Entrevistas

‘A gente tira da função’, relata coordenadora do INSS sobre motoristas 'estressados'

Próximo ao Dia Mundial do Trabalho, celebrado em 1° de maio, o Bahia Notícias procurou saber como anda a saúde do trabalhador soteropolitano e baiano. Para encontrar respostas, o BN conversou com Ângela Dias, coordenadora do centro de reabilitação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que funciona no bairro de Brotas, em Salvador. Com 39 anos de existência e ainda invisível para muita gente, o lugar atua na recuperação e recondução de profissionais com algum problema físico, como também no amparo a quem sofre de problemas emocionais, como depressão e ansiedade. Na entrevista, Ângela relata as principais causas que levam trabalhadores a procurar atendimento – problemas de postura e LER [lesões por esforços repetitivos] – e revela que os motoristas de ônibus fazem parte do grupo com mais gente no limite do estresse. Para frear outras complicações para estes condutores e para a população em geral, o recado é rígido. “A gente tira da função de motorista”, afirma Ângela.

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Diagnóstico do Leitor

Cubano, integrante do Mais Médicos, morre em Salvador; suspeita é de infarto

grande médico pedro ruan, pessoa digna humana, e competente,que deus lhe de um descanso em paz.

19/04/2014 - 18:53

Número de cesarianas é ?vergonhoso?, diz coordenadora de Centro de Parto Normal em SSA

Precisamos assumir verdadeiramente o pré-natal tornando-o mais eficiente e efetivo para que através dele tenhamos a garantia de uma gestação, TP, P e PP seguros para a gestante e equipe; fazer um trabalho com o possível acompanhante para que ele seja partícipe de todo o processo desde o início; orientarmos nossas gestantes quanto às vantagens do parto normal para que ela se empodere do seu papel consciente dos seus direitos e deveres, mas de forma prazerosa. O processo do parto normal demanda mais tempo de participação nossa quanto equipe, e da parturiente. Nesse contexto, precisamos nós, transformar esse momento em algo bom de ser vivido, respeitarmos mais essa mulher que infelizmente ainda sofre duras críticas e repreensões por parte de alguns profissionais. Tais atitudes influenciam na decisão de algumas gestantes (seja por experiência própria ou por ouvir dizer) pelo parto cesárea na intenção de que tudo termine rápido, como se quisessem se ver livres de tudo ali. Acompanhei um processo de parto normal e tudo transcorreu bem. No final a avó que acompanhou tudo, chegou até mim e disse a seguinte frase: “obrigada por entender a dor de minha filha, por não achar que era frescura”. Mesmo envolta com múltiplos sentimentos (preocupação com filha, expectativa, medo, etc) ela esteve todo o tempo observando nossas atitudes. A filha dela era uma primigesta, mas ela era uma multípara e possivelmente cheia de vivências sobre as quais não me atrevi a perguntar se foram boas ou não. Márcia Rezende

19/04/2014 - 11:47

Márcia Rezende

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Segunda, 26 de Agosto de 2013 - 08:10

Posto de Saúde do Pau Miúdo sofre com sobrecarga de pacientes

O 16° Centro de Saúde, no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, tem sofrido com a sobrecarga de pacientes nos últimos dias devido às obras de requalificação do Hospital Ernesto Simões, no mesmo bairro. Os trabalhos de construção tiveram início na última quinta-feira (22) e desde então, o Ernesto Simões tem funcionado em contêineres provisórios. Matéria do Correio diz que no posto, a espera para atendimento dura em média três horas, com o maior problema para pessoas com sintomas de tuberculose, que devem ficar isolados de três a quatro dias, o que vai de encontro a estrutura do posto. “O 16º é unidade de emergência, e as pessoas só devem ficar 24 horas. Quando não encontramos vagas, temos que manter o paciente”, afirmou a diretora de Assistência da Secretaria Municipal de Saúde, Luciana Peixoto, que informou que antes de começar a reforma se reuniu com o diretor do Hospital Ernesto Simões Filho e com o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla. Segundo ela, foi informada que durante as obras do Ernesto Simões, uma enfermeira, três técnicos de enfermagem e um médico seriam disponibilizados para atender a nova demanda do 16º Centro, mas os profissionais não começaram a trabalhar.

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