Entrevistas

'O risco é muito grande de termos epidemia de chikungunya no verão', afirma Jesuína Castro

Neste sábado (6) de dezembro será o dia D de combate a chikungunya e dengue, em alerta à população sobre os cuidados para evitar a proliferação do vírus no estado que já apresenta epidemia na cidade de Feira de Santana. Embora o número de casos de chikungunya, tenha apresentando uma leve diminuição, de acordo com o último boletim divulgado pela secretaria estadual de saúde. A situação ainda é muito preocupante e o risco de uma epidemia de dengue e chikungunya é real. Até o último dia 29 de novembro, foram registrados 1.346 casos suspeitos de chikungunya, 718 casos foram confirmados, 148 foram descartados e 480 permanecem em investigação. Em entrevista ao Bahia Notícias, a médica sanitarista, mestre em epidemiologia e coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Jesuína Castro, falou sobre os riscos de a epidemia se espalhar não só na Bahia, mas também em outros estados, devido ao grande fluxo de pessoas que se descolam de um local para outra nesta época do ano. “A taxa de ataque da doença varia de uma forma, que se ocorre num município com um número grande de pessoas, e vale lembrar que todas as pessoas são suscetíveis, a gente pode ter um problema muito sério, com relação à transmissão da doença. Porque a velocidade de adoecimento é muito maior do que na dengue”, alertou. Jesuína também pontuou as ações que estão sendo desenvolvidas, tanto na prevenção, quanto no combate à doença que pegou a todos de surpresa e necessitou de desenvolvimento de medidas de emergência.

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Segunda, 26 de Agosto de 2013 - 08:10

Posto de Saúde do Pau Miúdo sofre com sobrecarga de pacientes

O 16° Centro de Saúde, no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, tem sofrido com a sobrecarga de pacientes nos últimos dias devido às obras de requalificação do Hospital Ernesto Simões, no mesmo bairro. Os trabalhos de construção tiveram início na última quinta-feira (22) e desde então, o Ernesto Simões tem funcionado em contêineres provisórios. Matéria do Correio diz que no posto, a espera para atendimento dura em média três horas, com o maior problema para pessoas com sintomas de tuberculose, que devem ficar isolados de três a quatro dias, o que vai de encontro a estrutura do posto. “O 16º é unidade de emergência, e as pessoas só devem ficar 24 horas. Quando não encontramos vagas, temos que manter o paciente”, afirmou a diretora de Assistência da Secretaria Municipal de Saúde, Luciana Peixoto, que informou que antes de começar a reforma se reuniu com o diretor do Hospital Ernesto Simões Filho e com o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla. Segundo ela, foi informada que durante as obras do Ernesto Simões, uma enfermeira, três técnicos de enfermagem e um médico seriam disponibilizados para atender a nova demanda do 16º Centro, mas os profissionais não começaram a trabalhar.

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