Melhor horário para sexo é às 7h30 da manhã, aponta pesquisa

De acordo com o estudo da marca britânica “Forza Supplements”, que ouviu 1.000 pessoas, o melhor horário para  fazer sexo é às 7h30 da manhã, levando em consideração que quase totalidade dos escutados acordavam às 6h45. Segundo os dados, após uma boa noite de sono, ambos os sexos atingem níveis máximos de energia cerca de 45 minutos após o despertar, e as endorfinas liberadas pela atividade sexual diminuem os níveis de estresse. Ainda nos dados, o melhor horário para realizar atividades que exijam atenção é às 9h45, pois o ser humano atinge picos de concentração cerca de 3 horas após o despertar. 

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Ancestrais humanos podem ter feito sexo com espécie 'fantasma', aponta estudo
Estudo aponta que seres humanos podem ter relacionado sexualmente com outras espécies Ancestrais humanos podem ter se relacionado sexualmente com espécie 'fantasma', aponta estudo Ancestrais humanos faziam sexo com diferentes espécies, indica estudo

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Homens viciados em videogames têm menos vontade de fazer sexo, aponta pesquisa

Pesquisadores italianos publicaram no Journal of Sexual Medicine um estudo apontando que homens viciados em videogames têm menos vontade de fazer sexo do que os não-jogadores. Contudo, os dados mostraram que eles apresentam chances menores de ter ejaculação precoce. A pesquisa foi feita com base em dois questionários voltados para o diagnóstico de ejaculação precoce (PEDT) e o Index Internacional de Função Erétil (IIEF-15) com 599 homens. Ainda de acordo com o resultado, a diminuição na libido pode estar associado ao fato de que jogar videogame por longos períodos de tempos libera uma quantidade constante de dopamina no organismo, que é o mesmo hormônio ligado ao prazer sexual.

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'Pênis' de bronze e plugs anais de jade são encontrados em escavações na China

Uma série de escavações na província chinesa de Jiagnsu revelou que os aristocratas da dinastia Chan (de 206 a.C. e 220 d.C.) eram enterrados junto a vibradores rústicos feitos de bronze, plugs anais feitos de jade e outros itens utilizados para satisfação sexual. Realizadas entre 1995 e 2011, as pesquisas exploraram as tumbas da aristocracia e elite chinesa que são de 2 mil anos atrás, segundo informações da revista Galileu. Foram encontrados dois objetos ocos em formato fálico e feitos de bronze. "Vibradores de bronze ainda são relativamente raros de se encontrar, mas estão longe de serem desconhecidos por nós, sendo encontrados ocasionalmente em tumbas da elite", explicou Fan Zhang, curador da exposição "Tomb Treasures". Não há informações se os vibradores eram feitos para homens ou mulheres, mas eles foram encontrados na câmara mortuária do rei. Também foram encontrados alguns plugs de jade, utilizados para "selar" o ânus, em uma "armadura de morte" utilizada pelos mais ricos. Sua função era impedir que os fluidos essenciais escapassem do corpo, o que levaria à perda do "chi", uma energia vital. O jade era um material usado para afastar o mal e a ruína.

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Americano quer mostrar pênis a júri para provar que asfixiou mulher durante sexo oral

Um homem acusado de matar a namorada nos Estados Unidos alega que a asfixiou até a morte enquanto ela praticava sexo oral nele. De acordo com o jornal Sun Sentinel, da Flórida, ele pediu permissão ao júri local para mostrar seu pênis como forma de provar seu argumento. Richard Henry Patterson, de 65 anos, já havia admitido em outubro de 2015 que asfixiou Francisca Marquinez, 60 anos. No entanto, ele nunca deu detalhes do caso. O advogado de Patterson, Ken Padowitz, alega que a prova representa uma peça importante no trabalho da defesa. "A visão do júri é essencial para eles entenderam integralmente a defesa neste caso", escreveu o advogado no requerimento. Caso a Justiça local acolha o pedido, Patterson deverá mostrar o pênis em um local privado, apenas com a presença do réu, do júri, do juiz, e da defesa. Ainda de acordo com o Sun Sentinel, o filho da vítima criticou a estratégia da defesa. " É um homem desesperado tentando uma tática desesperada", declarou Omar Andrade, de 41 anos.  

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Cientistas desenvolvem terapia com células-tronco contra impotência

Homens com disfunção erétil poderão recorrer a uma terapia com células-tronco para tratamento do problema. Pesquisadores do Hospital da Universidade de Odense, da Dinamarca, usou células-tronco de gordura abdominal retiradas via lipossucção, que foi injetada no pênis de 21 voluntários. "Essa técnica pode permitir que os homens recuperem a ereção espontânea, ou seja, sem uso de remédios, injeções ou implantes", afirmou Martha Haahr, líder do estudo. Segundo o G1, os participantes afirmaram que, um ano após os testes, a melhora foi mantida. Martha Haahr ressaltou que ainda está longe de uma solução disponível no mercado, mas está otimista. "Estamos satisfeitos com os resultados preliminares, sobretudo porque anteriormente esses homens não tiveram qualquer efeito com tratamentos médicos tradicionais, e agora têm tido boa função erétil por 12 meses. Isso sugere a possibilidade de aplicações terapêuticas", disse.

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Mulheres e homens preferem depilação completa de região genital feminina no Brasil

Tanto as mulheres quanto os homens brasileiros têm preferência pela depilação completa da região genital feminina. A informação foi obtida a partir de uma pesquisa do Ambulatório de Estudos em Sexualidade Humana da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto (SP). Desenvolvido pela psicóloga e especialista em sexualidade humana, Maria Luiza Sangiorgi, o estudo apontou ainda a ausência de sintomas clínicos vaginais após a extração dos pelos pubianos. Foi considerado um questionário respondido por 52.787 mulheres e 17.133 homens, com idade acima de 18 anos e de todas as regiões do Brasil, segundo o G1. Os resultados apontaram que 64,3% das mulheres e 62,2% dos homens preferem a área genital feminina completamente depilada. No entanto, o motivo não é o mesmo para os dois gêneros. Enquanto as mulheres escolhem esse tipo de depilação por conta da higiene, os homens elencam a beleza como principal fator. A escolha é mais frequente entre pessoas com maior frequência sexual e mulheres mais satisfeitas com a aparência dos órgãos genitais. "Em todas as faixas etárias que observamos, a preferência maior foi por depilação completa entre os homens e as mulheres, com a exceção das mulheres maiores de 45 anos. A gente fez um estudo piloto e já tínhamos visto que entre os homens havia uma preferência maior pela depilação completa, mas pelas mulheres nem tanto. Os homens não surpreenderam, mas as mulheres sim, porque a porcentagem foi muito parecida", explicou Maria Luiza. A depilação parcial foi escolhida por 31,89% das mulheres participantes e 31,38% dos homens. Já 2,65% das mulheres afirmaram ainda que preferem não realizar nenhum tipo de depilação, opção que agrada 4,26% dos homens.

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Estudo revela que norte-americanos casados têm cada vez menos relações sexuais

Pesquisa realizada nos Estados Unidos identificou que os norte-americanos têm feito menos sexo, comparado aos dados das duas últimas décadas. A maior queda na frequência sexual foi registrada entre pessoas que são casadas ou moram com os parceiros. Em média, esse grupo registrou 16 vezes menos relações sexuais por ano entre 2010 e 2014, em comparação ao período de 2000 a 2004. Segundo o G1, os pesquisadores se basearam em questionamentos feitos a mais de 26 mil adultos, desde 1989, sobre comportamento sexual. No geral, a população dos EUA fez sexo aproximadamente nove vezes menos entre 2010 e 2014, comparado ao período de 1995 a 1999. "Esses dados mostram uma grande mudança em termos de casamento e sexo em comparação com as décadas anteriores", afirmou Jean Twenge, autor principal do estudo e professor de psicologia na Universidade Estadual de San Diego. Os pesquisadores ainda ressaltaram a relação entre as horas de trabalho e a frequência de relações sexuais. No entanto, o resultado não é o que se esperava. As pessoas que trabalharam mais horas relataram maior frequência sexual em comparação às que trabalham menos.

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Terça, 14 de Fevereiro de 2017 - 11:10

Japão registra maior número de casamentos sem sexo desde 2004

Japão registra maior número de casamentos sem sexo desde 2004
Pesquisa realizada por uma associação de planejamento familiar do Japão revelou que 47,2% dos homens e mulheres casados não fazem sexo há mais de um mês e não planejam mudar essa situação. Esse foi um número recorde de "casamentos sem sexo", como define a entidade, desde que a pesquisa começou a ser feita, em 2004. Realizado no final de 2006, o levantamento envolveu 3 mil pessoas com idade entre 16 e 49 anos, segundo o jornal O Globo. O maior número de casamentos sem sexo foi registrado entre pessoas com idade de 45 a 50 anos. Para mais de 22% de todas as mulheres, o sexo foi considerado "problemático", enquanto 35,2% apontaram o cansaço devido ao trabalho como maior impedimento para o sexo. Em 2016, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Nacional de Pesquisa sobre a População e Segurança Social mostrou uma proporção consideravelmente grande de virgens entre a população de 18 a 34 anos no Japão: 42% dos homens e 44% das mulheres.

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Saúde aponta que 6 em cada 10 adolescentes não usou camisinha pelo menos uma vez
Pesquisa do Ministério da Saúde mostrou que nove em cada dez jovens de 15 a 19 anos sabem que o uso de preservativo é a melhor forma de evitar contágio por HIV. No entanto, seis de cada dez do mesmo grupo não usaram camisinha em pelo menos uma relação sexual no último ano. Entre os ainda mais jovens, que estão no início da vida sexual, o número também é preocupante: 33,8% dos adolescentes de 13 a 17 anos com vida sexual ativa não usaram camisinha na última transa, apontou a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (Pense), publicada pelo IBGE em 2015. Para a diretora do Departamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, a falta de comunicação direta é um dos fatores que influenciam o problema. "O mundo e as conversas mudaram, as campanhas pelo uso da camisinha têm que evoluir", pontuou em entrevista ao UOL. "Falta usar mais essa criatividade nas campanhas. Tem que ser menos careta, mais frequente. As campanhas estão sumindo e o jovem não percebe a vulnerabilidade que tem", ressaltou Roseli Tardelli, editora-executiva da Agência Aids. As especialistas também acreditam que o fato de essa geração não ter passado pelo período em que muitos famosos morreram devido ao HIV diminui o receio. Adele Benzaken também apontou uma banalização quanto ao tratamento da doença. "A culpa também é dos profissionais de saúde. Ficamos animados com o tratamento fantástico, os benefícios do remédio apareceram mais do que a preocupação com a transmissão", afirmou.

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