Entrevistas

‘O adolescente está muito exposto aos riscos', diz infectologista baiano sobre hepatite C

Uma hemorragia motivada pela hepatite C matou o ex-lateral esquerdo da seleção brasileira Marinho Chagas no dia 1° de junho. O caso mais conhecido dos efeitos devastadores da doença no futebol é do Sport Club Gaúcho. Na década de 70, oito jogadores do time morreram em conseqüência da hepatite (inflamação do fígado). Transmitidas principalmente por compartilhamento de seringas, a doença também quase levou o cantor baiano Netinho, mas vitimou no dia 12 de junho em Salvador o artista plástico Henrique Maciel, 63 anos, entre tantos brasileiros que são acometidos pela enfermidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada três brasileiros sofre com a hepatite C e apenas 5% deles sabe que sofrem dela. Para esclarecer questões sobre a doença, o Bahia Notícias conversou com o infectologista Jadilson Bastos, que acompanhou o sofrimento de Netinho. Uma das principais preocupações do médico é com quem está no começo da vida e pode desenvolver silenciosamente o vírus. “O adolescente está muito exposto aos riscos de doenças. Às vezes, aquele que é rebelde, não é bem esclarecido” diz.

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Obrigado

19/07/2014 - 10:47

Ohse

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Só me faltava essa!

08/07/2014 - 14:33

Eliseu

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Segunda, 26 de Agosto de 2013 - 08:10

Posto de Saúde do Pau Miúdo sofre com sobrecarga de pacientes

O 16° Centro de Saúde, no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, tem sofrido com a sobrecarga de pacientes nos últimos dias devido às obras de requalificação do Hospital Ernesto Simões, no mesmo bairro. Os trabalhos de construção tiveram início na última quinta-feira (22) e desde então, o Ernesto Simões tem funcionado em contêineres provisórios. Matéria do Correio diz que no posto, a espera para atendimento dura em média três horas, com o maior problema para pessoas com sintomas de tuberculose, que devem ficar isolados de três a quatro dias, o que vai de encontro a estrutura do posto. “O 16º é unidade de emergência, e as pessoas só devem ficar 24 horas. Quando não encontramos vagas, temos que manter o paciente”, afirmou a diretora de Assistência da Secretaria Municipal de Saúde, Luciana Peixoto, que informou que antes de começar a reforma se reuniu com o diretor do Hospital Ernesto Simões Filho e com o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla. Segundo ela, foi informada que durante as obras do Ernesto Simões, uma enfermeira, três técnicos de enfermagem e um médico seriam disponibilizados para atender a nova demanda do 16º Centro, mas os profissionais não começaram a trabalhar.

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