Entrevistas

‘São totalmente silenciosos’, diz cirurgião sobre tumores que podem causar câncer de tireoide

Tematizado no filme “A Culpa é das Estrelas”, em cartaz nos cinemas e baseado no livro de mesmo nome, o câncer de tireoide pode passar anos sem ser descoberto. Segundo o cirurgião Augusto Fernandes Mendes, em entrevista ao Bahia Notícias, os nódulos “são totalmente silenciosos” na fase inicial da doença, o que faz muita gente descobrir que abriga o tumor em exames de rotina. Outra característica é que a enfermidade tem atacado mais jovens. A maioria são mulheres, principalmente entre 25 e 35 anos. Para se ter ideia, a proporção de acometimento delas é três vezes maior do que a do público masculino. Na conversa com o BN, o médico, que atua em um dos poucos hospitais que tratam esse tipo de tumor pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia, destrinchou as faces do câncer de tireoide e falou sobre tratamento, pós-cirurgia, locais de atendimento no estado e cuidados que a pessoa deve ter pelo resto da vida.

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Obrigado

19/07/2014 - 10:47

Ohse

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Só me faltava essa!

08/07/2014 - 14:33

Eliseu

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Segunda, 26 de Agosto de 2013 - 08:10

Posto de Saúde do Pau Miúdo sofre com sobrecarga de pacientes

O 16° Centro de Saúde, no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, tem sofrido com a sobrecarga de pacientes nos últimos dias devido às obras de requalificação do Hospital Ernesto Simões, no mesmo bairro. Os trabalhos de construção tiveram início na última quinta-feira (22) e desde então, o Ernesto Simões tem funcionado em contêineres provisórios. Matéria do Correio diz que no posto, a espera para atendimento dura em média três horas, com o maior problema para pessoas com sintomas de tuberculose, que devem ficar isolados de três a quatro dias, o que vai de encontro a estrutura do posto. “O 16º é unidade de emergência, e as pessoas só devem ficar 24 horas. Quando não encontramos vagas, temos que manter o paciente”, afirmou a diretora de Assistência da Secretaria Municipal de Saúde, Luciana Peixoto, que informou que antes de começar a reforma se reuniu com o diretor do Hospital Ernesto Simões Filho e com o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla. Segundo ela, foi informada que durante as obras do Ernesto Simões, uma enfermeira, três técnicos de enfermagem e um médico seriam disponibilizados para atender a nova demanda do 16º Centro, mas os profissionais não começaram a trabalhar.

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