Entrevistas

Representantes do método Ravenna, usado por Dilma, explicam funcionamento e rebatem críticas

Criado em 1991, em Buenos Aires, pelo médico e terapeuta argentino Máximo Ravenna, o método que leva seu nome chegou ao Brasil em 2009, com a criação da primeira clínica em Salvador. Recentemente muito divulgado por conta da adesão da presidente Dilma Rousseff, o método Ravenna ganha cada vez mais adeptos no país e já conta com outras duas clínicas, uma em São Paulo e outra em Brasília. Em entrevista ao Bahia Notícias, a diretora executiva do Método Ravenna no Brasil, Moema Soares, que trouxe o sistema de emagrecimento para o país, e o diretor médico das Clínicas de Salvador e Brasília, Marcos Barojas, explicaram o funcionamento do método que pode ser utilizado por pessoas dos cinco até cerca de 85 anos. Eles ainda rebateram críticas que nutricionistas fazem, como cardápios com muitos itens industrializados, como gelatina, consumo de apenas 800 calorias por dia e proporções inadequadas entre os grupos alimentares. "O que adoeceu as pessoas foi o tamanho das porções. E ninguém prega que não se tenha prazer pela comida", disse Moema. Para aderir ao Ravenna, em Salvador, o paciente deve desembolsar R$ 1.670 no primeiro mês e uma mensalidade de R$ 1.100 nos meses seguintes.

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Segunda, 26 de Agosto de 2013 - 08:10

Posto de Saúde do Pau Miúdo sofre com sobrecarga de pacientes

O 16° Centro de Saúde, no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, tem sofrido com a sobrecarga de pacientes nos últimos dias devido às obras de requalificação do Hospital Ernesto Simões, no mesmo bairro. Os trabalhos de construção tiveram início na última quinta-feira (22) e desde então, o Ernesto Simões tem funcionado em contêineres provisórios. Matéria do Correio diz que no posto, a espera para atendimento dura em média três horas, com o maior problema para pessoas com sintomas de tuberculose, que devem ficar isolados de três a quatro dias, o que vai de encontro a estrutura do posto. “O 16º é unidade de emergência, e as pessoas só devem ficar 24 horas. Quando não encontramos vagas, temos que manter o paciente”, afirmou a diretora de Assistência da Secretaria Municipal de Saúde, Luciana Peixoto, que informou que antes de começar a reforma se reuniu com o diretor do Hospital Ernesto Simões Filho e com o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla. Segundo ela, foi informada que durante as obras do Ernesto Simões, uma enfermeira, três técnicos de enfermagem e um médico seriam disponibilizados para atender a nova demanda do 16º Centro, mas os profissionais não começaram a trabalhar.

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