 20 quilos localizados ainda na noite de quinta (10) e na manhã de sexta (11), totalizam 36 quilos de material recolhidos nas praias de Salvador. Ao todo, as praias atingidas são Flamento, Jardim de Alah, Jardim dos Namorados, Piatã, Itapuã, Buracão e Placadord.

Ibama encontra manchas de óleo em foz do rio São Francisco no Alagoas
Foto: Reprodição / Viajante Comum

As manchas de óleo que apareceram em praias do Nordeste também atingiram trechos da foz do Rio São Francisco, no município de Piaçabuçu, em Alagoas. O petróleo cru foi detectado na manhã desta quarta-feira (9), durante vistoria realizada por equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis no estado (Ibama-AL).

 

Segundo informações do G1 AL, o secretário de Meio Ambiente e Turismo de Piaçabuçu, Otávio Augusto, informou que também foram encontradas duas tartarugas mortas, cobertas de óleo.

 

Essas manchas, que surgiram no início de setembro, já atingiram 138 localidades em 62 municípios dos nove estados da região. A Bahia foi o último estado a ser atingido.

 

No momento, de acordo com o portal, as investigações são conduzidas pela Polícia Federal (PF), Ministério da Defesa, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Ibama.

 

O Ibama, inclusive, solicitou apoio da Marinha e da Petrobras na elaboração de laudos sobre a substância, cuja origem ainda é desconhecida.

Ibama alega que Exército recusa apoio em ações que envolvem destruição de maquinário
Foto: Divulgação

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) alega que em pelo menos três ocasiões, comandos militares envolvidos na missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ambiental se recusaram a acompanhar operações do órgão.

 

Um ofício do Ibama que o G1 teve acesso consta a explicação dada pelo Exército. O força de segurança afirma que as ações do instituto poderiam "acarretar destruição de bens".

 

A reportagem do veículo destaca que a destruição de maquinário em operações do Ibama é autorizada pela legislação ambiental desde 1998. No entanto, ações deste tipo são alvos constantes de críticas de setores do agronegócio e de integrantes do governo Jair Bolsonaro.

Servidores do Ibama dizem ter sofrido 'assédio moral coletivo' do ministro Ricardo Salles
Foto: Reprodução / G1

Servidores do Ibama que trabalham em seis Estados e no Distrito Federal encaminharam representação ao Ministério Público Federal (DF) onde pedem que o órgão apure a conduta do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles por práticas de "assédio moral coletivo". As denúncias foram enviadas pelas associações de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Pará, Mato Grosso, Distrito Federal e Tocantins.

 

Procurado, Salles disse que preferia não comentar o caso. O MPF também não se manifestou sobre o assunto até o momento, segundo contato do Estadão.

 

Nas representações, as regionais da Associação dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente e do Ibama (Asibama) pedem ao MPF que apure responsabilidades cível, penal e administrativa relacionadas ao ministro. 

 

Os servidores também acusam Salles de adotar políticas de "retrocesso ambiental" e de criar "entraves ao bom funcionamento dos órgãos". Nas representações, declaram que o ministro utiliza uma "conduta atentatória contra os princípios da administração pública federal". 

 

No Ibama e no ICMBio, funcionários afirmam que não podem mais se manifestar sem antes submeterem ao MMA. As áreas de comunicações dos dois órgãos foram desmontadas e centralizadas no ministério.

Ministro exonera superintendente do Ibama na Bahia e mais 20 no Brasil
Foto: Reprodução / Blog do Geraldo José

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, exonerou 21 dos 27 superintendentes regionais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), entre o superintendente na Bahia, Alberto José Santana, conforme publicação no Diário Oficial desta quinta-feira (28). Os substitutos, no entanto, não foram anunciados.

Somente os superintendentes de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Pará foram mantidos nos cargos. A instância executa principalmente as operações de fiscalização e também atua em emergências ambientais, na prevenção e no controle de incêndios florestais.

Ibama vê falha no resgate de animais e aplica multa diária de R$ 100 mil à Vale
Foto: Reprodução / Agência Brasil

A mineradora Vale foi autuada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O órgão estabeleceu multa diária de R$ 100 mil até que seja executado de forma satisfatória o plano de resgate de animais silvestres e domésticos.

 

O valor definido para a multa é o máximo previsto na legislação ambiental para o tipo de infração constatada. No entendimento do Ibama, a Vale havia sido notificada um dia após a tragédia para que iniciasse em até 24 horas a execução do plano de salvamento da fauna e passasse a entregar relatórios diários com informações sobre os animais resgatados. Para o Ibama, os documentos enviados pela empresa não atenderam integralmente as exigências estabelecidas.

 

O plano de salvamento prevê, entre outras medidas, a instalação de hospital de campanha para reabilitação dos animais resgatados e de centro para triagem e abrigo. "Em vistorias, agentes ambientais constataram atraso na realização das obras", disse o Ibama em nota.

Presidente do Ibama pede exoneração após contrato de R$ 28 milhões ser questionado
Foto: José Cruz / Agência Brasil

A presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Suely Araújo, pediu exoneração do cargo nesta segunda-feira (7). A saída acontece um dia após um contrato de R$ 28 milhões ser questionado pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles e pelo presidente Jair Bolsonaro.

 

No pedido de demissão, Suely alegou que a indicação de Eduardo Bim como próximo presidente do Ibama "já foi amplamente divulgada na imprensa e internamente na Instituição ainda em 2018, antes mesmo do início do novo Governo". Ela assumiu o cargo ainda durante o mandato do ex-presidente Michel Temer.

 

Neste domingo (6), Salles publicou uma mensagem no Twitter criticando uma licitação no valor de R$ 28,7 milhões para o aluguel de 393 caminhonetes adaptadas para fiscalização e atendimento a emergências ambientais. Segundo ele, o valor do contrato é muito elevado. Bolsonaro compartilhou a publicação na rede social.

Histórico de Conteúdo