Entrevistas

‘Não há como ter certeza absoluta’, diz presidente do MSF-BR sobre entrada do ebola no Brasil

A maior epidemia de ebola de todos os tempos tem devastado a Guiné, Libéria e Serra Leoa, e vitimou mais de 4,5 mil, segundo os últimos relatos da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para o presidente do escritório brasileiro da organização internacional Médicos sem Fronteiras (MSF), Mauro Nunes, a situação desses países se tornou ainda mais caótica pelo colapso dos sistemas de saúde locais. “Por causa do ebola, as unidades de saúde estão fechando na África e os profissionais estão ficando com medo”, disse Nunes em entrevista ao Bahia Notícias. Na conversa pelo telefone, Nunes, que é carioca com mãe adotiva baiana, detalhou como é feito o trabalho de profissionais do MSF contra o ebola (“não é para amadores”), opinou sobre a falta de espírito público de carreiras de saúde (“não é só formar o medico ou o enfermeiro, mas é preparar as pessoas”), e disse que apesar de o Brasil ter sido bem-sucedido no caso da suspeita (rechaçada) de ebola do guineano, afirmou que “não há como ter certeza absoluta” se o país vai poder controlar o vírus caso ele chegue ao território brasileiro.

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Diagnóstico do Leitor

Conselho Federal de Medicina diz que Saúde deixou de usar R$ 131 bilhões entre 2003 e 2014

Não gastou na saúde por que não foi planejado. Contribuiu para melhorar as contas públicas, e foi levado a outros fins. O povo paga a conta. Saúde pública no lixo. Faço aos dignos representates do poder uma provocação: Utilizem por dois anos o SUS, se necessário, para vossas senhorias e familiares, exclusivemente o SUS, e sentirão na pele, o que muitos brasileiros, inclusive eu, passaram e passam. Falta médicos, unidades hospitalares dignas, enfermeiros, medicamentos, etc. Mas, tem muito discurso, promessa e mentiras. O povo coitado, sem educação é engabelado em sua boa fé, e sequer sabe que tem direitos. Saúde decente é apenas um de tantos outros direitos que são negados ou fornecidos a metade. Me causa náusea ir as ruas em Salvador e ver pessoas ,coitadas, nos semáforos e ruas, segurando bandeiras e entregando panfletos dos candidatos. Fico a imaginar que fazem este trabalho não por que querem de fato mudar a sociedade para melhor, mas por que são pagas para tanto. A imprensa nos conta que recebem até R$ 50,00 por dia. E quando lemos os panfletos temos a certeza de que não passam de grandes e fantasias explicações, ou pura mentira. Roubar o dinheiro público no país é comum, ir a tv mentir é também comum, usar a coisa pública como privada historicamente comum, e o povo coitado, sofre, sofre, sofre. Segunda-feira virá e nada mudará, continuaremos a ter um país para poucos. As promessas feitas pelo ganhador, certamente serão esquecidas e quando lembradas por alguém, serão explicadas torpemente. E a vida segue em Pindorama, o povo feliz com o carnaval e futebol, este para o Bahia e Vitória não tão feliz assim.

23/10/2014 - 09:52

Juca

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Segunda, 26 de Agosto de 2013 - 08:10

Posto de Saúde do Pau Miúdo sofre com sobrecarga de pacientes

O 16° Centro de Saúde, no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, tem sofrido com a sobrecarga de pacientes nos últimos dias devido às obras de requalificação do Hospital Ernesto Simões, no mesmo bairro. Os trabalhos de construção tiveram início na última quinta-feira (22) e desde então, o Ernesto Simões tem funcionado em contêineres provisórios. Matéria do Correio diz que no posto, a espera para atendimento dura em média três horas, com o maior problema para pessoas com sintomas de tuberculose, que devem ficar isolados de três a quatro dias, o que vai de encontro a estrutura do posto. “O 16º é unidade de emergência, e as pessoas só devem ficar 24 horas. Quando não encontramos vagas, temos que manter o paciente”, afirmou a diretora de Assistência da Secretaria Municipal de Saúde, Luciana Peixoto, que informou que antes de começar a reforma se reuniu com o diretor do Hospital Ernesto Simões Filho e com o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla. Segundo ela, foi informada que durante as obras do Ernesto Simões, uma enfermeira, três técnicos de enfermagem e um médico seriam disponibilizados para atender a nova demanda do 16º Centro, mas os profissionais não começaram a trabalhar.

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