Com Samuel Celestino

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Pérola do dia

Walter Pinheiro

"Se a gente continuar, vai começar a desagregar.”

Senador do PT e pré-candidato a governador, sobre a antecipação do debate para a sucessão em 2014.

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Entrevistas

Ney Campello

Na semana em que Salvador recebe os primeiros jogos da Copa das Confederações, o secretário estadual da Copa do Mundo de 2014, Ney Campello, admite, em entrevista ao Bahia Notícias, que a cidade não está totalmente pronta para receber o campeonato. “Acho que há uma distância daquilo que nós desejamos, do que nós projetávamos, que se deu, principalmente, em função da dificuldade do acordo institucional entre o governo do Estado e a prefeitura”, avalia. Mesmo assim, ele diz que tem sentimento de “dever cumprido” e elenca a herança dos eventos esportivos para o estado, como as reformas do Porto e do Aeroporto de Salvador e implantação de um sistema de videomonitoramento de segurança, o Centro Integrado de Comando Regional. Com os recentes transtornos no trânsito sentidos pelos soteropolitanos, o titular da pasta acredita que as mudanças pedidas pela Fifa são necessárias para dar suporte à realização dos jogos. “Não há como não ocorrer nenhum transtorno. O que faltou foi uma política de comunicação com a cidade sobre essa interdição”, sugere. Além disso, apesar da restrição de venda de acarajé dentro e no entorno da Arena Fonte Nova, Campello opina que as vendedoras do quitute “têm que comemorar muito o resultado”. Ele defende que a competição viabilizou geração de trabalho e renda para a população baiana, principalmente porque cerca de 600 ambulantes foram cadastrados para vender no raio de 2 km do entorno do estádio.

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Multimidia

Movimento invade Tancredo Neves

Movimento Passe Livre invade Tancredo Neves

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Segunda, 10 de Setembro de 2012 - 08:50

Publicado no Jornal A Tarde, em 18 de abril de 1992 - Um Arco Difícil

por Samuel Celestino

Depois deste feriadão, o candidato derrotado à Presidência, Lula da Silva, chefe de um gabinete paralelo invisível, vai tentar viabilizar um projeto quase impossível: a união das oposições para fazer frente, no Congresso Nacional, ao governo Collor, que se reforçou com a reforma ministerial. Nas primeiras sondagens e abordagens, não encontrou campo fértil: os tucanos, primeiros contatados, consideram difícil que um projeto dessa ordem prospere.

O grande problema para a formalização de um arco oposicionista é o risco de uma grande salada e, como conseqüência, a perda de identidade das legendas. Isso aconteceria porque o sistema partidário brasileiro é inconsistente e, em alguns aspectos, os limites entre as agremiações são tênues, com exceção dos partidos ideologizados. Dos grandes, o PT de Lula tem efetivamente contornos nítidos, embora ainda não tenha conseguido superar seus conflitos  internos, dobrar o xiitismo, que permanece vivo e atuante.
Se uma espécie de coalização oposicionista no Congresso é difícil, talvez fosse mais factível que essas agremiações se reunissem para estabelecer pontos de convergência para atuação conjunta.

O PT, por exemplo, não pode abraçar a bandeira mais importante dos tucanos, a implantação do sistema parlamentarista no País, porque, internamente, está dividido. O PDT, pela mesma forma, e o PMDB nem é bom falar, onde os dois grandes líderes, Ulysses Guimarães e Orestes Quércia, estão em confronto aberto e farão campanha um contra o outro na época do plebiscito.
 
A unidade das oposições, atuando de forma uniforme e permanentemente, nunca aconteceu na vida política brasileira. Registram-se, isto sim, encontros circunstanciais quando estão em discussão assuntos determinados. O último grande encontro, em nível nacional, e certamente o mais belo, foi a campanha das diretas já. Derrotada a campanha com os votos obtidos pelo governo no Congresso, o arco foi desfeito e cada um tomou seu caminho.
 
Portanto, a pretensão de Lula não deve ir para lugar algum. Seus esforços deverão cair no vazio, assim como caiu o ministério paralelo que o PT organizou e que somente valeu como propaganda, em termos de mídia.

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Qual o legado que a Copa das Confederações deixará em Salvador?

Artigos

Cláudio André de Souza

18/06/2013 16:38

A mobilização das ruas

As últimas semanas marcaram o retorno a cena de jovens voltados a barrar o aumento das passagens na capital paulista. Além da truculência policial como impulsionador de novas mobilizações (o que demonstra apego a valores democráticos), em parte, a multiplicação de protestos buscam articular demandas que de longe se limitam a questões de mobilidade urbana. O repertório político consiste, grosso modo, em duas dimensões: uma geral e outra particular.

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Viagem no tempo

Samuel Celestino, anos atrás

17/06/2013 07:24

Publicado no Jornal A Tarde, em 26 de junho de 1993 - O Reforço da Sociedade

Se o governado Antonio Carlos Magalhães convidar Itamar Franco para a inauguração do Teatro Castro Alves, sem dúvida que fará um bom negócio. Não como presença política, como presidente da república, porque o governador está em linha de oposição, mas sim como tração mesmo, para brilhar entre os artistas convidados para o show de abertura do TCA. Existe entre Itamar e a classe artística (feminina, claro) uma notável empatia.

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