Entrevistas

'Alta complexidade é a maior necessidade da população', diz gestor do Hospital da Bahia

O médico Marcelo Zollinger está como superintendente executivo do Hospital da Bahia desde junho de 2010, onde orgulha-se de ter transformado o espaço em um exemplo de gestão hospitalar. "Quando nós chegamos lá era um hospital desacreditado", assume Zollinger. Mas hoje, garante que a situação é outra. Com um faturamento que deve atingir R$ 20 milhões em 2014, Zollinger conta em entrevista ao Bahia Notícias que o segredo do êxito é a parceria entre todos os envolvidos apesar dos problemas nas equações entre hospitais priviados, o Sistema de Saúde (SUS), planos de saúde, médicos e prestadores de serviço em geral. "A conjuntora está aí, não podemos mudar. A minha relação com as operadoras é a melhor possível. Nós estamos juntos, somos irmãos siameses. As operadoras têm que diminuir sua sinistralidade. Os hospitais têm que ter gestões arrochadas, gestões muito próximas, mesmo que um tanto centralizadas, mas tem que ser muito rígidas. Os preços precisam melhorar? Precisam! Mas a realidade é esta", revela. Zollinger, médico formado pela Universidade Federal da Bahia, ainda destaca que o bom resultado do Hospital da Bahia também está relacionado com uma reorganização na estrutura, deixando de ser um hospital "apenas para o público A", abrindo espaços para clientes de planos de saúde, além do foco no servico de alta complexidade. "O Hospital da Bahia não é um hospital para atender pequena e média complexidade, é para atender a alta complexidade. Porque é uma estrutura cara, apesar de jovem no ponto de vista de espaço físico. A tecnologia embarcada que tem ali não nos permite ficar trabalhando com procedimentos de média e pequena complexidade, e sim de alta complexidade, porque é a maior necessidade da população". Leia a entrevista completa.

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Quarta, 19 de Fevereiro de 2014 - 17:40

Dieta sem carboidrato pode prejudicar a saúde

Dieta sem carboidrato pode prejudicar a saúde
Um dos principais mitos sobre o macarrão é que, por ser rico em carboidratos, o seu consumo prejudica quem quer perder peso. Mas segundo a nutricionista Fabiana Fontes, consultora da Pelaggio, ter uma alimentação pobre em carboidratos sem acompanhamento médico pode trazer sérios riscos à saúde. “Os carboidratos presentes nas massas são responsáveis em nos fornecer nutrientes energéticos, são eles que ministram a maior parte da energia necessária para o corpo realizar nossas atividades normais, como andar e trabalhar”, explica Fabiana.
 
Os principais efeitos sentidos por quem restringe o consumo de carboidratos são cansaço, dores de cabeça, sonolência, fraqueza, falta de concentração, tontura e até desmaios. Além disso, um corte total de carboidratos da alimentação diária faz com que o organismo passe a usar a proteína como fonte de energia, o que provoca a perda de massa magra. “Quem corta totalmente os carboidratos pode até registrar uma perda de peso, como defendido pelas dietas da moda”, conta Fabiana. Porém, destaca que essa redução não acontece de uma forma saudável e dificilmente consegue ser mantida posteriormente.
 
Segundo a especialista, consumir macarrão, na quantidade correta e com os acompanhamentos indicados, pode inclusive contribuir na redução do peso. Isso porque o macarrão possui um baixo Índice Glicêmico (IG), ou seja, diminui a velocidade do nível da glicose no sangue, o que proporciona saciedade mais prolongada. De acordo com Fabiana, a quantidade ideal recomendada para um adulto é de dois pegadores de massa numa refeição, sempre acompanhados de uma fonte de proteína, como carnes, frango, peixe, ovos cozidos ou peito de peru, e legumes variados.

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