Entrevistas

'Precisa mudar esse conceito que só velhinho sofre de hipertensão', diz especialista

A Dra. Frida Plavnik é nefrologista e diretora científica da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). Em entrevista ao Bahia Notícias, a médica fala sobre o aumento dos casos de hipertensão, principalmente em pessoas cada vez mais jovens, o que pode fazer com que a sociedade sofra impactos econômicos e sociais mais graves do que se imagina. "As pessoas têm que se conscientizar que enfartar ou ter um AVC aos 40, 45 anos, não é uma coisa rara, não é uma exceção à regra. É muito mais frequente do que se possa imaginar. E isso compromete a renda, dinheiro de saúde pública, a qualidade de vida da família, vai fazer com que os filhos tenham que sair da escola para trabalhar mais cedo e sustentar a casa... Então esse é um problema socioeconômico muito grande. E precisa mudar esse conceito de que é só o velhinho que sofre do problema". Ao BN, Frida ainda dá dicas de como conviver com o problema, alerta para o desenvolvimento da doença em crianças e adolescentes e explica os mitos que envolvem a pressão alta.

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Multicentro de Saúde em Amaralina promete atender até 30 mil por mês

gostaria de saber como conseguir uma consulta com o cardiologista em arretimia pois não consigo nós posto de saúde muito obrigada.

26/08/2014 - 22:18

valdeci de barros da silva

Família de homem achado vivo em necrotério acredita em milagre e defende hospital

A familia pode até falar que é milagre, coisa de Deus, Jesus cristo, etc. Mas a realidade é incompetência médica mesmo. Que venha os cubanos.

26/08/2014 - 11:47

Juarez Lopes

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Segunda, 26 de Agosto de 2013 - 08:10

Posto de Saúde do Pau Miúdo sofre com sobrecarga de pacientes

O 16° Centro de Saúde, no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, tem sofrido com a sobrecarga de pacientes nos últimos dias devido às obras de requalificação do Hospital Ernesto Simões, no mesmo bairro. Os trabalhos de construção tiveram início na última quinta-feira (22) e desde então, o Ernesto Simões tem funcionado em contêineres provisórios. Matéria do Correio diz que no posto, a espera para atendimento dura em média três horas, com o maior problema para pessoas com sintomas de tuberculose, que devem ficar isolados de três a quatro dias, o que vai de encontro a estrutura do posto. “O 16º é unidade de emergência, e as pessoas só devem ficar 24 horas. Quando não encontramos vagas, temos que manter o paciente”, afirmou a diretora de Assistência da Secretaria Municipal de Saúde, Luciana Peixoto, que informou que antes de começar a reforma se reuniu com o diretor do Hospital Ernesto Simões Filho e com o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla. Segundo ela, foi informada que durante as obras do Ernesto Simões, uma enfermeira, três técnicos de enfermagem e um médico seriam disponibilizados para atender a nova demanda do 16º Centro, mas os profissionais não começaram a trabalhar.

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