Para cortar em 2018: Mágoas podem gerar problemas de saúde, explicam médicos
Foto: Reprodução / Mundo da Psicologia

Logo no primeiro momento do ano muitas pessoas fazem promessas para os 364 dias que estão por vir. Entre elas, perdoar possíveis mágoas parece ser uma meta que, além de comum, pode ajudar na saúde de quem pratica o ato. Segundo o cardiologista Artur Zular, que participou do programa Bem Estar nesta manhã, ele garante que quem não perdoa fica com uma ferida aberta, e libera hormônios do estresse (cortisol e adrenalina) durante muito tempo, o que faz mal ao coração. Ele ainda diz que a mágoa pode deixar o sistema nervoso em estado de alerta por um tempo não recomendado, o que geraria problemas no sono, aumento na pressão arterial, na frequência cardíaca e na glicemia. O psiquiatra Daniel Barros alertou para os dois tipos de perdão: o racional e o emocional. Enquanto o primeiro seria mais temporário, o segundo seria mais benéfico para a saúde por ser um processo no qual o indivíduo abre mão de sensações negativas, diminuindo assim o nível de estresse. O perdão também seria positivo para a imunidade e sensação de bem-estar.

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