Entrevistas

‘Saúde é desafio na Bahia ou no mundo inteiro’, diz responsável pela regulação no Estado

Responsável por um dos pontos mais criticados da saúde baiana durante a eleição (como também fora dela), o sistema de regulação, o superintendente do setor, Andrés Alonso, diz que as críticas não se equiparam ao que é feito pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). “Sempre se coloca: ‘ah, existe isso e aquilo’, mas quando você vai para o indicador, você vê que o trabalho está sendo feito”, declarou ao Bahia Notícias. Dados do gestor apontam que, em 2013, 58 mil pessoas foram reguladas no estado, ante 22 mil, em 2006, um crescimento de mais de 150%. Segundo Alonso, a saúde “é um desafio tanto na Bahia como no mundo inteiro” e a regulação tem mais visibilidade porque “mexe com a sensibilidade das pessoas”. Na entrevista, o superintendente, que também é responsável pelo rastreamento do câncer de mama no estado, falou também sobre ações da Sesab no Outubro Rosa, mês dedicado à prevenção do tumor mais comum entre as mulheres. Na Bahia, segundo Alonso, cerca de 200 municípios estão cobertos com o rastreamento de câncer, menos de 50% dos 417 municípios. A previsão, segundo o gestor, é que até 2016 a cobertura atinja todas as cidades baianas. Leia abaixo a entrevista na íntegra.

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Posto de Saúde do Pau Miúdo sofre com sobrecarga de pacientes

O 16° Centro de Saúde, no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, tem sofrido com a sobrecarga de pacientes nos últimos dias devido às obras de requalificação do Hospital Ernesto Simões, no mesmo bairro. Os trabalhos de construção tiveram início na última quinta-feira (22) e desde então, o Ernesto Simões tem funcionado em contêineres provisórios. Matéria do Correio diz que no posto, a espera para atendimento dura em média três horas, com o maior problema para pessoas com sintomas de tuberculose, que devem ficar isolados de três a quatro dias, o que vai de encontro a estrutura do posto. “O 16º é unidade de emergência, e as pessoas só devem ficar 24 horas. Quando não encontramos vagas, temos que manter o paciente”, afirmou a diretora de Assistência da Secretaria Municipal de Saúde, Luciana Peixoto, que informou que antes de começar a reforma se reuniu com o diretor do Hospital Ernesto Simões Filho e com o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla. Segundo ela, foi informada que durante as obras do Ernesto Simões, uma enfermeira, três técnicos de enfermagem e um médico seriam disponibilizados para atender a nova demanda do 16º Centro, mas os profissionais não começaram a trabalhar.

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