Sexta, 22 de Julho de 2016 - 10:49

Temer tenta agradar a galera política

por Samuel Celestino

Temer tenta agradar a galera política
Foto: Beto Barata/ PR
De olho no impeachment definitivo de Dilma Rousseff, chega a informação que o presidente interino, Michel Temer, prepara medidas do tipo “cala-boca” para que a sua base aliada, dita de sustentação, não tenha queixas contra ele. O que pretende é um jogo político a ser deflagrado logo no retorno do recesso parlamentar, agora no mês de agosto. Trata-se de projetos em série voltados para a economia. Não somente para este setor. Como Temer quer distância das dificuldades que venham a aflorar, determinou ao seu núcleo político examinar todos os cargos e pedidos feitos pelos deputados, consequentemente, também feitos pelos senadores, para que tudo fique tranquilo em relação à pauta do segundo semestre, quando ele espera permanecer definitivamente na presidência da República. Por não querer a menor insatisfação política, o presidente interino toma providências e determinará à equipe econômica, também no início de agosto, estudos das emendas parlamentares já encaminhadas em relação às obras de infraestrutura contratadas. O seu setor político, por seu turno, terá a obrigação de deixá-lo informado de todas as nomeações ainda pendentes solicitadas pelos parlamentares, para atender a todos se for possível. Como o impeachment de Dilma é dado como favas contadas, as decisões que Temer está encaminhando o deixará  tranquilo até o fim do seu mandato, em 2018. Se fizer um bom governo, tirando o país da difícil situação em que está imerso, poderá ir além. Tentar uma nova eleição. Por ora, não há candidato à vista. Aécio Neves, que seria um provável nome, está com sérios problemas e saiu de circulação. Certamente espera a tormenta que virá à frente.  
Quinta, 21 de Julho de 2016 - 10:37

Maia fecha a porteira de Cunha

por Samuel Celestino

Maia fecha a porteira de Cunha
Foto: José Cruz/ Agência Brasil
A decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), ao estabelecer cortes nos salários dos parlamentares caso não estejam presentes às sessões de segunda a quarta-feira em todo em todo o mês de agosto, faz absoluto sentido. Antes, o que acontecia era exatamente o oposto. Em ano de eleições municipais ou estaduais, raríssimos deputados apareciam para dar quórum, porque tinham a certeza de que seus salários eram depositados. As sessões eram sistematicamente suspensas. Este mês de agosto será, para o Legislativo, de grande importância por estar marcada a decisão sobre o mandato do ex-presidente Eduardo Cunha (PMDB) que, bem provavelmente, será cassado.  Talvez Rodrigo Maia tenha tomado a sua decisão sobre o corte dos salários dos deputados exatamente por isso. Cunha iria solicitar ao “centrão”, que já não mais comanda, segundo disse, que os deputados não dessem quórum suficiente (2/3 dos presentes) para, desse modo, impedir a sua cassação. Se aconteceu assim, o presidente da Câmara agiu como lhe compete de sorte a impedir mais uma manobra de tantas outras realizadas por Cunha, como aconteceu no Conselho de Ética. A decadência do ex-presidente já  é total. Se ele perder o mandato parlamentar, o Supremo Tribunal Federal transferirá seus processos – e são muitos – para a república do Paraná, como se diz, onde ele se encontrará com o juiz Sérgio Moro, para pagar por todos crimes envolvendo corrupção e outros delitos. Assim se espera. 
Quarta, 20 de Julho de 2016 - 10:29

Criminalidade comanda tráfico em Salvador

por Samuel Celestino

Criminalidade comanda tráfico em Salvador
Ministro da Justiça revela tolice |Foto: Cristina Índio do Brasil/Agência Brasil
O ministro da Justiça, Alexandre Moraes, plantou uma tolice ao revelar numa entrevista à “Folha de Paulo”, que a criminalidade no Rio de Janeiro é pior e preocupa mais do que o terrorismo, que por estas bandas nunca existiu, e somente agora se tomam precaução pelo temor do que poderá vir a acontecer nos jogos olímpicos. A criminalidade está plantada no Rio de há muito, sem que o governo de lá adotasse providências para combatê-la. Aqui em Salvador está chegando perto do que por lá ocorre. A criminalidade está em diversos bairros periféricos da cidade com problemas semelhantes. Ainda na semana passada chegou-se ao conhecimento que, em diversos bairros da capital, a criminalidade já comanda o tráfico e impede que até os policiais neles penetrem. Um dos citados foi o Bairro da Paz, logo ali na Av. Paralela, sem se falar em diversos outros plantados no subúrbio ferroviário e em outros locais de Salvador. Há uma diferença entre Salvador e o Rio de Janeiro. Lá, o crime é organizado e aqui, pelo visto, está sendo organizado e, portanto, há tempo ainda para se estabelecer a ordem. A criminalidade é uma consequência das drogas que certamente nos jogos olímpicos dificilmente serão combatidas para dar preferência ao terrorismo, que é da competência das  Forças Armadas ficarem atentas. Daí o erro do ministro da Justiça, Alexandre Moraes, ao dizer que a criminalidade é que mais preocupa. O mês de agosto quando acontecerá a Olimpíada, os chefões criminosos das drogas no Rio estarão empenhados em vender o bagulho deles e certamente o policiamento fará vistas grossas. Os europeus que aqui chegarão estão, de fato, preocupados com o terror que virou o medo que contagia toda a Europa, como aconteceu na semana passada em Nice. De volta a Salvador, convém que a Polícia Militar se concentre no combate, aqui, sim, à criminalidade porque a Bahia está virando uma espécie de novo Rio de Janeiro ao avesso.
Terça, 19 de Julho de 2016 - 10:23

Os jogos olímpicos num país em crise

por Samuel Celestino

Os jogos olímpicos num país em crise
Foto: Reprodução/ESPN
Nos últimos tempos o país tem mudado a passos largos, consequência possível do desastre do PT no poder e da corrupção desenfreada que alcançou segmentos do próprio governo que passou a estar no centro da crise. No segundo governo Lula, o Brasil se candidatou a ser sede dos jogos olímpicos, que dentro de três semanas terão início. Transformou-se, à época, numa grande euforia. O próprio governo a incentivava, tentando demonstrar que o PT, no comando da República, impulsionava uma nova fase de desenvolvimento. Nada senão uma farsa. Deu no que deu, e hoje o país enfrenta uma das maiores crises da sua história, que começou no segundo ano do primeiro governo Dilma Rousseff, ampliando-se a partir de 2015 até alcançar em cheio este 2016. O Datafolha, numa série de pesquisas tocando em diversos pontos, nesta terça-feira (19) divulga os dados sobre as Olimpíadas no Rio de Janeiro. As respostas são negativas. Portanto muito distante da euforia do segundo governo Lula que vendeu o que nunca pode entregar: o desenvolvimento. Nesta pesquisa sobre os jogos, 63% dos entrevistados responderam que o evento “trará mais prejuízo do que benefício aos brasileiros em geral” e 50% são contrários à realização dos jogos no Rio. O que está a acontecer é uma mudança que tende pouco a pouco a se cristalizar, diante da nova realidade que o Brasil experimenta, com tendência a mudanças substanciais. Quando houve a candidatura para os jogos olímpicos na época Lula, o governo levou para a sede onde haveria a escolha do país candidato para os jogos, um grande número de personalidades que era a marca do futebol verde-amarelo, dentre eles Pelé e vários ministros de estado para a festa já programada. Hoje, os jogos caíram no desinteresse. Aconteceu a mudança acima referida e os brasileiros estão mais voltados para a crise que diminui radicalmente os postos de trabalho, aumenta as desigualdades socias, o setor empresarial está imerso em sérios problemas e a miséria ganha corpo. O que agora se espera é uma mudança de peso na economia para que o Brasil possa voltar a crescer, sem esquecer da corrupção que fica a cargo da Operação Lava-Jato e de uma reforma política absolutamente necessária.
Segunda, 18 de Julho de 2016 - 10:36

De volta o 'metrozinho' de Salvador

por Samuel Celestino

De volta o 'metrozinho' de Salvador
Foto: Secom/ Ba
O “metrozinho” de Salvador, como era chamada a linha Lapa ao Pirajá (até Pirajá só foi completada no ano passado) que, como do conhecimento, passou cerca de 10 anos para ser concluída com gastos absurdos que se supõe acima de R$ 1 bilhão. É muito provável que as empresas responsáveis pela sua construção tenham distribuído propinas a rodo que, até o momento, não se sabe a quem. É muito possível que o “metrozinho” tenha acompanhado o que ocorreu no Rio de Janeiro que agora chega ao conhecimento público, com a ligação da linha 4 à linha 1, que se iniciou lá pelos anos 80. O Ministério Público investiga o caso, na medida em que os gastos para esta obra, com previsão estimada em R$ 5,4 bilhões, saltaram para algo em torno de R$ 10,4 bilhões. A primeira suspeita recai sobre o ex-governador Sérgio Cabral, que teria recebido aproximadamente R$ 2,5 milhões, o que ele nega. Há informações também oriundas do Ministério Público, que o metrô de Salvador, a partir da Lapa, está sendo investigado. Espera-se que sim. No momento, constrói-se com eficiência a nova linha do metrô cortando a Av. Paralela na direção ao aeroporto, que dará uma nova a realidade a Salvador facilitando a intercessão com Lauro de Freitas. Trata-se de uma linha muito diferenciada do que a ocorreu em relação à da Lapa. Espera-se, assim, que o MP se debruce, com está a acontecer no Rio de Janeiro, com o que teria ocorrido na primeira linha do metrô de Salvador que até o momento continua obsoleta. A não ser que se encontre o propinoduto.
Sábado, 16 de Julho de 2016 - 11:53

A saga obscura do E.C.Bahia

por Samuel Celestino

A saga obscura do E.C.Bahia
Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
De nada valeram as férias que o E.C Bahia ofereceu aos seus jogadores em Porto Seguro, com direito a treinos noturnos e a presença, no município do  descobrimento do seu presidente, Marcelo Sant'Ana, não se sabe a que pretexto. Talvez para nada fazer. O tricolor voltou a empatar na noite de ontem com o pior clube e último colocado na tabela, o Sampaio Corrêa. Mas uma vez, o desempenho da equipe foi de tal sorte desmoralizante, que um dos jogadores responsabilizou os colegas a eles imputando o vergonhoso empate por zero a zero. A questão do “esquadrão de aço” não está no campo de futebol, mas na incompetência absoluta da sua diretoria, a partir do seu presidente e do Conselho Deliberativo. Neste período de Sant'Ana à frente do clube ele nada mais fez senão perder e perder, o que é uma lástima para um esquadrão de tantas tradições que, em outros tempos, era referenciado com “o campeão dos campeões”. Foi-se a época. Chega dessa maneira ao sétimo jogo com seis derrotas e, pelo menos, um empate conseguido justo com a frágil concessão do último colocado na tabela de classificação. É isso que a diretoria do Bahia quer? É isso que a torcida enganada deseja?  É esta a saga que o “esquadrão de aço” pretende trilhar?   
Sexta, 15 de Julho de 2016 - 11:18

Temer quer agora comandar a Câmara

por Samuel Celestino

Temer quer agora comandar a Câmara
Foto: Lula Marques/ AGPT
Numa entrevista ao “Estado de S. Paulo”, divulgada nesta sexta-feira (15), o presidente em exercício, Michel Temer, já se considera com mandato até 2018, por entender como definitivo o impeachment de Dilma no início de agosto. Somente dessa forma é possível compreender uma resposta que dera na entrevista ao “Estadão”, ao dizer que pretende desidratar o “centrão”, um grupo de parlamentares de partidos pequenos que estava sob o comando de Eduardo Cunha. Na verdade, o “centrão” sempre esteve presente na Câmara dos Deputados, de uma forma ou de outra. Os parlamentares de blocos partidários incertos procuram se agrupar para não ficar a reboque dos grandes partidos. De tal sorte que, desde que o PT chegou ao poder, a Câmara era presidida exclusivamente ou pelos seus integrantes, ou por integrantes do PMDB. Os petistas se achavam confortáveis e no nirvana no comando da República. Depois de longo tempo, a primeira vez que o DEM conseguiu fazer um presidente foi agora, com Rodrigo Maia. Precisou que houvesse a queda do PT, que ficará distante do poder por longo tempo. Michel Temer cuida, então, de formar uma base de apoio unindo os partidos políticos para ter maioria na Câmara dos Deputados. Com o círculo de partidos em torno dele, o presidente em exercício terá condições de cumprir o seu mandato até 2018, como ele pensa, e ter número suficiente de parlamentares para tocar os seus projetos de reforma, marcando assim a sua administração. Pretende realizar o período do seu governo a partir do que chamou de desidratação do “centrão”, aproveitando a queda de Eduardo Cunha que, certamente, será cassado em agosto próximo. Se o “centrão” siderava em torno de Cunha, com a sua queda repentina a primeira medida que os deputados tomaram foi dele se afastar deixando-o a míngua. Assim, a porta fica aberta para Michel Temer unir a Câmara em torno do seu mandato e da sua vontade política para encaminhar o país na direção das reformas necessárias. Foi o que Dilma, sempre à distância, jamais conseguiu fazer. Imaginava que poderia governar sozinha, sem o Congresso Nacional, e acabou chegando ao fim do caminho.
Quinta, 14 de Julho de 2016 - 10:35

Temer ganha com a eleição de Maia

por Samuel Celestino

Temer ganha com a eleição de Maia
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
O novo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), recebeu 285 votos contra 170 de Rogério Rosso, mas o grande vitorioso estava no Palácio do Planalto, o presidente em exercício Michel Temer (PMDB), que retirou de cena o ex-ministro de Dilma Rousseff, Marcelo Castro, que até a manhã de quarta-feira era considerado um candidato de peso. A vitória de Temer ocorreu em duas frentes: determinou que os deputados da sua base passassem a agir nos bastidores para mudar o cenário então favorável a Castro, além de impor uma derrota ao PT e, principalmente a Lula, que passa a estar de cabeça baixa. Dessa forma, o Partido dos Trabalhadores está alijado do novo cenário político, abrindo espaço para que o Palácio do Planalto passe a dar suas cartas. Seguramente, foi a maior vitória de Temer até aqui, ao agir na hora certa quando havia dúvidas sobre a decisão da votação em dois turnos. Dificultou, ainda, as possibilidades escassas de Rousseff em relação ao impeachment, que será votado definitivamente no dia 4 de agosto. O governo passa a contar com o apoio total da Câmara dos Deputados e seguirá agora em frente com os seus projetos que ficaram encalhados nos dois meses de Waldir Maranhão como presidente-fantasma da Câmara, que não se movimentava. Rodrigo Maia vai colocar em pauta a cassação de Eduardo Cunha quando houver quórum privilegiado, com um número considerável de parlamentares para que não haja manobras, porque um quórum reduzido é tudo o que Cunha deseja para derrubar o processo de cassação. Ademais, dentre outros projetos, o novo presidente pretende comandar uma reforma política de forma imediata, mais do que necessária, e ajudar o Planalto com outros projetos básicos, dentre eles a reforma da Previdência.
Quarta, 13 de Julho de 2016 - 10:56

A corrupção desenfreada no Congresso

por Samuel Celestino

A corrupção desenfreada no Congresso
Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Não há nenhuma novidade que boa parte dos políticos integrantes da Câmara dos Deputados e do Senado tem problemas na esfera judicial, respondendo a processos que não dão em nada por terem fórum privilegiado. Na disputa que ocorre nesta quarta-feira (13) para a presidência da Câmara, alguns dos candidatos respondem a processo, mas passam ao largo de qualquer punição. De tal forma que, num apelo (foi esse o sentido) feito por Eduardo Cunha na tarde desta terça-feira, numa espécie de aviso aos navegantes, bradou: “Hoje sou eu, amanhã é vocês”. Cunha sabe perfeitamente que perderá o mandato parlamentar, por cassação, o que não é o caso dos demais deputados, a não ser em relação aos corruptos, tal como ele.  Como nem todos são corruptos visto que dizimaria o sistema democrático, melhor ficar como está no início deste texto quando anotado “boa parte dos políticos”. No entanto, não foi desta forma que a Uol, ao divulgar hoje uma pesquisa, anotou como “mais da metade” dos líderes de bancadas no Congresso (Câmara e Senado) têm  fichas sujas, incluindo tentativa de homicídio - é o caso do líder do governo Temer, André Moura, de Sergipe, que responde a três processos -, além de outros líderes enrolados em corrupção e formação de quadrilha. Um dos candidatos à presidência da Câmara, Rogério Rosso (PSD-DF), com auréola de favoritos, por sinal, teria um vídeo gravado, de acordo com o deputado Federal Alberto Fraga (DEM-DF). O vídeo seria da época do chamado “Mensalão do DEM”. Os políticos, portanto, passam batido no quesito corrupção e pouquíssimos estão respondendo a processo, em consequência do tal fórum privilegiado. Espera-se que nas eleições de 2018 grande parte seja varrida, porque há uma mudança visível na República. Só passou a acontecer depois da Operação Lava-Jato quando a República ganhou novos contornos. É o que se espera.
Terça, 12 de Julho de 2016 - 11:59

Cunha ainda tem força na Câmara

por Samuel Celestino

Cunha ainda tem força na Câmara
Foto: Montagem/ Bahia Notícias
Há dois fortes candidatos à presidente da Câmara dos Deputados, cuja eleição acontecerá nesta quarta-feira (13), às 16h: Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Rogério Rosso (PSD-DF), dentre outros que pretendem se lançar na disputa. O curioso é que Eduardo Cunha, que na sexta passada renunciou à presidência da Casa para não se complicar mais do que já está, embora a cassação do seu mandato parlamentar seja uma questão de tempo, continua a dar cartas. É o comandante de “Centrão”, grupo majoritário, já em desmanche. A ele se vincula Rogério Rosso, que não é o candidato preferencial do  Palácio do Planalto. Presume-se, pelas conversas entabuladas pelo presidente em exercício, Michel Temer, que a sua preferência esteja centrada em Rodrigo Maia. Por ora, no entanto, o Planalto não se manifesta para não criar problemas com a sua base de apoio que ele deseja manter intacta. Por aí se vê que, mesmo em processo de queda total, Eduardo Cunha ainda tem força, mesmo que seja pequena. Se Rosso vier a ser eleito nesta quarta, deverá sua eleição à Cunha sem a menor dúvida. Daí porque para a Temer é preferível Maia ao aliado do presidente da Câmara que renunciou ao cargo. É difícil entender a complicação que ocorre na Câmara dos Deputados, mas seja quem vier a ser o futuro presidente, ficará mais fácil a Temer se posicionar como presidente definitivo, a partir da do impeachment de Rousseff, que é entendido em Brasília como favas contadas. 

Histórico de Conteúdo